Segundo a Folha de São Paulo, uma medusa gigante foi encontrada em praia, a espécie se assemelha à medusa Melena de León, que pode chegar a 2 m. Segundo bióloga, esta espécie ainda não está classificada. O fato é que uma medusa gigante apareceu esta semana em uma praia na Austrália, disseram cientistas nesta quinta-feira (6).
O animal, uma grossa massa viscosa de 1,5 metro de diâmetro, foi descoberto por uma família na praia de Hobart, na ilha da Tasmânia (Sul). Segundo a bióloga Lisa Gershwin, da Comunidade Cienstífica e Organização de Pesquisa Industrial do país, o animal assemelha-se à medusa Melena de León, uma espécie que pode alcançar dois metros de diâmetro. "Conhecemos essa espécie, mas ainda não está classificada", explicou Lisa à Agência France Presse. "No entanto, nunca havíamos visto uma tão grande, muito menos encalhada", falou.
Segundo Lisa, os cientistas observam há semanas uma proliferação de grandes medusas nas águas da Tasmânia. No entanto, não foram divulgadas informações sobre razões que possam levar a este fenômeno. Medusa é a fase adulta de uma água-viva. O animal marinho faz parte do filo cnidário e varia de tamanho – pode medir entre 2,5 centímetros e 2 metros. Um exemplar pode medir entre 2,5 centímetros e 2 metros. Ó Wall!!!
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
Mostrando postagens com marcador CRIATURAS. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Mamute
O mamute é um animal extinto que pertence ao gênero Mammuthus, à família Elephantidae incluída nos proboscídeos. Tal como os elefantes, estes animais apresentavam tromba e presas de marfim encurvadas, que podiam atingir cinco metros de comprimento, mas tinham o corpo coberto de pêlo. Estes animais extinguiram-se há apenas 12000 anos e foram muito comuns no Paleolítico, onde foram uma fonte importante de alimentação do homem da Pré-história.
Os mamutes viviam na Europa, norte da Ásia, América do Norte em climas temperados a frios e já foram encontrados vestigios destes animais na América do Sul. Estes animais extinguiram-se provavelmente devido às alterações climáticas do fim da Idade do Gelo. Descobertas mostram também que o ser humano teve papel fundamental sobre a extinção dos Mamutes. A descoberta mostra que o ser humano matou Mamutes para comida, vestimentos, ossos e couro para fabricação de casas, etc. Na Sibéria descobriram-se restos congelados de mamutes em excelente estado de conservação. Esta descoberta permitiu fazer estudos genéticos e averiguar que este gênero é mais próximo do elefante asiático (Elephas) que do africano (Loxodonta). Actualmente especula-se sobre a possibilidade de clonar o DNA destes fósseis e fazer reviver a espécie. Já ocorreram diversos avistamentos de mamutes, principalmente entre a década de 70 e 80, todos na Sibéria. Os criptozoologistas acreditam que existam sobreviventes da extinção dessa especie naquela região. Recentemente o governo russo assinou um contrato que visa uma pesquisa revolucionária para recriar o Mamute em laboratório. Ó Wall!!!
Os mamutes viviam na Europa, norte da Ásia, América do Norte em climas temperados a frios e já foram encontrados vestigios destes animais na América do Sul. Estes animais extinguiram-se provavelmente devido às alterações climáticas do fim da Idade do Gelo. Descobertas mostram também que o ser humano teve papel fundamental sobre a extinção dos Mamutes. A descoberta mostra que o ser humano matou Mamutes para comida, vestimentos, ossos e couro para fabricação de casas, etc. Na Sibéria descobriram-se restos congelados de mamutes em excelente estado de conservação. Esta descoberta permitiu fazer estudos genéticos e averiguar que este gênero é mais próximo do elefante asiático (Elephas) que do africano (Loxodonta). Actualmente especula-se sobre a possibilidade de clonar o DNA destes fósseis e fazer reviver a espécie. Já ocorreram diversos avistamentos de mamutes, principalmente entre a década de 70 e 80, todos na Sibéria. Os criptozoologistas acreditam que existam sobreviventes da extinção dessa especie naquela região. Recentemente o governo russo assinou um contrato que visa uma pesquisa revolucionária para recriar o Mamute em laboratório. Ó Wall!!!
terça-feira, 2 de julho de 2013
Tigre da Tasmânia
O Tilacino ou “tigre da Tasmânia”, marsupial carnívoro, nasceu no continente Australiano na Era dos Mamíferos (cenozóico) . O macho, que media mais de 1.80 m da cabeça à cauda, era do tamanho de um cachorro grande. A cabeça era muito parecida com a da raposa , mas, a partir do meio do dorso até a cauda, o animal apresentava listras iguais às do tigre. O traseiro alongado e protuberante, que lembra o da hiena, culmina com uma cauda dura que não abana. A pelagem era áspera e marrom-arruivada. As fêmeas eram um pouco menores, mas tinham o dobro de listras. Como os demais marsupiais possuíam uma bolsa, voltada para o traseiro, supostamente para proteger os filhotes contra a vegetação rasteira dos caminhos. Convencidas de serem eles os responsáveis pela mortandade de ovelhas, em 1805, as autoridades lançaram uma campanha para exterminar os “tigres”. Considerado oficialmente extinto, o último espécime vivo morreu em 7 de setembro de 1936, no zoológico de Hobart, Tasmânia. Desde então, como uma espécie de arrependimento pelo que fizeram, investigações do Conselho de Proteção aos Animais e Aves ( Austrália ), procuram comprovar as centenas de relatos sobre a sua aparição, o que também movimentou as leis locais a instituírem uma multa de $ 5.000 à todo aquele que abater um Tilacino. Para o escritor australiano Tony Healy, “há algo de muito paranormal” com os Tilacinos pois, antes de vê-los, as testemunhas dizem sentir coisas estranhas como “formigamento na nuca”, covardia em cães antes valentes… uma espécie de aviso invariável da presença do animal. Ó Wall!!!
