Autor: Martins da Cachoeira
Estou isolado, não tenho contato com o mundo.
Um minuto, uma hora, um segundo
Para a porta se abrir e me deixar sair.
Vivo preso destrancado, prisão mental,
Cadeia desnaturada, artifício cerebral.
Perdi o humor, se desfez o valor, o carisma sumiu!
O primeiro de abril é vivenciado a cada dia,
É o dia da mentira, é a mentira do meu dia.
Vivo lutando em busca da verdade,
Mas não deixo de acreditar na mentira.
É o remendado conflito,
É o impacto profundo.
É o fim do mundo?
E o mundo tem fim?
Estou insatisfeito com tudo
Por que não acredito em nada.
Assim é a vida dos eleitos,
Dos predestinados aos psicotrópicos.
Aqueles que são loucos para muitos,
Mas são sábios no viver.
Nascem e morre sem saber o que é sofrer?
Ó Wall!!!

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