INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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sexta-feira, 31 de março de 2017
Este senhor fará você ter vergonha por faltar tanto à academia - 1ª Parte
Pois e gente, segundo a Fonte: estilo.uol.com.br, mesmo precisando de um aparelho para respirar, José Carlos Fernandes vai malhar. José Carlos Fernandes chama a atenção todos os dias que vai à academia em que se exercita. Não por seus músculos ou pela quantidade de peso que puxa, mas por sua admirável força de vontade. Aos 72 anos, o professor de matemática aposentado precisa do auxílio de um concentrador de oxigênio 24 horas por dia para respirar e, mesmo assim, fica das 8h às 11h malhando. “Só não venho toda terça, por causa do rodízio do carro, mas aí compenso no final de semana.” E isso, provavelmente, já é mais do que você malhou neste mês inteiro. Foi em 2010 que José Carlos passou a se exercitar com essa frequência. Após ter uma forte pneumonia e ficar internado por um mês, os médicos também detectaram que o enfisema pulmonar estava em estágio avançado. Quem foi responsável pela mudança no estilo de vida dele foi seu filho Gustavo Fernandes, instrutor físico de 35 anos, que, inclusive, dá aulas de ginástica na academia que José Carlos frequenta. "Queira ou não, esse é um ambiente para jovens, para gente saudável, para mostrar os músculos. Mas ele não está nem aí se alguém achar ruim que ele use o aparelho [para respirar]", diz o personal. Meu pai é um otimista. Ele toca a vida. Falo que ele pode chegar até a lua, contanto que vá aos poucos, parando para descansar e recuperar o fôlego.Gustavo FernandesHoje, os dois estão juntos praticamente todos os dias, unidos por um estilo de vida mais saudável. O Wall!!! Continua...
domingo, 26 de março de 2017
Homem deixa de comer para bancar refeição das filhas em data especial
Pois é gente, segundo a Fonte: emais.estadao.com.br, Ryan Arebuabo foi deixado por sua mulher e ficou com a guarda das filhas, mas luta para sustentá-las e quer provar que consegue ser um bom pai. Foto de pai apenas observando suas filhas enquanto comem viraliza. Ryan Arebuabo, de 38 anos, vive em Manila, nas Filipinas, e era um anônimo até a semana passada, quando uma foto dele viralizou na internet. Na imagem, ele aparece sentado na mesa de um restaurante fast-food com suas duas filhas, que estão comendo - mas ele não come, apenas as observa. "Essa é a fotografia do amor de um pai. Uma representação de um altruísmo genuíno", diz a legenda da foto, publicada no Facebook, que ainda conta com algumas informações sobre como ajudar o homem. O portal de notícias filipino ABS-CBN News revelou a história por trás da fotografia. Arebuabo levou as filhas para o restaurante naquela tarde para comemorar a formatura do jardim de infância de Rose May, de seis anos. Porém, como ele não tinha dinheiro para pagar sua comida, satisfez sua fome apenas observando as meninas. Segundo a reportagem, Arebuabo teve uma paralisia parcial e não consegue falar direito após sofrer um derrame há quatro anos. Com isso, ele ficou sem trabalhar e as coisas ficaram ainda mais complicadas quando sua mulher resolveu deixá-lo. Numa tentativa de tentar reconquistar a esposa, Arebuabo reformou a casa deles e comprou uma televisão usada - mas os esforços foram em vão. Ainda assim, o homem quis ficar com a guarda das filhas, o que conseguiu. Agora, o sustento da família vem do dinheiro ganho com seu sari-sari, um tipo de comércio local similar a uma loja de conveniência. Além disso, Arebuabo recebe uma ajuda de US$ 62 dólares (cerca de R$ 194) de um programa social do governo das Filipinas. Arebuabo descobriu o que é um altruísmo de um pai quando ele mesmo era criança. Ele contou à ABS-CBN que cresceu numa família de pai solteiro, que cuidou de quatro filhos após a mãe ter morrido num acidente de trabalho. Hoje, o pai de Arebuabo continua ajudando o filho ao lavar as roupas dele e das meninas e com algumas despesas. Apesar das dificuldades, Arebuabo disse a jornais locais que ele quer mostrar que consegue ser um bom pai e que seu trabalho é ter a "certeza que essas crianças podem, um dia, conquistar os sonhos delas e deixar as favelas". Ó Wall!!