domingo, 30 de junho de 2013
Sereia
Sereia (do grego antigo: Σειρῆνας) é um ser mitológico, parte mulher e parte peixe (ou pássaro, segundo vários escritores e poetas antigos). É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daquela que, mais tarde foram classificados como sirénios.
As sereias despertam a curiosidade humana desde tempos remotos. Os criptozoologistas acreditam que seja uma espécie de descendente comum com os humanos, porém, que optou pelo mar no processo evolutivo. Viveriam nas profundezas do oceano e apresentariam inteligência igual ou superior a humana. Seriam androginas e possuíram traços femininos na sua metade humana. Também teriam um grito atormentado, dezenas de vezes mais forte que o Bugio, que o grito pode ser ouvido por mais de 16 km. Ó Wall!!!
As sereias despertam a curiosidade humana desde tempos remotos. Os criptozoologistas acreditam que seja uma espécie de descendente comum com os humanos, porém, que optou pelo mar no processo evolutivo. Viveriam nas profundezas do oceano e apresentariam inteligência igual ou superior a humana. Seriam androginas e possuíram traços femininos na sua metade humana. Também teriam um grito atormentado, dezenas de vezes mais forte que o Bugio, que o grito pode ser ouvido por mais de 16 km. Ó Wall!!!
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Doppelgänger
Doppelgänger seriam, do ponto de vista da criptozoologia, o mais avançada das raças derivadas dos seres humanos. Talvez a evolução do vírus ou da alteração genética que causaria a metamorfose do Lobisomen. Talvez uma evolução única. Sabe-se apenas que, se um Doppelganger existir, ele teria o total controle da metamorfose. Ele poderia se transformar em qualquer animal a partir do momento que assimilasse uma amostra do seu material genético. Claro que, como os licantropos, não poderia retornar a forma original, porém, poderia continuar sua transformações continuamente, sem limites. O que deixa o ponto de interrogação na cabeça dos criptozoologistas que acreditam na existência dos Doppelgangers , é como ele seria capaz de resistir a tantas metamorfoses.
Além da visão da criptozoologia, existe outras duas linhas de pensamento sobre os Doppelganger. O primeiro diz que Doppelgänger é uma criatura lendária, que tem a origem dos seus relatos na Alemanha, que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar (como dando uma ideia de que cada pessoa tem o seu próprio). Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo as suas características internas mais profundas. O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa duplo, réplica ou duplicata) e gänger(andante, ambulante ou aquele que vaga). O segunda linha de raciocínio sobre o que poderia ser o Doppelgänger é ainda mais terrível que a primeira. A teoria do Doppelganger diz que, em algum lugar no mundo, existe alguém igual a você para manter o equilíbrio e que essa pessoa vai ter características completamente contrárias a sua. Não que essa pessoa sejam totalmente ao contrário em suas atitudes mas sua carga molecular seria. Em que isso resulta, a teoria não sabe explicar. Porém, um item bastante claro é que, encontrar pessoalmente o seu Doppelganger significaria a morte de ambos. Um caso bastante curioso de Doppelganger com a professora Emilie Sagée, de 32 anos. Ela alega ter visto seu Doppelgänger do outro lado da janela da sala de aula onde lecionava. Os seus alunos também viram o Doppelgänger da professora e ficaram chocados. O Doppelgänger da professora apareceu quando ela escrevia no quadro-negro. Seu Doppelgänger já aparecia regularmente no refeitório e nos corredores da escola. Esse acontecimento resultou na demissão da professora. O caso foi contado pelo escritor americano Robert Dale Owen. Os casos de Doppelganger aumentam a cada ano. Tanto que a Psicologia resolveu criar um estudo específico para isso e classificou como uma doença mental chamada “Delírio de Fregoli”. A síndrome foi caracterizada como uma condição na qual a pessoa acredita que um ou mais pessoas que lhe são familiares (conhecidas), usualmente perseguidores, repetidamente modificam sua aparência e passam a ocupar outros postos, por exemplo: de médico, carteiro, vendedor, etc. Portanto, para o portador da síndrome justificando como é possível ao seu perseguidor estar nos diversos ambientes dele, disfarçado. Os ufologos alegam que isso é, na verdade, indicio de uma invasão alienígena. Ó WAL!!!!
