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O texto abaixo é de mulher que mantém um blog para falar sobre síndrome do pânico. No Blog Sempre no Presente, ela convida os leitores a lhe escreverem para compartilhar experiências e debater sobre o assunto. O blog não revela o nome da autora, onde ela alega que médica e não tem a pretensão de ser, que pode facilmente cometer algum erro no que descreve, mas a intenção do seu blog é fazer uma descrição pessoal de quem convive com a síndrome do pânico há quinze anos e já ouviu muitas coisas de médicos e leu material especializado sobre o tema. A mesma pede para os seus leitores não tomar suas palavras como verdade, que devem pesquisar, consultar, conversar com seus médico. Veja abaixo a integra do texto do Blog Sempre no Presente:
Uma história sobre síndrome do pânico
Convivo com a síndrome do pânico desde os 16 anos. Não o tempo todo, mas tempo demais. Começou no final do colegial. Estava vendo uma terapeuta e, de repente, me sentia triste e chorava. Foi piorando, piorando até que a minha terapeuta achou que não me ajudava mais e me mandou para um psicoterapeuta, ou seja, um psiquiatra que também faz terapia. Durante uma das sessões, lembrei de uma coisa que havia enterrado há muito tempo: aos seis anos de idade, meu tio tinha abusado sexualmente de mim. Logo depois do surgimento dessa memória, as crises de pânico começaram. Por três vezes, fui obrigada a dar uma pausa na minha vida para me tratar. Durantes esses períodos, ficava extremamente debilitada. Sentia medo e dores no corpo todo. Não suportava o cheiro de qualquer comida. Só tomava água em pequenos goles. A comida tinha quer ser fria, sem gosto e em pequenas quantidades. Perdia muito peso em pouco tempo e não saía casa. O Wall!!! Continua...
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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quinta-feira, 30 de março de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
Sem-teto triste se senta na mesma esquina por 3 anos
Até que essa mãe curiosa para e lhe pergunta por quê! Bom, segundo a Fonte: historiascomvalor.com, durante três anos, um sem-teto se sentava na esquina de uma rua em Webster, Texas. Ele ficava ali fizesse chuva ou sol. Muita gente que passava naquele local ficava intrigada sobre o motivo daquele homem estar ali o tempo todo. “Alguém precisa fazer algo sobre esse garoto”, diziam algumas pessoas sobre o triste desabrigado. Mas, apesar do sem-abrigo ficar ali o dia inteiro durante três anos, nunca ninguém quis falar com ele nem saber por que permanecia na esquina. Até que Ginger Sprouse entrou em sua vida e tudo mudou! Essa mulher é uma mãe e esposa dedicada do Texas. Ela e seu marido Dean possuem uma escola de culinária recreativa chamada “Art of the Meal”. A senhora passava pelo garoto pelo menos quatro vezes por dia. Numa dessas vezes, ela resolveu ganhar coragem e falar com ele. Enquanto estava em seu carro, Ginger abriu a janela e começou a conversar com o sem-teto. Eles falaram um pouco e o homem se apresentou. Seu nome era Victor Hubbard, e ele tinha 32 anos. Para além disso, o jovem revelou que era desabrigado e que estava lutando com uma doença mental. Mas quando Victor contou o motivo de ficar na mesma rua por três anos, o coração dessa mulher gelou! Essa tinha sido a esquina onde sua mãe o deixou. O último local onde ele viu a sua progenitora… então, o jovem ficou lá três anos, na esperança que ela o viesse buscar. Ginger sentiu uma conexão imediata com Victor. E com o inverno a se aproximar, ela ficou preocupada com sua saúde lá fora, ao frio. Então, a senhora começou a visitar o sem-teto em sua pausa para o almoço. Os dois se tornaram amigos e Victor concordou em passar por sua casa sempre que estivesse mau tempo. Mas Ginger não parou por aí. Durante os três meses seguintes, ela ajudou o desabrigado a procurar tratamento para a sua doença mental, e o tirou das ruas. Para além disso, ela o contratou para trabalhar na sua escola “Art of the Meal”. Ginger tem documentado a história de Victor em uma página de Facebook chamada “This Is Victor”. A página se tornou rapidamente viral, e não demorou muito tempo para milhares de pessoas seguirem a história e enviarem mensagens de apoio. Para além disso, muita gente resolveu doar roupas e suprimentos, assim como algum dinheiro para as consultas médicas e exames oculares. Agora, Victor consegue ver bem graças à bondade mundial que a página de Facebook desencadeou. E o melhor de tudo? Depois que a sua história se tornou viral, Ginger conseguiu contactar um tio de Victor, e ele se reuniu finalmente com a mãe! Às vezes, basta uma pessoa para iniciar uma incrível cadeia de bondade. Tudo de bom para Victor, mas principalmente para seu anjo da Guarda, a Ginger!
Ó Wall!!
Ó Wall!!
terça-feira, 14 de março de 2017
Há 32 anos, última eleição indireta do Brasil acabou com a ditadura
Pois é gente, segundo a Fonte: JC Online, com 480 votos, Tancredo Neves venceu a última eleição indireta do Brasil e encerrou o período militar. A última vez em que o Brasil elegeu um presidente de forma indireta foi no dia 15 de janeiro de 1985, num contexto político muito diferente. Derrotada a emenda das Diretas Já, a votação pelo parlamento passou a ser a única saída para eleger um presidente civil. Às 9h, o ex-presidente do Senado Moacyr Dalla iniciou o último Colégio Eleitoral do período militar. Havia 684 votantes entre senadores, deputados e representantes das Assembleias Legislativas. Resultado dos acordos políticos de bastidor, o deputado Paulo Maluf, pelo PDS, e o ex-governador Tancredo Neves, pelo PMDB, foram os candidatos inscritos. Cada um tinha 20 minutos para discursar. Ícone do PMDB, Ulysses Guimarães falou por Tancredo. Depois, começou a votação. De pé, em público, os delegados declaravam oralmente o voto em um dos candidatos ou pela abstenção. A escolha por um nome não inscrito contava como voto nulo. E a regra proibia que se mudasse o voto depois que o delegado seguinte fosse chamado. Primeiro, votaram os integrantes da Mesa Diretora. Depois, quebrando o protocolo, o deputado Evaldo Amaral, de Santa Catarina, cujo um irmão havia falecido naquela manhã. Em seguida, os demais votantes eram chamados em ordem alfabética, a partir dos estados do Norte para os do Sul, começando pelos senadores. Pernambuco foi o décimo estado a ser chamado. Deu cinco votos para Maluf e 28 para Tancredo. Um pernambucano se absteve, o deputado Nilson Gibson, do PDS. Como representante do Legislativo estadual, Fernando Bezerra Coelho participou daquele Colégio Eleitoral. Votou no candidato do PMDB. Hoje senador, ele seria um dos integrantes de um Colégio Eleitoral atual. “O voto popular, livre e direto é sempre o melhor caminho”, lembra. Para o senador, a gestão Temer tem feito um enorme esforço para que o Brasil volte a crescer e gerar empregos e precisa continuar trabalhando. “Esta possibilidade de eleição indireta, um ano e meio antes do pleito marcado para 2018, creio que esteja descartada.” Venceria quem tivesse maioria absoluta, ou mais da metade do total de integrantes do colégio eleitoral, incluindo o número de ausentes. O presidente eleito tomaria posse dois meses depois, em 15 de março. Tancredo teve 480 votos. Maluf, 180. Às 12h30, a sessão foi encerrada. Desde então, o povo brasileiro sempre teve o direito de escolher na urna, pelo voto direto, quem iria governá-lo. Ó Wall!!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
A trágica história do menino que fez o Exterminador do Futuro
Bom, segundo a Fonte: YouTube.com, na verdade, Hollywood também é uma fábrica de criar casos trágicos. Há casos de muitos meninos e meninas que depois de alcançarem muito sucesso como atores não souberam gerir a fama e acabaram mergulhados num mundo de drogas, depressão e más companhias. O caso mais reconhecido por todos é o de Macauly Culkin, o menino de Esqueceram de Mim, mas este não foi o único caso.
O adolescente ator - Talvez sua cara seja conhecida. É Edward Furlong, conhecido pelo seu papel como John Connor, pré-adolescente do presente que se encontra com o Exterminador do Futuro no segundo filme protagonizado por Arnold Schwarnegger. O aspeto do ator é hoje muito diferente do que aparece na imagem acima.