segunda-feira, 20 de março de 2017
Eu vi as águas do velho chico chegar
Por: Adao Sebastiao
Só quem sabe o que é a seca, compreende a alegria do povo nordestino" Diogo Costa. Aqui no território livre da Paraíba a inauguração popular da transposição levou mais de 40 mil pessoas para ver as águas do velho chico, para as ruas e para a praça da cidade, para ver Lula e Dilma, por seu protagonismo neste projeto. O projeto centenário da transposição sai do papel e vai beneficiar agora milhares de nordestinos. Obra iniciada por Lula, concluída de fato é de direito por Dilma, com apoio do governo do Estado, e torna o sonho da água um sonho possível. Água é vida, água é tudo. Padre Djacy Brasileiro fez um discurso emocionante, relembrando como muitos negaram as portas para esse projeto. Governador Ricardo Coutinho fez um excelente discurso, mostrando que ainda há muito para ser feito, e que na Paraíba fizemos história e não temos medo de se posicionar. Lula disse que até o seu último suspiro será para defender o povo brasileiro. Me senti realizado. Como de origem de família de agricultores, do nordeste e da seca... Ó Wall!!!
Só quem sabe o que é a seca, compreende a alegria do povo nordestino" Diogo Costa. Aqui no território livre da Paraíba a inauguração popular da transposição levou mais de 40 mil pessoas para ver as águas do velho chico, para as ruas e para a praça da cidade, para ver Lula e Dilma, por seu protagonismo neste projeto. O projeto centenário da transposição sai do papel e vai beneficiar agora milhares de nordestinos. Obra iniciada por Lula, concluída de fato é de direito por Dilma, com apoio do governo do Estado, e torna o sonho da água um sonho possível. Água é vida, água é tudo. Padre Djacy Brasileiro fez um discurso emocionante, relembrando como muitos negaram as portas para esse projeto. Governador Ricardo Coutinho fez um excelente discurso, mostrando que ainda há muito para ser feito, e que na Paraíba fizemos história e não temos medo de se posicionar. Lula disse que até o seu último suspiro será para defender o povo brasileiro. Me senti realizado. Como de origem de família de agricultores, do nordeste e da seca... Ó Wall!!!
Sem-teto triste se senta na mesma esquina por 3 anos
Até que essa mãe curiosa para e lhe pergunta por quê! Bom, segundo a Fonte: historiascomvalor.com, durante três anos, um sem-teto se sentava na esquina de uma rua em Webster, Texas. Ele ficava ali fizesse chuva ou sol. Muita gente que passava naquele local ficava intrigada sobre o motivo daquele homem estar ali o tempo todo. “Alguém precisa fazer algo sobre esse garoto”, diziam algumas pessoas sobre o triste desabrigado. Mas, apesar do sem-abrigo ficar ali o dia inteiro durante três anos, nunca ninguém quis falar com ele nem saber por que permanecia na esquina. Até que Ginger Sprouse entrou em sua vida e tudo mudou! Essa mulher é uma mãe e esposa dedicada do Texas. Ela e seu marido Dean possuem uma escola de culinária recreativa chamada “Art of the Meal”. A senhora passava pelo garoto pelo menos quatro vezes por dia. Numa dessas vezes, ela resolveu ganhar coragem e falar com ele. Enquanto estava em seu carro, Ginger abriu a janela e começou a conversar com o sem-teto. Eles falaram um pouco e o homem se apresentou. Seu nome era Victor Hubbard, e ele tinha 32 anos. Para além disso, o jovem revelou que era desabrigado e que estava lutando com uma doença mental. Mas quando Victor contou o motivo de ficar na mesma rua por três anos, o coração dessa mulher gelou! Essa tinha sido a esquina onde sua mãe o deixou. O último local onde ele viu a sua progenitora… então, o jovem ficou lá três anos, na esperança que ela o viesse buscar. Ginger sentiu uma conexão imediata com Victor. E com o inverno a se aproximar, ela ficou preocupada com sua saúde lá fora, ao frio. Então, a senhora começou a visitar o sem-teto em sua pausa para o almoço. Os dois se tornaram amigos e Victor concordou em passar por sua casa sempre que estivesse mau tempo. Mas Ginger não parou por aí. Durante os três meses seguintes, ela ajudou o desabrigado a procurar tratamento para a sua doença mental, e o tirou das ruas. Para além disso, ela o contratou para trabalhar na sua escola “Art of the Meal”. Ginger tem documentado a história de Victor em uma página de Facebook chamada “This Is Victor”. A página se tornou rapidamente viral, e não demorou muito tempo para milhares de pessoas seguirem a história e enviarem mensagens de apoio. Para além disso, muita gente resolveu doar roupas e suprimentos, assim como algum dinheiro para as consultas médicas e exames oculares. Agora, Victor consegue ver bem graças à bondade mundial que a página de Facebook desencadeou. E o melhor de tudo? Depois que a sua história se tornou viral, Ginger conseguiu contactar um tio de Victor, e ele se reuniu finalmente com a mãe! Às vezes, basta uma pessoa para iniciar uma incrível cadeia de bondade. Tudo de bom para Victor, mas principalmente para seu anjo da Guarda, a Ginger!