Além da visão da criptozoologia, existe outras duas linhas de pensamento sobre os Doppelganger. O primeiro diz que Doppelgänger é uma criatura lendária, que tem a origem dos seus relatos na Alemanha, que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar (como dando uma ideia de que cada pessoa tem o seu próprio). Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo as suas características internas mais profundas. O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa duplo, réplica ou duplicata) e gänger(andante, ambulante ou aquele que vaga). O segunda linha de raciocínio sobre o que poderia ser o Doppelgänger é ainda mais terrível que a primeira. A teoria do Doppelganger diz que, em algum lugar no mundo, existe alguém igual a você para manter o equilíbrio e que essa pessoa vai ter características completamente contrárias a sua. Não que essa pessoa sejam totalmente ao contrário em suas atitudes mas sua carga molecular seria. Em que isso resulta, a teoria não sabe explicar. Porém, um item bastante claro é que, encontrar pessoalmente o seu Doppelganger significaria a morte de ambos. Um caso bastante curioso de Doppelganger com a professora Emilie Sagée, de 32 anos. Ela alega ter visto seu Doppelgänger do outro lado da janela da sala de aula onde lecionava. Os seus alunos também viram o Doppelgänger da professora e ficaram chocados. O Doppelgänger da professora apareceu quando ela escrevia no quadro-negro. Seu Doppelgänger já aparecia regularmente no refeitório e nos corredores da escola. Esse acontecimento resultou na demissão da professora. O caso foi contado pelo escritor americano Robert Dale Owen. Os casos de Doppelganger aumentam a cada ano. Tanto que a Psicologia resolveu criar um estudo específico para isso e classificou como uma doença mental chamada “Delírio de Fregoli”. A síndrome foi caracterizada como uma condição na qual a pessoa acredita que um ou mais pessoas que lhe são familiares (conhecidas), usualmente perseguidores, repetidamente modificam sua aparência e passam a ocupar outros postos, por exemplo: de médico, carteiro, vendedor, etc. Portanto, para o portador da síndrome justificando como é possível ao seu perseguidor estar nos diversos ambientes dele, disfarçado. Os ufologos alegam que isso é, na verdade, indicio de uma invasão alienígena. Ó WAL!!!!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Licantropos
Licantropos - Também conhecidos como Lobisomens, os licantropos do ponto de vista da criptozoologia são vistos como uma espécie de animais com incríveis capacidades de metamorfoses. Assim como os vampiros, acredita-se que seja uma espécie semelhante a nossa, talvez, derivada da nossa, devido alguma alteração genética brusca ou a contração de um vírus capaz de modificar a cadeia do DNA do portador. Entretanto, os Licantropos, ao contrário dos vampiros, evoluiriam apenas fisicamente. Essa alteração no organismo possibilitaria aos “Homens Lobos” a capacidade da metamorfose compulsória perante os dias de maior intervenção gravitacional da Lua na Terra. De alguma forma, as células reagiriam a essa interação mais forte que ocorre no ponto máximo do ciclo lunar, entre o planeta e o seu satélite, alterando a forma humana para algo parecido com um Lobo com corpo humano. Crescimento acelerado dos pêlos e da estrutura muscular, alongamento da região nasal, deformação craniana, aparecimento de garras e dentes extras, seriam alguma das características. Os criptozoologistas, ao contrário do que é dito na lenda, não acreditam no retorno do Lobisomen a sua forma original. A metamorfose seria unica e irreversível, tal como uma lagarta que vira borboleta, o Homem viraria “Homem Lobo” permanecendo nesse estado até o seu óbito. A imposição desse estado traria consigo a irracionalidade. Haveria a perda da consciência e do “eu” , deixaria de ser um ser pensante para ser uma criatura movida por instintos. O indício de que seria um vírus o responsável pela mudança é por causa de como os contos populares falam do nascimento do Lobisomen: um homem se transformar em “homem lobo” quando é mordido por um Lobisomem. Desse modo, é presumido que, na existência dessas feras, a transmissão ocorra através de fluidos corporais, como a saliva e o sangue. Algumas pessoas poderiam ser portadoras do vírus, que foi transmitido de pai para filho por exemplo e nunca manifestarão a metamorfose. Os caçadores de Lobisomens dizem que isso é porque ninguém sabe qual é o gatilho principal: a interação lunar seria um fator secundário. Uma teoria sobre esse ponto é que as mesmas seriam desencadeadas por uma substancia em excesso no organismo, que fortaleceria o vírus, levando a mudança quando houvesse a interação lunar. Ó Wall!!!