Um jovem problemático - Aos seus 39 anos, nada resta daquele rostinho angelical de Edward que fez com que ele aparecesse num dos filmes com a maior bilheteria da década dos 90, um clássico da indústria do cinema. Desde que era muito jovem, teve problemas com o álcool e as drogas, tanto que em 1997, quando só tinha 20 anos teve de ser internado num centro de reabilitação por causa das suas dependências com as drogas.
À beira da morte - Longe de melhorar seus problemas pessoais, em 2000 foi reinternado num centro de reabilitação pelos seus problemas com o álcool e um ano mais tarde teve de ser atendido por causa de uma overdose depois de ser encontrado submergido numa poça de vomito, algo que quase acabou com a sua vida se não fosse encontrado a tempo.
Condenado pelas drogas - No começo até foi pensada a possibilidade de que Edward Furlong atuasse como o John Connor adulto no terceiro filme de O Exterminador do Futuro, mas esta possibilidade foi descartada pelos seus problemas com as drogas, problemas que o ator começou a ter desde que alcançou a fama de menino. Em 2013, Edward Furlong, foi preso novamente sob acusação de violência doméstica contra a namorada. A informação foi publicada pelo TMZ. De acordo com o site de celebridades, esta é a terceira vez – num período de três meses – que Furlong, quando completou 35 anos de idade, foi detido pelo mesmo motivo. Citando fontes policiais, a reportagem informa que a prisão ocorreu no início da manhã do último domingo (13) e que os oficiais também tinham um mandado de prisão decorrente de um episódio anterior de agressão. Na primeira vez em que foi preso, em outubro, Furlong teria brigado com a namorada no aeroporto de Los Angeles. À época, policiais informaram ao TMZ que, ao chegar, notaram que "a mulher tinha marcas visíveis em seu braço – e Furlong foi imediatamente levado sob custódia". Sua fiança teria sido de US$ 50 mil. Furlong ganhou notoriedade logo em seu primeiro papel do cinema, em "O exterminador 2", dirigido por James Cameron ("Titanic", "Avatar"). Quando gravou o longa, ele tinha 14 anos. Ainda na década de 1990, o ator fez o segundo personagem que marcou sua carreira, o do irmão de Edward Norton em "A outra história americana" (1998). No Brasil não é diferente, temos casos de jovens e adultos famosos que entraram no mundo das drogas, crimes e violência após ostracismo profissional, ficando as vezes em elevada depressão. Ó Wall!!
O adolescente ator - Talvez sua cara seja conhecida. É Edward Furlong, conhecido pelo seu papel como John Connor, pré-adolescente do presente que se encontra com o Exterminador do Futuro no segundo filme protagonizado por Arnold Schwarnegger. O aspeto do ator é hoje muito diferente do que aparece na imagem acima.
Um jovem problemático - Aos seus 39 anos, nada resta daquele rostinho angelical de Edward que fez com que ele aparecesse num dos filmes com a maior bilheteria da década dos 90, um clássico da indústria do cinema. Desde que era muito jovem, teve problemas com o álcool e as drogas, tanto que em 1997, quando só tinha 20 anos teve de ser internado num centro de reabilitação por causa das suas dependências com as drogas.
À beira da morte - Longe de melhorar seus problemas pessoais, em 2000 foi reinternado num centro de reabilitação pelos seus problemas com o álcool e um ano mais tarde teve de ser atendido por causa de uma overdose depois de ser encontrado submergido numa poça de vomito, algo que quase acabou com a sua vida se não fosse encontrado a tempo.
Condenado pelas drogas - No começo até foi pensada a possibilidade de que Edward Furlong atuasse como o John Connor adulto no terceiro filme de O Exterminador do Futuro, mas esta possibilidade foi descartada pelos seus problemas com as drogas, problemas que o ator começou a ter desde que alcançou a fama de menino. Em 2013, Edward Furlong, foi preso novamente sob acusação de violência doméstica contra a namorada. A informação foi publicada pelo TMZ. De acordo com o site de celebridades, esta é a terceira vez – num período de três meses – que Furlong, quando completou 35 anos de idade, foi detido pelo mesmo motivo. Citando fontes policiais, a reportagem informa que a prisão ocorreu no início da manhã do último domingo (13) e que os oficiais também tinham um mandado de prisão decorrente de um episódio anterior de agressão. Na primeira vez em que foi preso, em outubro, Furlong teria brigado com a namorada no aeroporto de Los Angeles. À época, policiais informaram ao TMZ que, ao chegar, notaram que "a mulher tinha marcas visíveis em seu braço – e Furlong foi imediatamente levado sob custódia". Sua fiança teria sido de US$ 50 mil. Furlong ganhou notoriedade logo em seu primeiro papel do cinema, em "O exterminador 2", dirigido por James Cameron ("Titanic", "Avatar"). Quando gravou o longa, ele tinha 14 anos. Ainda na década de 1990, o ator fez o segundo personagem que marcou sua carreira, o do irmão de Edward Norton em "A outra história americana" (1998). No Brasil não é diferente, temos casos de jovens e adultos famosos que entraram no mundo das drogas, crimes e violência após ostracismo profissional, ficando as vezes em elevada depressão. Ó Wall!!
sábado, 18 de fevereiro de 2017
O FIM DA HISTÓRIA?
Por: Michel Zaidan Filho
Quando o “muro do Berlim” ruiu, talvez apressadamente demais, houve uma onda de euforia neoliberal que pretendeu retificar a história contemporânea, extirpando dela as páginas dedicadas à experiência socialista. Numa leitura canhestra – influenciada por Alexandre Kojeve- da filosofia da História de Hegel, apareceu um profeta nissei chamado Francis Fukuyama que prognosticou o fim da História, com isso querendo dizer que a democracia liberal e a economia de mercado eram o ponto final da evolução política e social da humanidade. Como disse então Eric Hobsbawn, aquela era uma profecia de vida muita curta, logo depois veio a guerra do Golfo e a roda da História continuou a girar. Agora, apareceu no Brasil um estadista de Belo Jardim cuja primeira medida é o fim da História, outra vez. 0 que tem certos políticos para acertar logo a História, quando detém um pouco de poder nas mãos? – Numa leitura freudiana, o gesto poderia ser interpretado com o assassinato simbólico dos professores de História do atual ministro. Lembre-se que ele manteve uma polêmica azeda com seus mestres, na época da escola parque do Recife, chamando-os de “subversivos”. É como se vingasse deles, agora, retirando a disciplina do currículo do ensino médio. Mas essa seria uma interpretação rasa, superficial. A retirada da obrigatoriedade do ensino de História, no ensino médio, faz parte de um plano arquitetado pelo lobby dos empresários do ensino, interessados no aligeiramento do perfil do alunado. Para esses “educadores pragmáticos” a História não tem a menor serventia para a formação de uma força-de-trabalho barata e dócil, destinada a um mercado de locação de serviços desregulamentado. Como, aliás, a Filosofia, a Sociologia e as Artes. Para que tanta coisa (a formação humanística), quando se trata de produzir “massa de manobra” para a exploração desse capitalismo (rentista) selvagem? – Deixa para os filhos da burguesia, da alta classe média, dos herdeiros dos grandes impérios industriais, que precisam sim de uma formação integral, ampliada, de perfil crítico, inventivo. E que podem pagar – caro – por isso. É o reforço da divisão social entre que manda e quem obedece. Quem tem e quem não tem capital social, capital simbólico, capital intelectual. A história já foi prisioneira de inúmeras práticas discursivas. A mais conhecida é a história genealógica, de Nietzsche e Foucault. A história, como mera racionalização de uma vontade de poder ou de potencia. Mas ela não só serve para isso. A história é vida e não um cadáver embalsamado para contemplação de eruditos. A história é o domínio dos possíveis, da virtualidade, daquilo que ainda não é, mas pode vir a ser. É essa a concepção de História que precisamos. Não a história antiquária, ou a da erudição balofa e vazia. Não a história como racionalização da epopeia do vencedor. A história que está viva é a história das nossas utopias, dos nossos sonhos, dos projetos de alteridade social. Essa história nenhum avicultor poderá matar ou suprimir. Pode reescrever ao sabor de suas conveniências políticas. Mas ela sempre viverá, como ideia reguladora, a guiar o ideal de justiça, de beleza, de verdade dos homens e mulheres de boa vontade. Ó Wall!!!