Ó Wall!!
Ó Wall!!
terça-feira, 14 de março de 2017
Estilista Ronaldo Ésper afirma ter deixado de ser gay por causa da Igreja Universal
Por: Guilherme Cavalcante
O estilista e apresentador Ronaldo Ésper revelou, durante uma participação no programa 'Sensacional', de Daniela Albuquerque, na Rede TV!, que deixou de ser gay desde que se converteu à religião evangélica, quando entrou para a Igreja Universal. Segundo Espér, e sem revelar nomes, ele também teve um namoro com um ministro da época da ditadura. As declarações polêmicas do estilista, que integra o elenco do 'Superpop' e que chegou a substituir Clodovil no 'A Casa é Sua', só devem ir ao ar no dia 19 de março. Ó Wall!!
O estilista e apresentador Ronaldo Ésper revelou, durante uma participação no programa 'Sensacional', de Daniela Albuquerque, na Rede TV!, que deixou de ser gay desde que se converteu à religião evangélica, quando entrou para a Igreja Universal. Segundo Espér, e sem revelar nomes, ele também teve um namoro com um ministro da época da ditadura. As declarações polêmicas do estilista, que integra o elenco do 'Superpop' e que chegou a substituir Clodovil no 'A Casa é Sua', só devem ir ao ar no dia 19 de março. Ó Wall!!
Casal americano adota quatro irmãos pernambucanos
Pois é gente, segundo o portal Gazeta News , um casal americano do estado de Iowa adotou quatro irmãos que estavam em um abrigo no Paulista, Região Metropolitana do Recife. As crianças - Leandro, Cristiano, Enzo e William - têm idades entre dois e seis anos. Brandon e Jennifer Pratt enfrentaram um processo que iniciou em outubro do ano passado e durou 58 dias no Brasil. Antes disso, eles tiveram que passar pelo processo de adoção internacional por cerca de dois anos e meio. Nos Estados Unidos desde o dia 22 de dezembro, a família que vive em North Liberty agora se preocupa com a adaptação das crianças. Em entrevista ao portal Gazeta News, Jennifer afirmou que os meninos estão se acostumando com a nova realidade: “Eles tinham zero inglês, mas agora eles podem entender quase tudo o que lhes dizemos, mesmo que eles ainda não possam falar”, garante. A mãe espera que eles alcancem a fluência na língua em cerca de seis meses. Cristãos, o casal afirma que a fé e o apoio de amigos e familiares os mantiveram saudáveis durante o processo. Juntos, o grupo ainda conseguiu levantar cerca de U$ 2 mil, que foram usados para comprar roupas de cama, toalhas e outros itens necessários para as 18 crianças que permaneceram no abrigo, no Paulista, de acordo com o portal Gazeta News. Ó Wall!!
Obrigado João Pessoa-PB
Por: Walquíria Celta
Esta é a cidade de João Pessoa onde morei por apenas em 2001, quer dizer, um ano. Adorei esta cidade e por isso, fiquei 10 anos doentes. Tive uma depressão tão grande que não podia fazer nada. Depois de nove anos sem estudar, voltei. Fiz faculdade de Pedagogia e hoje sou formada. Desde 2012 faço Enem todo ano. Pois é, eu venci! Agradeço a Deus por Ele ter botado Flávio na minha vida. Estou feliz. Obrigado João Pessoa. Ó Wall!!!
