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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Salve raça de herois

Bom, eu acredito que a partir do momento que o negro resolve falar de sua realidade e identidade como negro, trazendo as marcas de sua história, mesmo dentro de uma língua portuguesa, ortodoxa, acadêmica, que seja, se ele conseguir fazer isso com arte. Gente, cá entre nós, a produção existe. É fato. Portanto, atestada pela produção, a literatura negra também existe. Quando o negro pega suas experiências particulares e traz, sobretudo o "eu". Eu sou negro!! Ó Wal!!!!

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