Quando o “muro do Berlim” ruiu, talvez apressadamente demais, houve uma onda de euforia neoliberal que pretendeu retificar a história contemporânea, extirpando dela as páginas dedicadas à experiência socialista. Numa leitura canhestra – influenciada por Alexandre Kojeve- da filosofia da História de Hegel, apareceu um profeta nissei chamado Francis Fukuyama que prognosticou o fim da História, com isso querendo dizer que a democracia liberal e a economia de mercado eram o ponto final da evolução política e social da humanidade. Como disse então Eric Hobsbawn, aquela era uma profecia de vida muita curta, logo depois veio a guerra do Golfo e a roda da História continuou a girar. Agora, apareceu no Brasil um estadista de Belo Jardim cuja primeira medida é o fim da História, outra vez. 0 que tem certos políticos para acertar logo a História, quando detém um pouco de poder nas mãos? – Numa leitura freudiana, o gesto poderia ser interpretado com o assassinato simbólico dos professores de História do atual ministro. Lembre-se que ele manteve uma polêmica azeda com seus mestres, na época da escola parque do Recife, chamando-os de “subversivos”. É como se vingasse deles, agora, retirando a disciplina do currículo do ensino médio. Mas essa seria uma interpretação rasa, superficial. A retirada da obrigatoriedade do ensino de História, no ensino médio, faz parte de um plano arquitetado pelo lobby dos empresários do ensino, interessados no aligeiramento do perfil do alunado. Para esses “educadores pragmáticos” a História não tem a menor serventia para a formação de uma força-de-trabalho barata e dócil, destinada a um mercado de locação de serviços desregulamentado. Como, aliás, a Filosofia, a Sociologia e as Artes. Para que tanta coisa (a formação humanística), quando se trata de produzir “massa de manobra” para a exploração desse capitalismo (rentista) selvagem? – Deixa para os filhos da burguesia, da alta classe média, dos herdeiros dos grandes impérios industriais, que precisam sim de uma formação integral, ampliada, de perfil crítico, inventivo. E que podem pagar – caro – por isso. É o reforço da divisão social entre que manda e quem obedece. Quem tem e quem não tem capital social, capital simbólico, capital intelectual. A história já foi prisioneira de inúmeras práticas discursivas. A mais conhecida é a história genealógica, de Nietzsche e Foucault. A história, como mera racionalização de uma vontade de poder ou de potencia. Mas ela não só serve para isso. A história é vida e não um cadáver embalsamado para contemplação de eruditos. A história é o domínio dos possíveis, da virtualidade, daquilo que ainda não é, mas pode vir a ser. É essa a concepção de História que precisamos. Não a história antiquária, ou a da erudição balofa e vazia. Não a história como racionalização da epopeia do vencedor. A história que está viva é a história das nossas utopias, dos nossos sonhos, dos projetos de alteridade social. Essa história nenhum avicultor poderá matar ou suprimir. Pode reescrever ao sabor de suas conveniências políticas. Mas ela sempre viverá, como ideia reguladora, a guiar o ideal de justiça, de beleza, de verdade dos homens e mulheres de boa vontade. Ó Wall!!!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Se o fim do Capitalismo tardar, não haverá mais humanos - 2ª Parte
Continuando com a Fonte:Blog do Celsolungaretti Orebate - Naufrago da Utopia, precisam garantir alimentação e abrigo para si e para o grupo a que pertencem, caso contrário sucumbirão à fome, ao frio, às intempéries, etc. Foi também devido à escassez que os homens passaram milênios competindo encarniçadamente uns com os outros. Inexistindo o suficiente para todos terem tudo de que necessitavam para uma existência digna, o quero mais a que alude Delfim forneceu o impulso decisivo para irem, pouco a pouco, desenvolvendo as forças produtivas. A motivação egoísta acabava sendo uma espécie de motor do progresso, ainda que obtido graças ao enorme sofrimento e mazelas terríveis que desabavam sobre os mais fracos. O fantasma da escassez deixou de nos assombrar. Era. Não é mais, pois a barreira da necessidade foi afinal transposta e hoje já dispomos de conhecimento científico e meios tecnológicos para a produção do que é realmente preciso para todos vivermos sem privações e sem o estresse que a competição exacerbada causa. O que ainda nos impede de alcançarmos uma existência feliz e plena, em lugar do atual pesadelo globalizado? O capitalismo, claro! Ou, mais precisamente, o fato de que ele fez a desigualdade aumentar de tal maneira que uma ínfima minoria acumulou poder suficiente para impor sua vontade à imensa maioria dos seres humanos. E, em nome da perpetuação de um status quo que só a ela beneficia, arrasta a humanidade a uma crise econômica que se prenuncia avassaladora e à destruição do equilíbrio ecológico sem o qual nossa espécie se extinguirá. Só sobreviveremos se nos unirmos para deter a atual marcha da insensatez, fazendo com que o bem comum prevaleça sobre os interesses mesquinhos que nos estão levando à beira do abismo. E, se formos capazes disto, certamente também o seremos para, em seguida, construirmos uma sociedade verdadeiramente humana. Ó Wall!!! FIM
A incrível história do homem sem documentos encontrado no Brasil 5 anos após desaparecer no Canadá – 3ª Parte
Continuando com Alberto César Araújo.
Família publicou anúncios sobre desaparecimento de Anton
Manaus - Quando foi encontrado perto de Manaus, todos os postos da Polícia Rodoviária Federal já estavam alertados sobre o andarilho de cabelos e barba longos e loiros, que ainda mantém. Anton xingava muito, mas não demonstrava nenhum sinal de ser uma pessoa violenta. "Muito pelo contrário, ele xingava com a boca, mas não com o olhar", contou a policial rodoviária Maria Furtado, que o abordou na BR 319. "Para nós, ele não era mais invisível e já tinha nome e endereço, felizmente." "Fiquei emocionada de poder ajudar nessa história porque são raríssimos os andarilhos que fazem o caminho de volta para casa", disse ainda. Durante todo o mês de janeiro, enquanto Stefan procurava o dinheiro e a documentação de Anton para buscá-lo em Manaus, ele ficou internado no Hospital Eduardo Ribeiro, na capital amazonense. Por sorte, a mulher do cônsul do Canadá em Manaus, Mark Peters, é psiquiatra, e o casal pôde dar assistência ao conterrâneo. "Nossa história trouxe a eles esperança, porque é algo muito difícil de ter constantemente numa situação dessa, sem traços dos passos da pessoa, sem pistas, só dor e ansiedade", conta Stefan. Anton frisa que estar vivo e indo de volta para casa demonstra que ele teve sorte. "Sei que tenho muita sorte em estar vivo, de alguém ter me ouvido para ser encontrado, e estou muito feliz por poder voltar para minha família". Ao ser perguntado se, depois de tanto caminhar, teria encontrado o sentido da vida nessa peregrinação, disse que não. "Ainda estou procurando." Ó Wall!!! FIM
Família publicou anúncios sobre desaparecimento de Anton
Manaus - Quando foi encontrado perto de Manaus, todos os postos da Polícia Rodoviária Federal já estavam alertados sobre o andarilho de cabelos e barba longos e loiros, que ainda mantém. Anton xingava muito, mas não demonstrava nenhum sinal de ser uma pessoa violenta. "Muito pelo contrário, ele xingava com a boca, mas não com o olhar", contou a policial rodoviária Maria Furtado, que o abordou na BR 319. "Para nós, ele não era mais invisível e já tinha nome e endereço, felizmente." "Fiquei emocionada de poder ajudar nessa história porque são raríssimos os andarilhos que fazem o caminho de volta para casa", disse ainda. Durante todo o mês de janeiro, enquanto Stefan procurava o dinheiro e a documentação de Anton para buscá-lo em Manaus, ele ficou internado no Hospital Eduardo Ribeiro, na capital amazonense. Por sorte, a mulher do cônsul do Canadá em Manaus, Mark Peters, é psiquiatra, e o casal pôde dar assistência ao conterrâneo. "Nossa história trouxe a eles esperança, porque é algo muito difícil de ter constantemente numa situação dessa, sem traços dos passos da pessoa, sem pistas, só dor e ansiedade", conta Stefan. Anton frisa que estar vivo e indo de volta para casa demonstra que ele teve sorte. "Sei que tenho muita sorte em estar vivo, de alguém ter me ouvido para ser encontrado, e estou muito feliz por poder voltar para minha família". Ao ser perguntado se, depois de tanto caminhar, teria encontrado o sentido da vida nessa peregrinação, disse que não. "Ainda estou procurando." Ó Wall!!! FIM
domingo, 12 de fevereiro de 2017
A incrível história do homem sem documentos encontrado no Brasil 5 anos após desaparecer no Canadá – 2ª Parte
Continuando com Alberto César Araújo.