Esta é a cidade de João Pessoa onde morei por apenas em 2001, quer dizer, um ano. Adorei esta cidade e por isso, fiquei 10 anos doentes. Tive uma depressão tão grande que não podia fazer nada. Depois de nove anos sem estudar, voltei. Fiz faculdade de Pedagogia e hoje sou formada. Desde 2012 faço Enem todo ano. Pois é, eu venci! Agradeço a Deus por Ele ter botado Flávio na minha vida. Estou feliz. Obrigado João Pessoa. Ó Wall!!!
sábado, 11 de março de 2017
Reginaldo Rossi morreu pobre e com dívidas de jogo
Por: Ronaldo Cesar Carvalho
O Rei do Brega alimentava uma imagem de mulherengo, que gostava das noitadas com bebidas, músicas e jogos de cartas. Casado e pai de família, Reginaldo Rossi, de fato bebia e fumava bastante, e era viciado em jogos, chegando a perder muito dinheiro nas mesas de cartas. Lembro de uma notícia que o cantor estava, certa vez, em uma casa clandestina de jogos, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, quando a polícia chegou. Reginaldo Rossi ganhou muito dinheiro. Era um cantor com agenda cheia, principalmente no Nordeste, mas que tinha público fiel também no sul do país, sempre procurado pelas redes de TV, pois dava audiência com seu jeito espontâneo de se apresentar e repertório popular, que agradava a todas as classes sociais. O título de Rei, ao lado de Roberto Carlos e Luiz Gonzaga, mostra o carisma e o mérito do ídolo da Jovem Guarda que trilhou o caminho do brega para se consolidar como um dos mais importantes nomes da música popular no país durante três ou quatro décadas. Contudo, este dinheiro ganho ao longo de décadas de palcos não estava nas contas de Reginaldo Rossi, provavelmente perdido em noites de jogos. Roberto Rossi, filho do Rei, revelou, em entrevista ao programa Domingo Show, da Record, que o cantor morreu sem dinheiro devido ao vício em jogo. Celeide Neves, viúva de Reginaldo, morreu um ano depois. Como conta o Diário de Pernambuco: "Quando meu pai faleceu, eu e minha mãe buscamos nas contas, mas não tinha nada, nada, nada", contou ele, que agora trabalha como motorista para sobreviver. Roberto disse ainda que, por conta das dívidas do pai, a família não teve dinheiro para enterrá-lo. "A gente ganhou o jazigo e todo o funeral". A entrevista vai ao ar neste domingo (12). Roberto contou também que chegou a tentar administrar as contas do pai, mas ele não deixou. "Ele era muito centralizador...Eu tentei durante uma época, mas não tinha como". Celeide Pessoa Neves, a viúva de Reginaldo Rossi, morreu em agosto de 2014, no Recife, aos 67 anos, vítima de um infarto. O vício em jogo merece maior atenção das autoridades, pois também tem o poder de destruir famílias, é uma questão de saúde pública, e muitas vezes, alimentado pelo crime. Há quem defenda a liberação das casas de jogos e cassinos no Brasil, contudo, sem esta preocupação social, sem cuidar das pessoas viciadas, veremos muita gente perderem seus patrimônios e suas vidas nas roletas, bingos e mesas verdes de cartas. E a família perde junto, e sempre. Ó Wall!!
O Rei do Brega alimentava uma imagem de mulherengo, que gostava das noitadas com bebidas, músicas e jogos de cartas. Casado e pai de família, Reginaldo Rossi, de fato bebia e fumava bastante, e era viciado em jogos, chegando a perder muito dinheiro nas mesas de cartas. Lembro de uma notícia que o cantor estava, certa vez, em uma casa clandestina de jogos, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, quando a polícia chegou. Reginaldo Rossi ganhou muito dinheiro. Era um cantor com agenda cheia, principalmente no Nordeste, mas que tinha público fiel também no sul do país, sempre procurado pelas redes de TV, pois dava audiência com seu jeito espontâneo de se apresentar e repertório popular, que agradava a todas as classes sociais. O título de Rei, ao lado de Roberto Carlos e Luiz Gonzaga, mostra o carisma e o mérito do ídolo da Jovem Guarda que trilhou o caminho do brega para se consolidar como um dos mais importantes nomes da música popular no país durante três ou quatro décadas. Contudo, este dinheiro ganho ao longo de décadas de palcos não estava nas contas de Reginaldo Rossi, provavelmente perdido em noites de jogos. Roberto Rossi, filho do Rei, revelou, em entrevista ao programa Domingo Show, da Record, que o cantor morreu sem dinheiro devido ao vício em jogo. Celeide Neves, viúva de Reginaldo, morreu um ano depois. Como conta o Diário de Pernambuco: "Quando meu pai faleceu, eu e minha mãe buscamos nas contas, mas não tinha nada, nada, nada", contou ele, que agora trabalha como motorista para sobreviver. Roberto disse ainda que, por conta das dívidas do pai, a família não teve dinheiro para enterrá-lo. "A gente ganhou o jazigo e todo o funeral". A entrevista vai ao ar neste domingo (12). Roberto contou também que chegou a tentar administrar as contas do pai, mas ele não deixou. "Ele era muito centralizador...Eu tentei durante uma época, mas não tinha como". Celeide Pessoa Neves, a viúva de Reginaldo Rossi, morreu em agosto de 2014, no Recife, aos 67 anos, vítima de um infarto. O vício em jogo merece maior atenção das autoridades, pois também tem o poder de destruir famílias, é uma questão de saúde pública, e muitas vezes, alimentado pelo crime. Há quem defenda a liberação das casas de jogos e cassinos no Brasil, contudo, sem esta preocupação social, sem cuidar das pessoas viciadas, veremos muita gente perderem seus patrimônios e suas vidas nas roletas, bingos e mesas verdes de cartas. E a família perde junto, e sempre. Ó Wall!!