terça-feira, 25 de junho de 2013
Vampiros
Vampiros seriam, do ponto de vista da criptozoologia, uma espécie semelhante a nossa, talvez, derivada da nossa, devido alguma alteração genética brusca ou a contração de um vírus capaz de modificar a cadeia do DNA do portador. Essa mudança deixaria essa espécie muito mais forte que a nossa, tanto fisicamente quanto intelectualmente, todavia atribuiria um aspecto pálido e extrema sensibilidade a luz. Também eliminaria a oxidação celular e queda da regeneração celular que ocorre com os anos nos seres humanos. Seriam identicos aos seres humanos, excetuando por um canal de sucção, encontradas nas presas camufladas, que só apareceriam quando o vampiro decidi se alimentar. O alimento, obviamente, é o sangue humano. Alguns criptozoologista discutem que a ingestão de sangue não seja alimentação. Segundo eles, os vampiros não precisariam se alimentar, entretanto, seu organismo entraria em declínio na ausência de ingestão dos componentes presentes no sangue, assim como nós homens adquirimos doenças se não ingerimos alimentos com determinadas vitaminas que o nosso organismo não consegue produzir. Os vampiros estão presentes na história de inúmeras civilizações. Porém, em cada uma, eles teriam aspectos diferentes. Na Chinesa, por exemplo, eles sugariam a energia vital do ser humano, o Chi, ao invés de sangue. Na mitologia, os vampiros tem diversas origens. A mais conhecida é que a origem do vampirismo é atribuida ao Conde Drakul, um nobre sádico que empalava suas vítimas e bebida o sua sangue. Todavia, há outras vertentes para a origem: uma diz que o primeiro vampiro seria Caim e que o vampirismo foi um castigo divino, outra diz que o primeiro vampiro foi o soldado que perfurou o Cristo com a lança e por aí vai… Ó Wall!!!
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Mothman
“Mothman” é o nome dado a uma estranha criatura relatada nas áreas de Charleston e Point Pleasant, West Virginia, entre Novembro de 1966 e Dezembro de 1967. Antes e depois destas datas há relatos apenas esporádicos de avistamento, com alguns tendo sido recentemente, em 2007. A maior parte das testemunhas oculares descrevem o Mothman como uma criatura com asas, do tamanho de um homem, com grandes e brilhantes olhos vermelhos. Freqüentemente aparece como não tendo cabeça, com seus olhos situados no peito. Um número de hipóteses já foram apresentadas para explicar os relatos das testemunhas oculares, indo desde o erro na identificação e coincidência ao fenômeno paranormal e teorias de conspirações. O Mothman foi identificado pela primeira vez em 1926, por um menino. No mesmo período, três homens que estavam cavando uma cova, em um cemitério ali perto, viram uma figura humana marrom com asas, levantando vôo detrás das árvores. Ambos os incidentes foram reportados separadamente um do outro. Já ocorreram um grande número de avistamentos do Mothman apesar de que não existe nenhuma fotografia da criatura. De 1926 a 1960 foram registradas mais de mil aparições do Mothman nos boletins policiais, muitas delas provavelmente falsas devido a histeria da população toda vez que os jornais abordavam o assunto. O interessante é que, com o passar do tempo, um segundo personagem começou a aparecer nos relatos. Apelidado de Ingrid Cold, essa entidade acompanhava as aparições de Mothman, sempre observando, com uma aparência um tanto peculiar: tinha mais de 1,80m e estava vestido com um macacão verde brilhante que cintilava e parecia refletir as luzes da rua. Havia um largo cinto preto ao redor da sua cintura. Sua feição era sombria de pequenos olhos arredondados, bem pequenos e brilhantes, bem separados. Ó Wall!!
sábado, 22 de junho de 2013
Pássaros do Trovão
Nos últimos anos têm surgido alguns novos testemunhos de pessoas que viram o mítico “Pássaro Trovão”, nos EUA, mais especificamente no Alaska . Na verdade este “mito” é dos mais fascinantes da atualidade, ainda mais do que o Bigfoot ou do Yéti. Embora o primeiro relato, de 1890, descreva uma espécie de pterodáctilo, com asas sem penas e uma cabeça semelhante à de um crocodilo, fazendo acreditar numa sobrevivência deste dinossauro do Jurássico até pelo menos os finais do século XIX, a maioria dos testemunhos mais recentes descrevem uma criatura substancialmente diferente. Com efeito, os avistamentos realizados a partir de meados da década de sessenta apontam mais para um pássaro de grande envergadura de asas, quase do tamanho de um pequeno avião.
Os nativos americanos tinham na sua mitologia uma criatura a que chamavam “Pássaro-Trovão” (Thunderbird), uma designação que continou até aos dias de hoje e que serve agora para denominar estes estranhos avistamentos. No passado, houve pássaros com dimensões semelhantes às descritas nestes relatos, como Argentavis magnificens com sete metros de envergadura de asas, que podia chegar aos 20 metros de envergadura. Portanto é teoricamente possível haver tais criaturas nos ares. Alguns criptologistas como John Keel, associaram os avistamentos a tempestades. Parece claro, que aqui, como quanto aos relatos de avistamentos de criaturas humanoides estamos perante precisamente o mesmo dilema: existem testemunhos bastantes e suficientemente credíveis para se saber que estes relatos correspondem a algo, a algum tipo de criatura real e concreta. Serão avistamentos de pássaros de grandes dimensões como águias, condores ou abutres, que sob certas ilusões de óptica parecem muito maiores do que efetivamente são? Parece certo que não existem comunidades suficientemente extensas destas criaturas, já que os seus avistamentos são tão raros e nunca foi encontrado um ninho, ovo ou carcaça… (e eles morrem, certo?). Mas sendo assim… Será que a associação com as tempestades – que aliás é consentânea com o mito indígena está na raíz desta explicação? O que aconteceria que associaria esses pássaros as tempestades? Por que seu surgimento está sempre ligado a grandes tempestades? ó wAL!!!