Stefan Pilipa (à esquerda) encontra o irmão Anton, que ficou desaparecido por cinco anos.
'Emoção indescritível' - O irmão, Stefan, relata que a família recebeu pouco antes do Natal a notícia de que Anton tinha sido encontrado, em outro continente, a milhares de quilômetros de casa. "Foi uma emoção indescritível, porque uma pessoa perdida na família deixa todos em uma espera interminável, algo difícil de explicar", diz Stefan. "Uma morte em vida, porque não se sabe se a pessoa morreu, se está doente, se está comendo. Isto abala a todos para sempre", acrescenta. Segundo ele, o contato foi feito graças à iniciativa da policial rodoviária Helenice Campos, que abordou Anton na estrada de Rondônia, quando este parecia um mendigo que há meses usava a mesma bermuda azul e camiseta, proferindo xingamentos e palavras desconexas. Helenice o conduziu a um hospital em Porto Velho e encontrou o irmão de Anton no Twitter. A família começou a se mobilizar para conseguir dinheiro para buscá-lo, chegando a criar uma conta de financiamento coletivo na internet para ajudar a bancar custos com as passagens de avião. Entre os que o aguardam em Toronto, estão a mãe, de 65 anos, e a filha mais velha de Stefan, de 15 anos, que sempre foi muito ligada ao tio.
Desaparecimento em Toronto - Quando Anton desapareceu, em março de 2012, ele iniciava um tratamento contra sua doença mental. Por décadas havia trabalhado em Vancouver, Montreal e Toronto como funcionários de organizações humanitárias de auxílio a pessoas carentes. "Fazia pouco tempo que Anton havia se mudado para um bairro distante de mim e não nos víamos com muita frequência", conta Stefan. "Quando percebemos que ele havia sumido, deixando para trás documentos, roupas e sua casa, informamos seu desaparecimento de imediato à polícia e publicamos um cartaz na internet". "O procuramos muito pelo país, mas nunca tivemos nenhuma notícia sequer, nenhuma pista. Era difícil manter a esperança de encontrá-lo com vida". Ó Wall!!! Continua....
Stefan Pilipa (à esquerda) encontra o irmão Anton, que ficou desaparecido por cinco anos.
'Emoção indescritível' - O irmão, Stefan, relata que a família recebeu pouco antes do Natal a notícia de que Anton tinha sido encontrado, em outro continente, a milhares de quilômetros de casa. "Foi uma emoção indescritível, porque uma pessoa perdida na família deixa todos em uma espera interminável, algo difícil de explicar", diz Stefan. "Uma morte em vida, porque não se sabe se a pessoa morreu, se está doente, se está comendo. Isto abala a todos para sempre", acrescenta. Segundo ele, o contato foi feito graças à iniciativa da policial rodoviária Helenice Campos, que abordou Anton na estrada de Rondônia, quando este parecia um mendigo que há meses usava a mesma bermuda azul e camiseta, proferindo xingamentos e palavras desconexas. Helenice o conduziu a um hospital em Porto Velho e encontrou o irmão de Anton no Twitter. A família começou a se mobilizar para conseguir dinheiro para buscá-lo, chegando a criar uma conta de financiamento coletivo na internet para ajudar a bancar custos com as passagens de avião. Entre os que o aguardam em Toronto, estão a mãe, de 65 anos, e a filha mais velha de Stefan, de 15 anos, que sempre foi muito ligada ao tio.
Desaparecimento em Toronto - Quando Anton desapareceu, em março de 2012, ele iniciava um tratamento contra sua doença mental. Por décadas havia trabalhado em Vancouver, Montreal e Toronto como funcionários de organizações humanitárias de auxílio a pessoas carentes. "Fazia pouco tempo que Anton havia se mudado para um bairro distante de mim e não nos víamos com muita frequência", conta Stefan. "Quando percebemos que ele havia sumido, deixando para trás documentos, roupas e sua casa, informamos seu desaparecimento de imediato à polícia e publicamos um cartaz na internet". "O procuramos muito pelo país, mas nunca tivemos nenhuma notícia sequer, nenhuma pista. Era difícil manter a esperança de encontrá-lo com vida". Ó Wall!!! Continua....
Se o fim do Capitalismo tardar, não haverá mais humanos – 1ª Parte
Bom, segundo a Fonte:Blog do Celsolungaretti Orebate - Naufrago da Utopia, numa coluna surpreendente, intitulada Fim do capitalismo não tornaria o homem mais 'humano' (vide aqui), Delfim Netto reduz o homem a "um animal territorial, dotado pela evolução biológica de um terrível e perigoso instrumento — a sua inteligência"; afirma que não se descobriu ainda como evitar que continue exterminando seus iguais (uma tendência que o diferencia de todos os outros animais); e diz ser duvidosa a hipótese de que se humanizará antes que "produza sua própria destruição". Parece estar abalado com o advento da era Trump, quando o capitalismo volta a se mostrar tão desumano quanto o era na fase mais selvagem, além de ter elevado sua iniquidade intrínseca à enésima potência. Enfim, aos 88 anos, Delfim chega finalmente à idade da razão. E deve estar contemplando a obra de sua vida com a mesma perplexidade do dr. Frankenstein face à criatura: terá sido para isso que serviu caninamente aos piores ditadores e acumpliciou-se com o festival de horrores resultante das 15 assinaturas de ministros (uma delas a sua) aprovando a instituição do AI-5?! Numa provável tentativa de exorcizar os fantasmas que lhe tiram o sono, escreveu um texto na linha de que, se o capitalismo conduziu a humanidade a "uma desigualdade insuportável", o fim do capitalismo também não conseguiria civilizar os homens. "A desigualdade aumentou tal maneira que uma ínfima minoria acumulou poder suficiente para impor sua vontade à imensa maioria dos seres humanos". Quer acreditar que, numa encruzilhada do destino, a opção existente era entre dois caminhos igualmente ruinosos. Isto o aliviaria um pouco de sua culpa por ter escolhido a via que levou a resultados catastróficos, a ponto de o Brasil estar em frangalhos e a própria sobrevivência da humanidade encontrar-se gravemente ameaçada. Deixa, contudo, de considerar um dado fundamental da equação que tenta montar: o de que os animais brigam com outros animais e defendem com unhas e dentes seu território por uma questão de sobrevivência. Ó Wall!!! Continua...
"A História de Deus" – 2ª Parte
Continuando com a Fonte: Natgeotv.
Quem é Deus? - Haverá alguma particularidade de Deus que todas as religiões partilhem? De que forma mudou a entidade de Deus atrav es dos séculos? Numa viajem épica para entender os vários milhões de deuses da humanidade, Margon Freeman irá embarcar numa investigação muito pessoal pelo mundo inteiro. Irá desde uma mega igreja Americana com milhares de fiéis até templos Hindu com milhões de deuses. Viajará desde a nação Navajo, Novo México, onde se encontra uma ligação muito forte ao divino, até às mesquitas do Cairo onde os Muçulmanos comunicam com um Deus que não tem forma física.
Por que é que o mal existe? - Nesta série, Morgan Freeman tenta perceber e aprofundar de que forma a fé pode moldar as nossas vidas, qualquer que seja a religião que professamos ou aquilo em que acreditamos.
Apocalipse - Cataclismos violentos e julgamentos no fogo preenchem a crença popular e enchem numerosos livros sagrados. Morgan Freeman olha para este suposto futuro e para os milénios passados de luta para descobrir como é que o mundo acabará. A sua viagem leva-o ao deserto que três fiéis chamam casa sobre os Pergaminhos do Mar Morto e descobre as origens do messias Judeu. Ele descodifica o enigmático Número da Besta - 666 - em Roma e senta-se com um terrorista islâmico reformado. Viaja até à Guatemala para determinar se os Maias realmente preveram o fim do mundo e aprende com um psicólogo porque é que algumas pessoas encontram conforto em catástrofes. Num...