Ximbinha revela que pastor foi culpado por sua separação de Joelma
Pois é gente, segundo o Notícias ao Minuto, segundo Marchiori, Ximbinha entregou que Joelma chegou a destruir roupas e sapatos, ateando fogo em tudo. Mesmo passado quase dois anos, o divórcio de Joelma e Ximbinha ainda desperta curiosidades no público. Em participação no 'Programa Raul Gil', o guitarrista revelou detalhes inéditos sobre a separação, em conversa para o quadro 'Elas Querem Saber', comandado por Val Marchiori e Thammy Miranda. "Ele fez revelações exclusivas, começou a falar da briga dele com a Joelma, do divórcio e contou por que ele resolveu se separar de vez dela. Disse que a 'culpa foi do pastor'. Que ela começou a dar tudo para Igreja, que ele não aguentava mais. Que 'deu fazenda, carro, apartamento e muito mais para Igreja'… Que ele acordava e o pastor estava na casa, estava lá com eles! Que tinha culto, gritaria, muita reza e tudo mais! Hello! Não é fácil, não! Mas essa é a versão dele… Não dá para saber o que realmente aconteceu!", entregou Val em seu blog. E mais: segundo Marchiori, Ximbinha entregou que Joelma chegou a destruir roupas e sapatos, ateando fogo em tudo. "Imagina isso? Será que foi por ataque de ciúmes? Ou porque ela não aguentava mais conviver com as coisas dele! Mulher quando fica brava, fica mesmo! Não leva desaforo para casa!", escreveu. Joelma e Ximbinha foram casados por 17 anos. Ó Wall!!
domingo, 5 de março de 2017
TRANSANDO NA RUA
Por: IG
Cama? nem de colchão de molas , nem de pau duro, tem que ser ao ar livre. “Nós sempre gostamos de variar, fazemos sexo em lugares diferentes, com posições diferentes e em momentos diferentes do dia”. O lugar mais clássico para ter relações sexuais é na cama, certo? Porém, para alguns casais isso não é nada atrativo. Nas últimas semanas, notícias de casais fazendo sexo em cima de uma moto em movimento e até ao lado de um caixa eletrônico deram o que falar. E esse casal britânico que adora fazer sexo ao ar livre poderia parte desta lista. Adam Francis e Megan Winfield acham erótico fazer sexo ao ar livre. O cantor Adam Francis, de 24 anos, e promotora de eventos Megan Winfield, de 23 anos, afirmam que são fãs de fazer sexo ao ar livre . “Fazemos amor fora da cama frequentemente e buscamos sempre lugares diferentes. Amamos o sentimento de comungar com a natureza e sentir o sol e a brisa em nossos corpos nus”, diz Adam em entrevista ao portal britânico “The Sun”.
Lugares favoritos - A prática se tornou tão comum que o casal não vê mais graça em ter relações entre quatro paredes. Adam afirma que fazer amor em lugares abertos é algo muito diferente, pois ele e a namorada se sentem mais livres e podem ter contato com a natureza. O casal prefere lugares selvagens a urbanos para ter relações sexuais. O casal gosta de procurar lugares escondidos, como praias ou até mesmo jardins e florestas para ter a relações. “A quantidade de roupa que tiramos vai depender do ambiente que estamos. Se tivermos a certeza de que não seremos perturbados tiramos tudo, caso contrário, somos um pouco mais discretos”, revela Adam.