Os nativos americanos tinham na sua mitologia uma criatura a que chamavam “Pássaro-Trovão” (Thunderbird), uma designação que continou até aos dias de hoje e que serve agora para denominar estes estranhos avistamentos. No passado, houve pássaros com dimensões semelhantes às descritas nestes relatos, como Argentavis magnificens com sete metros de envergadura de asas, que podia chegar aos 20 metros de envergadura. Portanto é teoricamente possível haver tais criaturas nos ares. Alguns criptologistas como John Keel, associaram os avistamentos a tempestades. Parece claro, que aqui, como quanto aos relatos de avistamentos de criaturas humanoides estamos perante precisamente o mesmo dilema: existem testemunhos bastantes e suficientemente credíveis para se saber que estes relatos correspondem a algo, a algum tipo de criatura real e concreta. Serão avistamentos de pássaros de grandes dimensões como águias, condores ou abutres, que sob certas ilusões de óptica parecem muito maiores do que efetivamente são? Parece certo que não existem comunidades suficientemente extensas destas criaturas, já que os seus avistamentos são tão raros e nunca foi encontrado um ninho, ovo ou carcaça… (e eles morrem, certo?). Mas sendo assim… Será que a associação com as tempestades – que aliás é consentânea com o mito indígena está na raíz desta explicação? O que aconteceria que associaria esses pássaros as tempestades? Por que seu surgimento está sempre ligado a grandes tempestades? ó wAL!!!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Homens Lagartos
Em março de 1972, vários moradores de Loveland, Ohio, inclusive dois policiais, todos aterrorizados, disseram ter visto um bípede bizarro com cara de sapo, caixa torácica inclinada, escamas cor de prata e rugas na cabeça, ao invés de cabelos. No verão de 1972, no Lago Thetis, Columbia Britânica, um homem réptil emergiu da água para expulsar dois rapazes da praia, um dos quais sofreu lacerações na mão, causada por seis pontas afiadas em cima da cabeça do bicho. Em agosto de 1955 na cidade de Evansville, Indiana, a Sra. Darwin Johnson lutou com um agressor enquanto nadava no Rio Ohio, que logo fugiu, mas deixou uma palma esverdeada impressa em seu joelho e algumas marcas e arranhões, que a levaram a buscar socorro médico. Os Homens lagartos estão presentes em diversas culturas humanas desde o inicio das civilizações. Suméria, Chinesa, Japonese, Asteca, Maia, todas fazem menção a humanoides com aspecto de lagartos. Como é impossível mesmo para nossa Ciência moderna, mapear as profundezas dos mares, fica a suspeita que, se caso eles existirem, talvez seja esse o seu habitat.
Reptilianos nas civilizações antigas: Em um grande número de civilizações antigas, existiram manifestações de fé para figuras com as características dos homens lagarto. O Quetzalcóatl da civilização Asteca ou o Kukulcan, para os Maias, que em ambos os casos significa “Serpente Emplumada” ou serpente de belas plumas, nos dá um primeiro indício dos répteis como ícones. Também na cultura egípcia encontramos com um Deus réptil, ou melhor, conhecido como o Deus crocodilo Sobek a quem é atribuída à graça da fertilidade, a vegetação e a vida humana. No Oriente Médio, existem alguns seres repteis que vão desde alguns djinn ou “demônios” a dragões, passando por homens répteis. Esta tradição data de imemoráveis anos. Num dos livros apócrifos supostamente o elo perdido de Jasher ou yashar é descrito como uma raça humana da serpente.
Homens répteis na cultura popular Zulu: Na atualidade, existe na África a crença popular de que há milhares de anos atrás, desceu do céu uma raça de gente cuja fisionomia era similar à dos homens lagarto. A população Zulu, da África do Sul, transmitiu esta cultura através de suas gerações e ainda na atualidade podemos escutar a história de como estes reptilianos, que podiam mudar sua forma a vontade e tomavam em ocasiões a forma humana. E em alguns casos, os chefes das tribos casavam suas filhas com esses "extraterrestres", com o objetivo de tentar uma raça com poder de reis e chefes de tribo. ó wAL!!
Reptilianos nas civilizações antigas: Em um grande número de civilizações antigas, existiram manifestações de fé para figuras com as características dos homens lagarto. O Quetzalcóatl da civilização Asteca ou o Kukulcan, para os Maias, que em ambos os casos significa “Serpente Emplumada” ou serpente de belas plumas, nos dá um primeiro indício dos répteis como ícones. Também na cultura egípcia encontramos com um Deus réptil, ou melhor, conhecido como o Deus crocodilo Sobek a quem é atribuída à graça da fertilidade, a vegetação e a vida humana. No Oriente Médio, existem alguns seres repteis que vão desde alguns djinn ou “demônios” a dragões, passando por homens répteis. Esta tradição data de imemoráveis anos. Num dos livros apócrifos supostamente o elo perdido de Jasher ou yashar é descrito como uma raça humana da serpente.