Depois da Morte - O que acontece quando morremos? Para onde vamos? Há algo de nós que perdura? Neste episódio final da série, Morgan Freeman parte em busca da explicação da obsessão humana com o que acontece após a morte. Ele fala com David Bennett, um homem que morreu e voltou para contar a história; Sam Parnia, um médico que está convencido que algo sobrevive aos nossos corpos físicos após a morte; a arqueologista Jodi Magness, que revela como é que a morte de um homem garantiu vida eterna à Humanidade; Swami Varishthananda, um monge que guia Morgan através da crença Hindu de reencarnação; o estudioso Enrique Rodriguez-Alegria, que liga os sacrifícios humanos... ó Wall!!! FIM
Quem é Deus? - Haverá alguma particularidade de Deus que todas as religiões partilhem? De que forma mudou a entidade de Deus atrav es dos séculos? Numa viajem épica para entender os vários milhões de deuses da humanidade, Margon Freeman irá embarcar numa investigação muito pessoal pelo mundo inteiro. Irá desde uma mega igreja Americana com milhares de fiéis até templos Hindu com milhões de deuses. Viajará desde a nação Navajo, Novo México, onde se encontra uma ligação muito forte ao divino, até às mesquitas do Cairo onde os Muçulmanos comunicam com um Deus que não tem forma física.
Por que é que o mal existe? - Nesta série, Morgan Freeman tenta perceber e aprofundar de que forma a fé pode moldar as nossas vidas, qualquer que seja a religião que professamos ou aquilo em que acreditamos.
Apocalipse - Cataclismos violentos e julgamentos no fogo preenchem a crença popular e enchem numerosos livros sagrados. Morgan Freeman olha para este suposto futuro e para os milénios passados de luta para descobrir como é que o mundo acabará. A sua viagem leva-o ao deserto que três fiéis chamam casa sobre os Pergaminhos do Mar Morto e descobre as origens do messias Judeu. Ele descodifica o enigmático Número da Besta - 666 - em Roma e senta-se com um terrorista islâmico reformado. Viaja até à Guatemala para determinar se os Maias realmente preveram o fim do mundo e aprende com um psicólogo porque é que algumas pessoas encontram conforto em catástrofes. Num...
Depois da Morte - O que acontece quando morremos? Para onde vamos? Há algo de nós que perdura? Neste episódio final da série, Morgan Freeman parte em busca da explicação da obsessão humana com o que acontece após a morte. Ele fala com David Bennett, um homem que morreu e voltou para contar a história; Sam Parnia, um médico que está convencido que algo sobrevive aos nossos corpos físicos após a morte; a arqueologista Jodi Magness, que revela como é que a morte de um homem garantiu vida eterna à Humanidade; Swami Varishthananda, um monge que guia Morgan através da crença Hindu de reencarnação; o estudioso Enrique Rodriguez-Alegria, que liga os sacrifícios humanos... ó Wall!!! FIM
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
A incrível história do homem sem documentos encontrado no Brasil 5 anos após desaparecer no Canadá – 1ª Parte
Por: Alberto César Araújo
Segundo a Fonte: UOL, o canadense Anton Pilipa ficou desaparecido por cinco anos e foi encontrado no Norte do Brasil. Um canadense que passou cinco anos desaparecido e foi encontrado andando por estradas de Rondônia e Amazonas sem documentos e dinheiro - e sem saber ao certo sua identidade - deverá se encontrar nesta segunda-feira com sua família em Toronto. Anton Pilipa, de 39 anos, foi abordado por uma policial rodoviária no final de novembro quando perambulava na BR 364 em Rondônia, colocando sua vida em perigo no meio dos veículos. Ele foi levado a um hospital em Porto Velho. Enquanto as autoridades tentavam identificá-lo com ajuda de embaixadas e de listas de desaparecidos, o homem fugiu do hospital. Quando foi encontrado novamente, no início do ano, perambulando por uma estrada na entrada de Manaus, já se sabia quem ele era: tratava-se de um cidadão canadense, que tinha desaparecido em 2012 pouco depois de iniciar um tratamento para esquizofrenia.
Poucas palavras - Anton é de poucas palavras. Em conversa com a BBC Brasil em Manaus, de onde partiria o voo que levariam ele e seu irmão, Stefan Pilipa, de volta para casa, Anton não deu detalhes de sua peregrinação, talvez pelo efeito dos medicamentos para controlar a esquizofrenia. "Nunca me senti sozinho", diz ele, de voz mansa. "Foram anos pensando muito, dormindo ao relento. É muito simples viver, não precisamos de muitas coisas." Anton perambulou por cidades e vilarejos de pelo menos nove países desde o Canadá, como Estados Unidos, México, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e Brasil. Ele conta que buscava alimentos e roupas em lixeiras na maior parte do tempo de suas andanças, e que obteve a generosidade de algumas pessoas, que lhe deram comida. Mas diz também ter topado com "pessoas más" pelo caminho. "Mas (recebi) mais generosidade, especialmente nos últimos tempos". Ó Wall!!! Continua...
Segundo a Fonte: UOL, o canadense Anton Pilipa ficou desaparecido por cinco anos e foi encontrado no Norte do Brasil. Um canadense que passou cinco anos desaparecido e foi encontrado andando por estradas de Rondônia e Amazonas sem documentos e dinheiro - e sem saber ao certo sua identidade - deverá se encontrar nesta segunda-feira com sua família em Toronto. Anton Pilipa, de 39 anos, foi abordado por uma policial rodoviária no final de novembro quando perambulava na BR 364 em Rondônia, colocando sua vida em perigo no meio dos veículos. Ele foi levado a um hospital em Porto Velho. Enquanto as autoridades tentavam identificá-lo com ajuda de embaixadas e de listas de desaparecidos, o homem fugiu do hospital. Quando foi encontrado novamente, no início do ano, perambulando por uma estrada na entrada de Manaus, já se sabia quem ele era: tratava-se de um cidadão canadense, que tinha desaparecido em 2012 pouco depois de iniciar um tratamento para esquizofrenia.
Poucas palavras - Anton é de poucas palavras. Em conversa com a BBC Brasil em Manaus, de onde partiria o voo que levariam ele e seu irmão, Stefan Pilipa, de volta para casa, Anton não deu detalhes de sua peregrinação, talvez pelo efeito dos medicamentos para controlar a esquizofrenia. "Nunca me senti sozinho", diz ele, de voz mansa. "Foram anos pensando muito, dormindo ao relento. É muito simples viver, não precisamos de muitas coisas." Anton perambulou por cidades e vilarejos de pelo menos nove países desde o Canadá, como Estados Unidos, México, Guatemala, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e Brasil. Ele conta que buscava alimentos e roupas em lixeiras na maior parte do tempo de suas andanças, e que obteve a generosidade de algumas pessoas, que lhe deram comida. Mas diz também ter topado com "pessoas más" pelo caminho. "Mas (recebi) mais generosidade, especialmente nos últimos tempos". Ó Wall!!! Continua...
"A História de Deus" – 1ª Parte
Bom, segundo a Fonte: Natgeotv, "A História de Deus" é a exploração épica de Morgan Freeman e uma reflexão íntima sobre Deus. Cada episódio centrar-se-á numa grande questão sobre o divino: desde o mistério da Criação, ao verdadeiro poder dos milagres até à promessa da ressurreição. Estes mistérios universais têm impacto em toda a gente de todas as fés. Morgan mergulhará nas experiências religiosas e rituais de todo o mundo, do Muro das Lamentações em Jerusalém até à Árvore Bodhi na Índia até às mega igrejas dos Estados Unidos. Ele tornar-se-á numa cobaia em laboratórios científicos para examinar com é que as fronteiras da neurociência e cosmologia estão a intersectar o domínio tradicional da religião. E viajará com arquelogistas para descobrir religiões há muito perdidas dos nossos ancestrais, como nas ruínas de 10.000 anos de Gobekli Tepe, na Turquia. A relação do Homem com Deus é a questão mais importante da história da humanidade. Esta expedição ambiciosa pelas eras e pelo globo procura entender a forma como a fé moldou as nossas vidas, não importando a religião ou crença."