Buscando aventura - Eles correm todo esse risco pois acham mais erótico e emocionante fazer sexo dessa forma. Por sorte, até hoje o casal foi não descoberto. “Somos um casal aventureiro e gostamos de manter o relacionamento o mais variado e interessante possível. Acho que só não faríamos sexo é em uma pizzaria”, brinca Megan. O casal tem uma vida sexual ativa e garantem que fazem amor cinco vezes por semana. A fantasia do casal gira em torno do ambiente selvagem, com clima de aventura . A promotora de eventos fala que eles preferem transar em um lugar cheio de natureza a um ambiente urbano, pois nos locais rodeados de verde a chance deles serem descobertos é menor. O risco que correm aumenta a excitação do casal. Megan fala que recomenda a todos fazer sexo em locais públicos, mas alerta que é preciso ter certeza de que não vão causar nenhuma cena constrangedora para outras pessoas. O relacionamento já dura três anos e para eles um dos segredos é manter a vida sexual ativa e divertida. “Nós sempre gostamos de variar, fazemos sexo em lugares diferentes, com posições diferentes e em momentos diferentes do dia”, conta Adam. Os apaixonados afirmam que fazem amor cinco vezes por semana, o que inclui fazer sexo ao ar livre e é isso que fortalece o relacionamento. Ó Wall!!
Cama? nem de colchão de molas , nem de pau duro, tem que ser ao ar livre. “Nós sempre gostamos de variar, fazemos sexo em lugares diferentes, com posições diferentes e em momentos diferentes do dia”. O lugar mais clássico para ter relações sexuais é na cama, certo? Porém, para alguns casais isso não é nada atrativo. Nas últimas semanas, notícias de casais fazendo sexo em cima de uma moto em movimento e até ao lado de um caixa eletrônico deram o que falar. E esse casal britânico que adora fazer sexo ao ar livre poderia parte desta lista. Adam Francis e Megan Winfield acham erótico fazer sexo ao ar livre. O cantor Adam Francis, de 24 anos, e promotora de eventos Megan Winfield, de 23 anos, afirmam que são fãs de fazer sexo ao ar livre . “Fazemos amor fora da cama frequentemente e buscamos sempre lugares diferentes. Amamos o sentimento de comungar com a natureza e sentir o sol e a brisa em nossos corpos nus”, diz Adam em entrevista ao portal britânico “The Sun”.
Lugares favoritos - A prática se tornou tão comum que o casal não vê mais graça em ter relações entre quatro paredes. Adam afirma que fazer amor em lugares abertos é algo muito diferente, pois ele e a namorada se sentem mais livres e podem ter contato com a natureza. O casal prefere lugares selvagens a urbanos para ter relações sexuais. O casal gosta de procurar lugares escondidos, como praias ou até mesmo jardins e florestas para ter a relações. “A quantidade de roupa que tiramos vai depender do ambiente que estamos. Se tivermos a certeza de que não seremos perturbados tiramos tudo, caso contrário, somos um pouco mais discretos”, revela Adam.
Buscando aventura - Eles correm todo esse risco pois acham mais erótico e emocionante fazer sexo dessa forma. Por sorte, até hoje o casal foi não descoberto. “Somos um casal aventureiro e gostamos de manter o relacionamento o mais variado e interessante possível. Acho que só não faríamos sexo é em uma pizzaria”, brinca Megan. O casal tem uma vida sexual ativa e garantem que fazem amor cinco vezes por semana. A fantasia do casal gira em torno do ambiente selvagem, com clima de aventura . A promotora de eventos fala que eles preferem transar em um lugar cheio de natureza a um ambiente urbano, pois nos locais rodeados de verde a chance deles serem descobertos é menor. O risco que correm aumenta a excitação do casal. Megan fala que recomenda a todos fazer sexo em locais públicos, mas alerta que é preciso ter certeza de que não vão causar nenhuma cena constrangedora para outras pessoas. O relacionamento já dura três anos e para eles um dos segredos é manter a vida sexual ativa e divertida. “Nós sempre gostamos de variar, fazemos sexo em lugares diferentes, com posições diferentes e em momentos diferentes do dia”, conta Adam. Os apaixonados afirmam que fazem amor cinco vezes por semana, o que inclui fazer sexo ao ar livre e é isso que fortalece o relacionamento. Ó Wall!!
