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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Aprendi a ser invisível! - 2ª Parte

Por: Paulo Rideaki. Continuando...
É esquisito, à medida que a tecnologia avança e cresce a conectividade entre as maquinas a humanidade segue o caminho inverso, as pessoas parecem não querer interagir umas com as outras é meio que contraditório, o fato de desenvolvermos tecnologias convergentes e não fazermos questão de nos conectar com os da nossa própria espécie.
Antes quando mais novo tal comportamento me incomodava muito, pois me sentia desprezado, hoje como mencionei ‘depois do amadurecimento’, eu aprendi a ser invisível, e só apareço quando encontro “formas de vidas humanas inteligentes”, ‘o que ta difícil’ daqueles que gostam de fazer contato com os da sua própria espécie. Aqueles que me desdenham, por não ser rico, bonito, ou ostentar quaisquer títulos que eles julguem necessários num ser humanos não faço a mínima questão de ser percebido por essa gente esquisita, e se estiver numa festa com certeza farei a minha parte, bebendo e comendo tudo que tenho direito e se sobrar ‘salgadinhos e docinhos’, com certeza levarei para casa para tomar no café da manhã. Não quero justificar uma atitude negativa da minha parte, sendo invisível num ambiente onde as pessoas nos hostilizam, mas no caso a hostilidade vem da ignorância e burrice alheia, não sendo ‘mea culpa’, a própria condição de invisibilidade a qual me permito. Na verdade tal invisibilidade tem me poupado de muitos aborrecimentos, e ainda que me machuque tal grosserias, faço vistas grossas, aparecendo apenas para as pessoas que me enxergam e me notam de alguma forma, pois adoro me conectar e faço questão das pessoas, infelizmente tais sentimentos não são recíprocos, na própria era da informação, onde deveríamos trocar experiencias da informação uns com os outros nos conectando mutuamente, não sendo o caso infelizmente! Ó Wall!!! FIM

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