Criação - Neste episódio de "História de Deus", Morgan Freeman viaja pelo planeta para perguntar: De onde viemos e o que aconteceu "no início"? A primeira questão da humanidade continua uma das mais intensamente debatidas. Para muitos crentes, é impossível compreender quem ou o que somos sem primeiro compreender como chegámos cá... e quem (ou o que é que) está por trás disso. Teremos sido criados à imagem de Deus ou seremos o resultado de uma singularidade de 13,8 milhões de anos? Morgan encontra-se com representantes papais no Vaticano e estudiosos islâmicos no Cairo. Ele visita filósofos Hindus na Índia e arquelogistas que escavam o passado Maia nas florestas... Ó Wall!!! Continua...
Criação - Neste episódio de "História de Deus", Morgan Freeman viaja pelo planeta para perguntar: De onde viemos e o que aconteceu "no início"? A primeira questão da humanidade continua uma das mais intensamente debatidas. Para muitos crentes, é impossível compreender quem ou o que somos sem primeiro compreender como chegámos cá... e quem (ou o que é que) está por trás disso. Teremos sido criados à imagem de Deus ou seremos o resultado de uma singularidade de 13,8 milhões de anos? Morgan encontra-se com representantes papais no Vaticano e estudiosos islâmicos no Cairo. Ele visita filósofos Hindus na Índia e arquelogistas que escavam o passado Maia nas florestas... Ó Wall!!! Continua...
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
História de cavalo em funeral na Paraíba ultrapassa fronteira e repercute até na mídia internacional
Ele chorou, se emocionou e virou notícia. A história de sereno, um cavalo que foi às lágrimas no velório de seu dono, no interior da Paraíba, ultrapassou as fronteiros do Brasil e virou destaque até na mídia internacional. O portal dailymail estampou a notícia em sua página, na internet, nesta sexta-feira (6). "Este é um cavalo fiel! O vídeo mostra Sereno o cavalo que aparece chorando no funeral do seu proprietário"
Entenda - Uma cena emocionante marcou amigos e familiares durante o velório de um vaqueiro na cidade de Cajazeiras, no Sertão do estado da Paraíba, no nordeste do país. Wagner Figueiredo de Lima, de 34 anos, morreu após um acidente de moto no início do ano. No cortejo do corpo, o cavalo usado por ele comoveu a multidão presente com sua reação. Durante todo o trajeto, o animal parecia chorar a ausência do dono e em determinado momento ele parou e deitou sua cabeça sobre o caixão, como se estivesse se despedindo de seu grande amigo. Durante todo o caminho até o cemitério, o cavalo, batizado de Sereno, relinchava e batia as patas no chão. “Ele (o cavalo) sabia o que estava acontecendo”, afirmou um dos presentes no velório. A ideia de levar o animal foi do próprio irmão da vítima, José Lima. De acordo com ele, Wagner tinha uma relação muito próxima com o animal. “Ele tinha uma paixão muito grande por esse cavalo. Era a vida dele”, afirmou. “Resolvi levar o cavalo para que ele pudesse fazer a última despedida”. Para José, porém, a reação do animal durante o cortejo foi uma grande surpresa. “Ele ficava relinchando e parecia querer falar, se despedir do dono que estava sendo enterrado naquele momento”, disse. Já para um dos amigos de Wagner, pela reação o animal sabia que o dono tinha morrido e sabia o que estava acontecendo naquele momento. “O cavalo conheceu o dono que estava morto. Ele cheirava o caixão e ficava bastante aflito, querendo ver o Wagner”. Segundo as pessoas que conheciam o vaqueiro, a relação entre dono e animal era bastante próxima. A história de amizade começou há oito anos e, de acordo com os amigos, a vítima tratava o fiel companheiro com muito amor e carinho. Nas redes sociais, as fotos dos dois eram compartilhadas com frequência. “Meu cavalo, meu amigo”, diz a legenda de uma das imagens postadas pelo rapaz. A família da vítima, comovida com a reação do animal, afirmou que irá ficar com o cavalo e que pretende cuidar do bicho com o mesmo zelo e carinho do vaqueiro.
O Wall!!!
Entenda - Uma cena emocionante marcou amigos e familiares durante o velório de um vaqueiro na cidade de Cajazeiras, no Sertão do estado da Paraíba, no nordeste do país. Wagner Figueiredo de Lima, de 34 anos, morreu após um acidente de moto no início do ano. No cortejo do corpo, o cavalo usado por ele comoveu a multidão presente com sua reação. Durante todo o trajeto, o animal parecia chorar a ausência do dono e em determinado momento ele parou e deitou sua cabeça sobre o caixão, como se estivesse se despedindo de seu grande amigo. Durante todo o caminho até o cemitério, o cavalo, batizado de Sereno, relinchava e batia as patas no chão. “Ele (o cavalo) sabia o que estava acontecendo”, afirmou um dos presentes no velório. A ideia de levar o animal foi do próprio irmão da vítima, José Lima. De acordo com ele, Wagner tinha uma relação muito próxima com o animal. “Ele tinha uma paixão muito grande por esse cavalo. Era a vida dele”, afirmou. “Resolvi levar o cavalo para que ele pudesse fazer a última despedida”. Para José, porém, a reação do animal durante o cortejo foi uma grande surpresa. “Ele ficava relinchando e parecia querer falar, se despedir do dono que estava sendo enterrado naquele momento”, disse. Já para um dos amigos de Wagner, pela reação o animal sabia que o dono tinha morrido e sabia o que estava acontecendo naquele momento. “O cavalo conheceu o dono que estava morto. Ele cheirava o caixão e ficava bastante aflito, querendo ver o Wagner”. Segundo as pessoas que conheciam o vaqueiro, a relação entre dono e animal era bastante próxima. A história de amizade começou há oito anos e, de acordo com os amigos, a vítima tratava o fiel companheiro com muito amor e carinho. Nas redes sociais, as fotos dos dois eram compartilhadas com frequência. “Meu cavalo, meu amigo”, diz a legenda de uma das imagens postadas pelo rapaz. A família da vítima, comovida com a reação do animal, afirmou que irá ficar com o cavalo e que pretende cuidar do bicho com o mesmo zelo e carinho do vaqueiro.
O Wall!!!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
10 histórias sobre a força do amor – 3ª Parte
Continuando com a Fonte: marcandangel.com,
8- Tenho diabetes. Há dois anos, minha mãe morreu e eu adotei o gato Baleia. Recentemente, acordei às três da manhã porque Baleia estava sentado aos meus pés, miando. Eu nunca tinha ouvido o gato miar daquele jeito, tão forte e insistente. Então levantei para ver o que acontecia e, de repente, senti muita fraqueza. Peguei o medidor de glicose para verificar meu nível de açúcar no sangue. Estava em 53, quando o normal é entre 70 e 120. No hospital, me disseram que, se o gato não tivesse feito barulho, talvez eu não tivesse acordado nunca mais.
9- Um cachorro grande e de rua me seguiu do metrô até a porta de casa. Comecei a ficar nervoso. De repente, um homem apareceu diante de mim com uma faca nas mãos, exigindo que eu entregasse minha carteira. Antes que eu pudesse reagir, o cão o atacou. A faca caiu no chão e eu consegui fugir. Agora, estou são e salvo em casa, graças àquele cachorro herói.
10- Há pouco tempo, entrei num sebo e comprei uma cópia de um livro que me roubaram, ainda na infância. Imagine minha surpresa ao abrir e ver que era simplesmente o mesmo livro! Na primeira folha estava meu nome e a dedicatória do meu avô, que me havia dado de presente anos atrás. O recado de vovô dizia: "Espero que, daqui a muitos anos, este livro volte a encontrá-lo e que você volte a lê-lo". O Wall!!! FIM
8- Tenho diabetes. Há dois anos, minha mãe morreu e eu adotei o gato Baleia. Recentemente, acordei às três da manhã porque Baleia estava sentado aos meus pés, miando. Eu nunca tinha ouvido o gato miar daquele jeito, tão forte e insistente. Então levantei para ver o que acontecia e, de repente, senti muita fraqueza. Peguei o medidor de glicose para verificar meu nível de açúcar no sangue. Estava em 53, quando o normal é entre 70 e 120. No hospital, me disseram que, se o gato não tivesse feito barulho, talvez eu não tivesse acordado nunca mais.
9- Um cachorro grande e de rua me seguiu do metrô até a porta de casa. Comecei a ficar nervoso. De repente, um homem apareceu diante de mim com uma faca nas mãos, exigindo que eu entregasse minha carteira. Antes que eu pudesse reagir, o cão o atacou. A faca caiu no chão e eu consegui fugir. Agora, estou são e salvo em casa, graças àquele cachorro herói.
