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Outra preocupação dos pesquisadores é testar a reação humana aos biopesticidas. Alexandre acredita que o óleo da umburana e da cutia seja menos tóxico ao organismo do que os compostos químicos normalmente usados para eliminar insetos, já que as plantas são popularmente conhecidas pelas propriedades medicinais. No caso da cutia, os testes já mostram que a planta não é prejudicial para as células humanas. Caso ambas sejam aprovadas nessa fase, será possível considerar o uso das plantas até mesmo para a fabricação de repelentes, uma função que precisa ser testada em laboratório.
PRECISA DE CAUTELA - Os autores da pesquisa ressaltam que as plantas brasileiras ainda estão sendo analisadas e que os resultados ainda não são suficientes para o uso do óleo vegetal como forma de proteção contra o Aedes aegypti. O mesmo vale para receitas caseiras de inseticidas e repelentes, que não têm eficiência reconhecida e representam um perigo para as pessoas que recorrem a esses métodos improvisados de proteção. “Não tem nada mostrando que essas receitinhas matam efetivamente (a larva do mosquito)”, diz Tamara Nunes de Lima-Camara, professora do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP). Ó Wall!!! Continua...

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