Homens répteis na cultura popular Zulu: Na atualidade, existe na África a crença popular de que há milhares de anos atrás, desceu do céu uma raça de gente cuja fisionomia era similar à dos homens lagarto. A população Zulu, da África do Sul, transmitiu esta cultura através de suas gerações e ainda na atualidade podemos escutar a história de como estes reptilianos, que podiam mudar sua forma a vontade e tomavam em ocasiões a forma humana. E em alguns casos, os chefes das tribos casavam suas filhas com esses "extraterrestres", com o objetivo de tentar uma raça com poder de reis e chefes de tribo. ó wAL!!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Waheela
O Waheela é uma especie de mistura de lobo e urso presente em regioes do noroeste do Canadá. Talvez seja o que resta da extinta populaçao de Amphicyonids que sobriveu no local. o Waheela tambem é semelhante ao Shunka Warakin, que habita florestas setentrionais. Tambem é parecido com uma especie de gigantesco lobo presente na mitologia nordica. O waheela,se diferencia de outras especies de lobos por ser visto sempre sozinho, ao contrario de outras especies de lobos. Ó Wall!!!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Ieti
O ieti, yeti (do tibetano yeh-teh) ou Abominável Homem das Neves é o nome dado a uma criatura mítica que supostamente vive na região do Himalaia. Segundo a lenda, seriam descendentes de um rei macaco que se casou com uma ogra. Frequentemente costuma ser relacionado a outro mito, o do bigfoot (pé-grande ousasquatch), outra criatura misteriosa, que viveria nos Estados Unidos ou no Canadá. Até hoje, ninguém conseguiu uma prova da existência do ieti, embora muitos rumores tenham sido registrados. O registo visual mais famoso até hoje ocorreu com o explorador Anthony Wooldridge em 1986. Ele estava acampado nas montanhas localizadas no norte da Índia. Ele teria visto o ieti a alguns metros do acampamento. Segundo ele, o ieti teria ficado imóvel por 45 minutos. Depois que o local foi examinado, foi descoberto que o ieti avistado seria apenas uma pedra coberta de neve. Anthony Wooldridge admitiu que havia se enganado. O governo de Nepal declarou oficialmente, em 1961, que o ieti existe.
Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em varias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas. Ó Wal!!!!
Tem cerca de 2 metros de altura, assim como seu parente, bigfoot, e também é relatado que possua o mesmo odor fétido, característicos das criaturas citadas em varias civilizações, assim como o mapinguari, na amazônia, o sasquach, no Canadá, o bigfoot nos Estados Unidos, Skunk Ape na Flórida e Orang Pendek, na Indonésia, todos possuem existência não confirmadas. Ó Wal!!!!
sábado, 15 de junho de 2013
Orang Pendek
Orang Pendek ou “homem pequeno” seria uma criatura semelhante a um pequeno macaco que supostamente viveria nas florestas da ilha de Sumatra, Indonésia. Acredita-se que essa criatura fale um idioma próprio. Segundo a lenda, o Orang Pendek mede de 0,75 a 1,50 m de altura e teria o corpo coberto inteiramente por pêlos marrons. Ele seria herbívoro.
Múmias que supostamente seriam de orang pendeks eram outrora vendidas aos turistas que visitavam o local. No século XIII, Marco Polo viu múmias que eram com feitas com cadáveres pelos nativos do local. Deborah Martyr, uma redatora inglêsa de uma revista de turismo, foi a última pessoa a supostamente ver o Orang Pendek em Kerinci. Ó Wal!!
Múmias que supostamente seriam de orang pendeks eram outrora vendidas aos turistas que visitavam o local. No século XIII, Marco Polo viu múmias que eram com feitas com cadáveres pelos nativos do local. Deborah Martyr, uma redatora inglêsa de uma revista de turismo, foi a última pessoa a supostamente ver o Orang Pendek em Kerinci. Ó Wal!!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Urso Nandi
Urso nandi é um animal de existência não comprovada, supostamente avistado na África. Outros nomes pelo qual é conhecido incluem kerit ou gadett (“come-miolos” em lubwa), koddoelo (para os pokomo em Ngao, Quênia), duba (em suaíli, na costa do Quênia, provavelmente do árabe dubb, “urso” ou dubbah, “hiena”), shivuverre (em Kakumega, Quênia), engargiya (Uganda), ngoloko (Tanzânia) e ikimizi (Ruanda). No ocidente, é conhecido como urso nandi (nandi bear). Caçadores e exploradores ocidentais o descreveram como um animal semelhante a um urso, não muito grande (1,5m a 1,8m de comprimento mais 45 cm de cauda, 1m a 1,4m de altura nas espáduas), marrom, que trepa em árvores para fugir. Não há espécies conhecidas de urso na África ao sul do Saara, e ao norte, o urso do Atlas, que existiu no Marrocos, extinguiu-se na década de 1820. Outros relatos, principalmente os nativos, parecem descrever uma espécie de macaco. Criptozoologistas sugerem que pode se tratar de uma espécie desconhecida de urso, de um babuíno gigante ou um insetívoro semelhante ao porco-formigueiro (Orycteropus afer). Karl Shuker sugeriu que pudesse se tratar de uma sobrevivência da extinta hiena gigante de focinho curto (Pachycrocuta brevirostris) que viveu na Eurásia e África até há 500 mil anos. Ó Wal!!segunda-feira, 10 de junho de 2013
