Por: Reynollds Augusto
A verdade verdadeira leitor, é que, de fato, não há um dia igual ao outro. Pode até parecer análogo, mas é diferente. Deus não repete. É como a vida, nada fica para permanecer e tudo existe para mudar, se aperfeiçoar. Tudo Isso tem a ver com a lei do progresso, um dos “códigos da legislação divina”, cuja “constituição é a de causa e efeito”, sendo que o processo, do início á "sentença fina", acontece na consciência da criatura. Como você não pode fugir de si mesmo, no tempo certo a “sentença será executada” e já começa de momento, pois de si ninguém escapa. Foi por isso que Jesus, o espírito mais perfeito que surgiu por essas bandas, asseverou: “não sairás daí (do Planeta Terra) enquanto não pagares o último ceitil. A “pena” virá leitor, pois somos imortais e cumpre-se. Não há “jeitinho brasileiro” que dê jeito. Por isso é bom andar conscientemente na linha. “E andar na linha é fácil”! É só conhecer a verdade, que ela liberta. E se quiser minorar a pena, ame, mas ame com muito força e faça o bem. O “amor cobre uma multidão de pecados”, disse o bíblico. Mas, de verdade, a Deus ninguém engana. Hoje eu saí com a família até a praça para apreciar a bela apresentação de uma peça teatral, ao ar livre, precisamente na praça da matriz. A juventude católica da nossa cidade é atuante. São jovens que “sabe o que quer”, espertos, pois se aproximam de Deus e assim fogem das ilusões. A praça estava lotada. Muitos amigos apreciando aquele belezura. Pelo menos os quadros mais importantes da Paixão foram levados a público. À medida da apresentação, à reflexão. A traição, com o beijo; a humilhação perante os algozes; o julgamento infamante, dos hipócritas da época; o pedido de perdão aos algozes, no momento do transpasse; o amor de Maria. Ah! Essas Marias. Sabe, leitor, as partes que menos gosto são a do sofrimento e da crucificação. Acho que esse recado já foi dado. É que nós gostamos de ver sangue. Pelo menos a grande maioria. As dicas maiores de Jesus para as nossas vidas estão fora desse quadro. Acho que nem Jesus lembra-se mais disso. As melhores partes, sem dúvida, foram aquelas do perdão, da ressurreição do espírito, pois o corpo quando “bate as caçoletas” não tem mais jeito. É como o bíblico diz: o corpo só morre uma vez. Mas, não somos o corpo. Somos espíritos usando temporariamente corpos para o aprendizado sem fim até atingirmos a plenitude e cada um tem o seu tempo, como Jesus alcançou o dele. Talvez se Jesus tivesse morrido velhinho, tranquilo, ninguém se lembraria das suas propostas de vida. Mas, ele veio e deu a sua própria vida por amor á verdade. Nada de que ele morreu para nos salvar, para levar os nossos pecados, que sofreu por nós. Defender isso é, no mínimo, ingenuidade e querer justificar o injustificável. É tempo de pensar como gente grande, como está lá em Corintios 13: “Quando eu era criança, pensava como menino, sentia e falava como menino”. Quando cheguei á idade adulta deixei para trás as atitudes próprias de crianças. Ó Wall!!!

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