10- Há pouco tempo, entrei num sebo e comprei uma cópia de um livro que me roubaram, ainda na infância. Imagine minha surpresa ao abrir e ver que era simplesmente o mesmo livro! Na primeira folha estava meu nome e a dedicatória do meu avô, que me havia dado de presente anos atrás. O recado de vovô dizia: "Espero que, daqui a muitos anos, este livro volte a encontrá-lo e que você volte a lê-lo". O Wall!!! FIM
O CANGAÇO NO CINEMA E NA LITERATURA NACIONAL – 5ª Parte
Por: ROBERTO ALMEIDA - jornalista. Continuando...
Os livros e filmes produzidos sobre o cangaço mostram como foi importante esse fenômeno social na história do Nordeste e do Brasil. É um tema que ainda deve render mais livros e filmes, sempre com um escritor ou cineasta tendo algo novo a apresentar. “Se os americanos têm os cowboys e os japoneses, os samurais, nós temos os cangaceiros”, escreveu Marcelo Souza Vieira no resumo de sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas, um estudo exatamente sobre a presença do cangaço no cinema brasileiro. Como se vê, Lampião, Corisco, Maria Bonita, Dadá e outros personagens famosos do cangaço estão nos livros de não ficção, na literatura, nos cordéis vendidos na feira, no cinema, na TV e nas teses acadêmicas das universidades. Há como que uma atração por esses foras da lei, tratados por alguns como vingadores ou heróis do povo nordestino. O Wall!!! FIM
Os livros e filmes produzidos sobre o cangaço mostram como foi importante esse fenômeno social na história do Nordeste e do Brasil. É um tema que ainda deve render mais livros e filmes, sempre com um escritor ou cineasta tendo algo novo a apresentar. “Se os americanos têm os cowboys e os japoneses, os samurais, nós temos os cangaceiros”, escreveu Marcelo Souza Vieira no resumo de sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas, um estudo exatamente sobre a presença do cangaço no cinema brasileiro. Como se vê, Lampião, Corisco, Maria Bonita, Dadá e outros personagens famosos do cangaço estão nos livros de não ficção, na literatura, nos cordéis vendidos na feira, no cinema, na TV e nas teses acadêmicas das universidades. Há como que uma atração por esses foras da lei, tratados por alguns como vingadores ou heróis do povo nordestino. O Wall!!! FIM
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
10 histórias sobre a força do amor – 2ª Parte
Continuando com a Fonte: marcandangel.com,
4- Esta manhã, me confundi com os números e mandei por engano a mensagem “Te amo“ ao meu pai, citando meu marido. Após alguns minutos, recebi a resposta: ”. Também te amo. Papai“. Foi muito emocionante. Raramente eu e meu pai trocamos essas palavras.
5- Em nossa escola, como em qualquer outra, há a garota mais popular. Ela é linda e inteligente, e todos os meninos fazem de tudo para que ela lhes dê atenção. Mas ela fica o tempo todo com o mesmo garoto: seu irmão menor, que é autista.
6- Hoje, meu avô e eu estávamos vendo fotos e encontramos uma imagem muito antiga dele com minha avó, que morreu há alguns anos. Na foto, eles dançavam numa festa. Ele me abraçou e disse: “Lembre-se: ainda que algo não tenha durado a vida toda, não quer dizer que não tenha valido a pena”.
7- Passei 15 anos trabalhando como educadora infantil. Anos depois, encontrei um dos meus alunos. Na escola, ele era um menino difícil, parecia estar sempre de mal com a vida. Um dia, desenhei para ele um Superman e escrevi que os heróis sempre vencem, e nunca se rendem. Hoje, aquele garoto é bombeiro e salva a vida de outras pessoas. Passamos quase meia hora conversando e, antes que nos despedíssemos, ele abriu a carteira e mostrou que aquele desenho do Superman continua com ele. O Wall!!! Contínua...
4- Esta manhã, me confundi com os números e mandei por engano a mensagem “Te amo“ ao meu pai, citando meu marido. Após alguns minutos, recebi a resposta: ”. Também te amo. Papai“. Foi muito emocionante. Raramente eu e meu pai trocamos essas palavras.
5- Em nossa escola, como em qualquer outra, há a garota mais popular. Ela é linda e inteligente, e todos os meninos fazem de tudo para que ela lhes dê atenção. Mas ela fica o tempo todo com o mesmo garoto: seu irmão menor, que é autista.
6- Hoje, meu avô e eu estávamos vendo fotos e encontramos uma imagem muito antiga dele com minha avó, que morreu há alguns anos. Na foto, eles dançavam numa festa. Ele me abraçou e disse: “Lembre-se: ainda que algo não tenha durado a vida toda, não quer dizer que não tenha valido a pena”.
7- Passei 15 anos trabalhando como educadora infantil. Anos depois, encontrei um dos meus alunos. Na escola, ele era um menino difícil, parecia estar sempre de mal com a vida. Um dia, desenhei para ele um Superman e escrevi que os heróis sempre vencem, e nunca se rendem. Hoje, aquele garoto é bombeiro e salva a vida de outras pessoas. Passamos quase meia hora conversando e, antes que nos despedíssemos, ele abriu a carteira e mostrou que aquele desenho do Superman continua com ele. O Wall!!! Contínua...
O CANGAÇO NO CINEMA E NA LITERATURA NACIONAL – 4ª Parte
Por: ROBERTO ALMEIDA - jornalista. Continuando...
Do mesmo ano do trabalho citado anteriormente é “O Baile Perfumado” (imagem acima), dos pernambucanos Paulo Caldas e Lírio Ferreira. O filme foi bem recebido pela crítica e pelo público. Lírio e Paulo conduziram bem o filme, fizeram uma abordagem diferente de outros diretores e contaram com bons atores no elenco, a exemplo de Chico Diaz, o veterano Jofre Soares e o pernambucano Aramis Trindade. O banditismo praticado por rebeldes nordestinos rendeu até filmes de humor como “A Compadecida”, de 1969, baseado na obra de Ariano Suassuna. O longa teve direção de George Jonas e foi estrelado por atores do gabarito de Regina Duarte, Antônio Fagundes, Armando Bogus e Ary Toledo. Dez anos antes, em 1959, o cineasta carioca Victor Lima dirigiu Ronaldo Golias, Grande Otelo e Ankito no engraçado "Os Três Cangaceiros", que como não poderia deixar de ser fez sucesso e arrancou boas gargalhadas do público. Em 1983, Daniel Filho dirigiu “O Cangaceiro Trapalhão”, com Renato Aragão à frente do elenco. Guel Arraes, filho do ex-governador Miguel Arraes, que trabalha na TV Globo, fez uma nova adaptação da obra de Ariano Suassuna em 1999. O “Auto da Compadecida” (imagem abaixo) foi sucesso no cinema e na TV e foi estrelado por um timaço de atores: Selton Mello, Matheus Nachtergaele, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Denise Fraga e Marcos Nanini. O Wall!!! Continua...
Do mesmo ano do trabalho citado anteriormente é “O Baile Perfumado” (imagem acima), dos pernambucanos Paulo Caldas e Lírio Ferreira. O filme foi bem recebido pela crítica e pelo público. Lírio e Paulo conduziram bem o filme, fizeram uma abordagem diferente de outros diretores e contaram com bons atores no elenco, a exemplo de Chico Diaz, o veterano Jofre Soares e o pernambucano Aramis Trindade. O banditismo praticado por rebeldes nordestinos rendeu até filmes de humor como “A Compadecida”, de 1969, baseado na obra de Ariano Suassuna. O longa teve direção de George Jonas e foi estrelado por atores do gabarito de Regina Duarte, Antônio Fagundes, Armando Bogus e Ary Toledo. Dez anos antes, em 1959, o cineasta carioca Victor Lima dirigiu Ronaldo Golias, Grande Otelo e Ankito no engraçado "Os Três Cangaceiros", que como não poderia deixar de ser fez sucesso e arrancou boas gargalhadas do público. Em 1983, Daniel Filho dirigiu “O Cangaceiro Trapalhão”, com Renato Aragão à frente do elenco. Guel Arraes, filho do ex-governador Miguel Arraes, que trabalha na TV Globo, fez uma nova adaptação da obra de Ariano Suassuna em 1999. O “Auto da Compadecida” (imagem abaixo) foi sucesso no cinema e na TV e foi estrelado por um timaço de atores: Selton Mello, Matheus Nachtergaele, Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Denise Fraga e Marcos Nanini. O Wall!!! Continua...