Mokele-mbembe
A estranha saga do mokele-mbembe (que significa “aquele que interrompe o fluxo dos rios” em lingala) começa em 1776, com uma descrição detalhada da viagem de padres franceses ao centro-oeste da África. Falam de um animal “que não foi avistado, mas que deve ser monstruoso, pois deixa marcas das patas no solo com 90 cm de circunferência “. Em 1913, o governo alemão enviou o capitão Freiherr Von Stein para estudar Camarões. Em seu relatório, jamais publicado, existem relatos de experientes guias de caça do Congo (fronteira), sobre um animal do tamanho de um elefante, cor cinza-amarronzado, pele lisa, pescoço e cauda articulável compridos e musculosos e cabeça de serpente, alguns dizem que tem um chifre (ou um só dente). Vive nas grutas de barro da margem do rio e alimenta-se exclusivamente de vegetais. Aos poucos os naturalistas passam a definir o “monstro enorme, meio elefante, meio dragão” como um dinossauro, aparentemente próximo dos Saurópodes. Como a bacia do Congo permaneceu estável no plano geológico e climatológico, e os crocodilos, parentes próximos dos dinossauros, sobreviveram com poucas alterações, a continuação de uma pequena população de dinossauros num meio isolado, estável e adequado não é impossível, apesar de quaisquer provas da real existência da criatura ainda serem desconhecidas. Ó Wal!!domingo, 9 de junho de 2013
Mapinguari
O Mapinguari (ou Mapinguary) seria uma criatura coberta de um longo pêlo vermelho vivendo na Floresta Amazônica. Segundo povos nativos, quando ele percebe a presença humana, fica de pé e alcança facilmente dois metros de altura. Seus pés seriam virados ao contrário, suas mãos possuiriam longas garras e a criatura evitaria aágua, tendo uma pele semelhante a de um jacaré.O Mapinguari também possuiria um cheiro horrível, semelhante ao de um gambá. Esse mau cheiro faz com que sua presa fique tonta, o que permite ao bicho apanhá-la com facilidade. A boca do Mapinguari se abre na vertical, e vai do peito até a barriga. Os cientistas ainda desconhecem essa criatura. Uma hipótese que explicaria a existência do Mapinguari, sugerida pelo paleontólogo argentino Florentino Ameghino no fim do século XIX, seria o fato da sobrevivência de algumas preguiças gigantes (Pleistoceno, 12 mil anos atrás) no interior da Floresta Amazônica. A simples menção ao nome do mapinguary é suficiente para dar calafrios na espinha da maioria daqueles que habitam a floresta. O folclore na região é cheio de histórias sobre encontros com a criatura e, quase em todas as tribos indígenas da Amazônia há uma palavra para designá-lo. O nome geralmente pode ser traduzido como “a besta malcheirosa” ou “o animal barulhento”. A maioria dos que dizem ter visto o mapinguary o descrevem como uma criatura alta, que atingiria 2 m de altura quando estaria sobre as duas pernas. Ele também emitiria um cheiro muito forte e extremamente desagradável. Em alguns lugares, a criatura é descrita como tendo dois olhos, mas há quem diga que ele possui apenas um, como os ciclopes da mitologia grega. Alguns afirmam que o animal possui uma grande boca malcheirosa. Os cientistas que foram à Amazônia em busca do mapinguary não tiveram sucesso, mas, pelo menos um deles, afirma que pode explicar a origem da criatura. David Oren, ex-diretor de pesquisa no Instituto Goeldi, em Belém, afirma que a lenda do mapinguary é baseada no contato que os humanos tiveram com os últimos representantes da espécie das preguiças que não viviam em árvores e habitavam o solo. “Nós sabemos que essas espécies extintas podem sobreviver como lendas por centenas de anos. Mas, quanto a saber se o animal ainda existe ou não, é uma outra questão, que nós não podemos responder ainda.”Segundo Domingos Parintintin, líder de uma tribo que vive na Amazônia, a única maneira de matar o mapinguary é dando uma pancada na cabeça do animal. Porém, ele afirma que o melhor a fazer é subir em uma árvore e se esconder, em vez de tentar matá-lo, já que a criatura tem o poder de fazer a vítima ficar tonta e “ver o dia virar noite”. Ó Wal!!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Luscas
Lusca é nome dado a um monstro marinho que viveria no Caribe. Foi sugerido por criptozoólogos como sendo um polvo gigante, muito maior do que os polvos gigantes do gênero Enteroctopus. Lusca é descrito como um emaranhando de tentáculos que consome tudo que toca os seus tentáculos mortais. Seus contos se assemelham aos do Kraken.As lendas caribenhas dizem que Lusca reina tranquilo entre os demais animais marinhos. Os mais crentes teme o encontro de suas embarcações com essa armadilha mortal. Há quem diga que o monstro encontrou seu fim no ano de 1945, quando foi encontrada um pedaço de carcaça de um animal marinho gigantesco, semelhante a um polvo.