sábado, 4 de março de 2017
GAROTO DE TRÊS ANOS TENTA ACORDAR A MÃE MORTA POR DOIS DIAS
Pois é gente, segundo as informações da RedeTV, após uma crise crônica de asma, a escocesa Lydia Macdonald morreu e só foi encontrada em casa dois dias depois, com seu filho Mason ao lado chorando: "Eu não consigo acordar a mamãe". Mason (dir.) tentou por dois dias acordar a mãe Lydia, morta após uma crise de asma. Agora, a mãe de Lydia, Linda Macdonald, lidera uma campanha para evitar que casos como o de sua filha, morta em 2015, se repitam em outras famílias. O corpo de Lydia, então com 28 anos, foi encontrado após uma amiga notar a sua ausência e ir visitá-la. Ao chegar lá, encontrou o menino e pediu para que ele abrisse a porta. O pequeno Mason Martin, na época com três anos, sobreviveu durante os dois dias comendo um pedaço de queijo que encontrou na geladeira. Ao ser resgatado, o menino estava desidratado e foi levado ao hospital. Mason perdeu o pai, Bobby, quando tinha apenas oito meses de vida. Em entrevista ao jornal "The Sun", sua avó lembrou a importância de se carregar o inalador e estar ciente da doença, mesmo ensinando a importância de se manter independente. "Lydia não queria que a asma controlasse sua vida", destacou Linda. Ó Wall!!
'Descreve pra mim'
Pois é gente, segundo O G1, 'Descreve pra mim' é o que leva escritor cego a cobrar acessibilidade em rede social. Página tem mais de 700 seguidores e quase 150 fotos descritas por eles. Perfil é de Sidney Andrade, de Campina Grande, que é cego há cinco anos. Há cinco anos Sidney Andrade, de Campina Grande, deixou de ver o mundo com os próprios olhos por um descolamento de retina nos dois olhos. Perdeu a visão e passou a enxergar através da descrição de outras pessoas. De forma lúdica e para tentar mudar nas pessoas o peso e a estigma contra a cegueira, Sidney, que tem 30 anos, criou uma conta na rede social Instagram para publicar imagens e pedir descrições diferenciadas dos seguidores. A página “descreve pra mim” já tem quase 150 publicações e imagens diversas. Sidney está enconstado numa parede branca, de óculos escuros, vestido com uma camisa preta com a estampa vermelha de alguns ninjas e segurando uma bengala (Foto: Sidney Andrade/Arquivo Pessoal). A página foi criada em maio de 2015, com o intuito de publicar uma foto por dia. Mas as limitações da própria plataforma dificultaram a periodicidade diária do projeto. Segundo Sidney, o aplicativo não é muito acessível aos cegos. Para conseguir navegar pela internet no celular ou computador, ele usa um leitor de tela. No entanto, os elementos do Instagram não são identificados para que o leitor consiga fazer a leitura. “Por isso não posto diariamente, para eu publicar uma foto eu tenho que parar uns cinco, dez minutos”, confessou. Quem não conhece a história de Sidney pode estranhar a criação do perfil no Instagram, já que o aplicativo é liberado apenas para a publicação de fotos. No entanto, as pessoas se surpreendem quando descobrem que o motivo por trás da iniciativa é a quebra de um preconceito e de uma limitação da própria sociedade. “Daí vem o motivo do instagram, a falta de informação. Muita gente desconhece o fato de uma pessoa cega usar computador e redes sociais, acham que a gente não está presente”, explicou. A página “descreve pra mim” surgiu para ajudar outras pessoas, não apenas Sidney, que teve o privilégio de enxergar até os 25 anos de idade. “O instagram é uma rede só de imagens, seria o ambiente ideal para que eu estimulasse às pessoas esse ímpeto descritivo, para as pessoas entenderem que existem pessoas cegas nas redes sociais e também nas redes sociais que você imagina que não têm pessoas cegas, como o Instagram”, disse. Ó Wall!!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos - 4ª Parte
Por: Widemar Silvestre. Continuando...