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
10 histórias sobre a força do amor – 1ª Parte
Bom, segundo a Fonte: marcandangel.com, frequentemente, a vida dá tantas voltas que nem mesmo o melhor roteirista de Hollywood poderia inventar tantas reviravoltas. Cômica, multifacetada, imprevisível e, às vezes, trágica... a vida é uma montanha-russa, mas nela sempre haverá lugar para o amor, a bondade e a solidariedade.
1- Hoje, dois dias após o funeral do meu marido, recebi o buquê de flores que ele havia encomendado na semana passada. Junto, havia um bilhete: "Mesmo se o câncer me vencer, quero que saiba: você é a mulher da minha vida".
2- Venci num processo judicial que levou muito tempo. Há 14 anos, descobri que meu vizinho espancava seu cachorro diariamente. Roubei o cão e acabei sendo preso. Gastei muito dinheiro durante a ação, mas agora, ao adormecer sentindo o calor do meu novo amigo canino aos meus pés, me dei conta de que nada foi vão.
3- Minha filha voltou da escola pedindo que eu encontrasse alguma página na web que ensinasse a língua de sinais. Quando perguntei para que ela precisava aprender aquilo, minha filha disse que havia uma garota nova na escola, que era deficiente auditiva e só conhecia a língua de sinais. Por isso, não tinha com quem conversar. O Wall!!! Contínua...
1- Hoje, dois dias após o funeral do meu marido, recebi o buquê de flores que ele havia encomendado na semana passada. Junto, havia um bilhete: "Mesmo se o câncer me vencer, quero que saiba: você é a mulher da minha vida".
2- Venci num processo judicial que levou muito tempo. Há 14 anos, descobri que meu vizinho espancava seu cachorro diariamente. Roubei o cão e acabei sendo preso. Gastei muito dinheiro durante a ação, mas agora, ao adormecer sentindo o calor do meu novo amigo canino aos meus pés, me dei conta de que nada foi vão.
3- Minha filha voltou da escola pedindo que eu encontrasse alguma página na web que ensinasse a língua de sinais. Quando perguntei para que ela precisava aprender aquilo, minha filha disse que havia uma garota nova na escola, que era deficiente auditiva e só conhecia a língua de sinais. Por isso, não tinha com quem conversar. O Wall!!! Contínua...
O CANGAÇO NO CINEMA E NA LITERATURA NACIONAL – 3ª Parte
Por: ROBERTO ALMEIDA - jornalista. Continuando...
Possivelmente o melhor longa-metragem sobre o tema é “O Cangaceiro” (de 1953, na imagem ao lado), do paulista Lima Barreto (não confundir o cineasta com o escritor), que ficou com o prêmio de Melhor Filme de Aventura no prestigiado Festival de Cinema de Cannes, na França. A Morte Comanda o Cangaço,de Carlos Coimbra, é de 1960. O mesmo diretor realizouLampião o Rei do Cangaço, em 1964 e Corisco, o Diabo Loiro, no ano de 1969. Glauber Rocha, o baiano considerado gênio, que produzia filmes difíceis de entender, mas que foi aclamado como cineasta no Brasil e no mundo, tem duas de suas mais importantes obras com abordagem da questão do cangaço no Nordeste Brasileiro. Em “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), os cangaceiros são personagens importantes da história contada nesses filmes. O ano de 1969 teve outro filme em cima da temática que nós estamos tratando: Anselmo Duarte, único brasileiro a ganhar a Palma de Ouro em Cannes, com “O Pagador de Promessas” (baseado na obra de Dias Gomes), dirigiu o “Quelé do Pajeú”, que tem Tarcísio Meira no papel principal. Outro bom filme sobre o cangaço é “Corisco e Dadá”, de 1996, com direção de Rosenberg Cariry. A história do bandido é bem contada na tela grande e o elenco tem atores de bom nível, como Chico Dias e Dira Paes. O Wall!!! Continua...
Possivelmente o melhor longa-metragem sobre o tema é “O Cangaceiro” (de 1953, na imagem ao lado), do paulista Lima Barreto (não confundir o cineasta com o escritor), que ficou com o prêmio de Melhor Filme de Aventura no prestigiado Festival de Cinema de Cannes, na França. A Morte Comanda o Cangaço,de Carlos Coimbra, é de 1960. O mesmo diretor realizouLampião o Rei do Cangaço, em 1964 e Corisco, o Diabo Loiro, no ano de 1969. Glauber Rocha, o baiano considerado gênio, que produzia filmes difíceis de entender, mas que foi aclamado como cineasta no Brasil e no mundo, tem duas de suas mais importantes obras com abordagem da questão do cangaço no Nordeste Brasileiro. Em “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), os cangaceiros são personagens importantes da história contada nesses filmes. O ano de 1969 teve outro filme em cima da temática que nós estamos tratando: Anselmo Duarte, único brasileiro a ganhar a Palma de Ouro em Cannes, com “O Pagador de Promessas” (baseado na obra de Dias Gomes), dirigiu o “Quelé do Pajeú”, que tem Tarcísio Meira no papel principal. Outro bom filme sobre o cangaço é “Corisco e Dadá”, de 1996, com direção de Rosenberg Cariry. A história do bandido é bem contada na tela grande e o elenco tem atores de bom nível, como Chico Dias e Dira Paes. O Wall!!! Continua...
domingo, 25 de dezembro de 2016
O CANGAÇO NO CINEMA E NA LITERATURA NACIONAL – 2ª Parte
Por: ROBERTO ALMEIDA - jornalista. Continuando...
Na literatura nacional também temos referência ao fenômeno em escritores do porte de José Lins do Rego (romance Os Cangaceiros), Guimarães Rosa (em Grande Sertão: Veredas, sua obra prima), Raquel de Queiroz (O Quinze), Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida) e Frances de Pontes Peebles (A Costureira e o Cangaceiro). Frances é natural da pequena cidade de Taquaritinga do Norte, no Agreste do Estado. Viveu também no Recife, mas ainda criança foi morar nos Estados Unidos, em Miami, depois passando a viver em Chicago. Ela escreveu um livro muito bom sobre o cangaço, com um diferencial da obra dos outros autores, porque no seu romance ela observa o fenômeno do banditismo no Nordeste sob a perspectiva feminina. Seu livro vai virar filme no próximo ano e o longa irá virar uma minissérie a ser exibida na TV Globo. O diretor de A Costureira e o Cangaceiro será Breno Silveira, cineasta que tem no currículo bons filmes como Dois Filhos de Francisco, Gonzaga de Pai Pra Filho e Eu, Tu e Eles. É mais um filme nacional para se somar a dezenas de outros que levaram a temática do cangaço ao cinema. Segundo estudiosos do assunto os pioneiros em abordar o tema na tela grande foram os pernambucanos Tancredo Seabra, com Filho sem Mãe (1925) e Jota Soares, que realizou Desaparecido (1926). O Wall!!! Continua...
Na literatura nacional também temos referência ao fenômeno em escritores do porte de José Lins do Rego (romance Os Cangaceiros), Guimarães Rosa (em Grande Sertão: Veredas, sua obra prima), Raquel de Queiroz (O Quinze), Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida) e Frances de Pontes Peebles (A Costureira e o Cangaceiro). Frances é natural da pequena cidade de Taquaritinga do Norte, no Agreste do Estado. Viveu também no Recife, mas ainda criança foi morar nos Estados Unidos, em Miami, depois passando a viver em Chicago. Ela escreveu um livro muito bom sobre o cangaço, com um diferencial da obra dos outros autores, porque no seu romance ela observa o fenômeno do banditismo no Nordeste sob a perspectiva feminina. Seu livro vai virar filme no próximo ano e o longa irá virar uma minissérie a ser exibida na TV Globo. O diretor de A Costureira e o Cangaceiro será Breno Silveira, cineasta que tem no currículo bons filmes como Dois Filhos de Francisco, Gonzaga de Pai Pra Filho e Eu, Tu e Eles. É mais um filme nacional para se somar a dezenas de outros que levaram a temática do cangaço ao cinema. Segundo estudiosos do assunto os pioneiros em abordar o tema na tela grande foram os pernambucanos Tancredo Seabra, com Filho sem Mãe (1925) e Jota Soares, que realizou Desaparecido (1926). O Wall!!! Continua...
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