Na época não existia preocupação em preservar a carcaça para posterioridade, sendo dividida e guardada como souvenir entre os nativos. Ó WAL!!!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Megalania
Varanus priscus também chamado de Megalania é um lagarto monitor gigante aparentemente extinto. Fazia parte da megafauna que habitava o sul da Austrália, e parece ter desaparecido há cerca de 40 000 anos juntamente com várias outras espécies australiana. É, possivelmente o maior animal peçonhento que já existiu.Relatos de avistamentos dessa criatura ainda ocorrem na Austrália, contudo, nenhuma fotográfia ou filme ou qualquer prova concreta foi apresentada para comprovação da existência dessa espécie, por isso, é considerada como extinta. Ó WAL!!!
domingo, 26 de maio de 2013
Kongamato
A primeira menção do nome Kongamato, foi no ano de 1923, quando viajante pelo nome de Frank H. Melland estava trabalhando para uma vez em Zâmbia, recolhendo relatos de nativos sober uma misteriosa ave, sem pelos, que atacava os nativos naquela região. Eles a chamavam de “Kongamato” (siginificando “dominador de barcos”). Essa palavra é parte de um encantamento usado pelos Koandes para se proteger contra enchentes, que dizem ser provocadas por essa criatura. Eles usam o amuleto chamado “muchi wa Kongamato” para os os proteger quando atravessam certos rios habitados pela criatura. Dr. J.L.B. Smith, que ficou famoso por sua participação no descobrimento do celacanto, escreveu sobre lendas de dragões alados que habitam no Monte Kilimanjaro. Sua idéia é de que espécies extintas podem ser descoberta nos lagos, pântanos, rios e selvas da África do Sul. Marjorie Courtenay-Latimer, que descobriu o fóssil vivo celacanto compilou diversas estórias de répteis da Namímbia. De acordo com esse rumores, esses dragões voadores deixavam um cheiro de grama queimada quando eles pousavam. Em 1920, o chefe da tribo Kanyinga morador da área de Jiwundu Swamp próximo da fronteira do Zaire identificou uma figura do pterodátilo como um Kongamato. Em 1958, o jornalista científico Maurice Burton escreveu para uma revista que vários relatos na África diziam de uma criatura parecida como um pterodátilo que vivia nos pântanos de Bangweulu. Ela vive nos pântanos de Jiundu até o oeste de Zâmbia, Congo e Angola e há muitos relatos de ataques contra os nativos. Criaturas similares são encontradas no Camarão, onde são chamadas de Olitiau, e em Gana são denominadas de Sasabonsam. Alguns dizem que ele tem a habilidade de brilhar à noite. Suas cores variam, mas é dito que é principalmente de cor vermelha ou negra, tanto que muitos cientistas dizem que se trata na verdade é de um morcego ou uma cegonha, mas que os criptologistas teimam em dizer que é um pterodátilo. Também é descrito como um dragão voador de mais ou menos 1,22 m, em cores que variam de verde a azulado, mas em linhas gerais é sempre descrito como de corpo alongado, com pés pequenos, e grandes asas semelhantes a de um morcego. Algumas tribos os adoram como deuses. Imaginação ou não, houve até um estudante do Kenya que ligou para dizer que esses reptéis voadores não estavam extintos, descrevendo-os perfeitamente e dizendo que ele eram considerados pragas, semelhantes aos urubus e que se não se enterrasse profundamente os cadáveres ele os desenterravam para comer os restos de nativos e animais mortos. Eles não acreditavam que seja uma coisa sobrenatural como um demônio (molumbe), as algo muito real como um leão ou um búfalo. Lendas de pterodátilos que tenham sobrevivido não é incomum, tanto é assim que dizem que um garoto de nome Oliver Thomas foi raptado por um deles… Isso aconteceu em 1909, ele foi até um poço pegar água quando da casa, todos ouviram seus gritos desesperados. Quando correram eles não vira nada lá fora, mas conseguiram ouvir seus gritos cada vez mais distantes… Depois se verificou que as pegadas iam até um determinado ponto e de lá sumiam! E mais adiante encontraram o balde, como se ele tivesse soltado de uma determinada altura… Para esse sumiço, há até quem culpe o Wendigo, lendário monstro faminto das lendas dos índios algonquinos. Há inclusive em um dos sites, um pterodátilo abatido durante a guerra civil. Muito interessante e logo se vê que é uma montagem da época. Para finalizar há muitos relatos de criaturas aladas estranhas que sobrevoam também a América do Norte, descritas como grande pássaros, abutres, demônios, como o Homem Mariposa, que foi visto várias vezes e em 1966, provocou uma histeria coletiva no oeste da Virgínia e o caso foi mote do filme Mothman Propehecies, com Richard Gere… Mas isto é outra estória. Ó Wal!!!terça-feira, 21 de maio de 2013
Kraken

O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. O Kraken tinha fama de destruir navios, mas só destruía aqueles que poluíam o mar e navios de piratas.
O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanoides com uma armadura impenetravél e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.
O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas. Os navegadores do Antigo Mundo tinham inclusive cartas de navegação que diziam pontos de possíveis ataques e crendices, como dias do mês e fases da lua que não poderiam navegar porque o mar era do Kraken. Ó Wal!!!
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