Chegar lá, o povo dizer assine aqui e eu dizer: agora eu já sei, não sinto mais vergonha". Escrever o próprio nome foi uma conquista. A palavra "mãe" também. Em uma reunião da escola, "morreu de felicidade" ao assinar a primeira vez como responsável da criança. "Tinha que escrever o que eu era dele. Eu escrevi mãe, caprichado, bem grande". Damião, devotado à mãe, quer ir além. "Eu quero ver ela aprendendo comigo. Quero que aprenda as palavras que ela sente aqui dentro. Ela gosta de falar amor, paixão. Já sabe um monte de palavras. Ela sabe as mais simples". Mãe e filho leram, juntos, 107 livros em 2016, se considerados apenas os contabilizados na escola. A lista, porém, fica maior se incluir outros títulos que Sandra encontrou no lixo. O preferido dela, faz questão de dizer, "é Ninguém nasce genial". "Escrevi meu nome nele. Porque ninguém nasce gênio. Porque eu achava que não precisava mais saber, achava que era tarde pra saber". Para Damião, outro livro foi mais impactante. Tratava da história de um anjo que vivia acorrentado e só conseguiu se libertar quando ensinou um ser humano a rezar e os dois viraram amigos. "É tipo eu e minha mãe. Eu estou ensinando uma coisa a ela e ela me ensina outra. Eu era novinho, ela me cuidava, eu cuidava dela. Ela dava um abraço em mim eu dava dois. Foi assim que nós começamos a nos amar". O menino também leu sobre aventuras, amizade, paixão e amor ao próximo. Nesses momentos, diz que "vai pra outro mundo". Que fica com "uma imaginação infinita". "Eu quero que a leitura me leve pra qualquer canto", diz. Neste ano, irá para o 6º ano na escola. Na casa onde divide cada palavra que aprende com a mãe, a ajudou a escrever, na parede da frente, uma mensagem em letras verdes, maiúsculas: CANTINHO DA FELICIDADE ONDE HÁ DEUS NADA FALTARÁ". Ó Wall!! FIM
Chegar lá, o povo dizer assine aqui e eu dizer: agora eu já sei, não sinto mais vergonha". Escrever o próprio nome foi uma conquista. A palavra "mãe" também. Em uma reunião da escola, "morreu de felicidade" ao assinar a primeira vez como responsável da criança. "Tinha que escrever o que eu era dele. Eu escrevi mãe, caprichado, bem grande". Damião, devotado à mãe, quer ir além. "Eu quero ver ela aprendendo comigo. Quero que aprenda as palavras que ela sente aqui dentro. Ela gosta de falar amor, paixão. Já sabe um monte de palavras. Ela sabe as mais simples". Mãe e filho leram, juntos, 107 livros em 2016, se considerados apenas os contabilizados na escola. A lista, porém, fica maior se incluir outros títulos que Sandra encontrou no lixo. O preferido dela, faz questão de dizer, "é Ninguém nasce genial". "Escrevi meu nome nele. Porque ninguém nasce gênio. Porque eu achava que não precisava mais saber, achava que era tarde pra saber". Para Damião, outro livro foi mais impactante. Tratava da história de um anjo que vivia acorrentado e só conseguiu se libertar quando ensinou um ser humano a rezar e os dois viraram amigos. "É tipo eu e minha mãe. Eu estou ensinando uma coisa a ela e ela me ensina outra. Eu era novinho, ela me cuidava, eu cuidava dela. Ela dava um abraço em mim eu dava dois. Foi assim que nós começamos a nos amar". O menino também leu sobre aventuras, amizade, paixão e amor ao próximo. Nesses momentos, diz que "vai pra outro mundo". Que fica com "uma imaginação infinita". "Eu quero que a leitura me leve pra qualquer canto", diz. Neste ano, irá para o 6º ano na escola. Na casa onde divide cada palavra que aprende com a mãe, a ajudou a escrever, na parede da frente, uma mensagem em letras verdes, maiúsculas: CANTINHO DA FELICIDADE ONDE HÁ DEUS NADA FALTARÁ". Ó Wall!! FIM
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos - 3ª Parte
Por: Widemar Silvestre. Continuando...
A essa altura, não sabia o que era carteira assinada, estava separada do segundo marido e carregava a tristeza de ter enterrado quatro dos sete filhos - todos ainda na infância, vítimas de doenças que acha difícil explicar, e uma das filhas após um atropelamento. Ver Damião ir e voltar da escola era um dos momentos de alegria. Cada dia que o filho chegava, contava a ela, "já morta de cansaço", tudo o que havia lido e aprendido. Ela se orgulhava: "Ele vai ser o que eu queria ser".
Damião também tinha o estímulo da professora. Ela dava aulas de reforço e o incentivava a pegar livros na escola. "Foi com esses livrinhos que tudo foi se desenganchando" para Sandra. "Eu tomava banho, deitava na rede, ele vinha e me chamava pra ler. Eu queria ver os desenhos, mas também queria aprender as letras. Ficava curiosa". O mais próximo que ela havia chegado da escola foi em uma turma de jovens e adultos em que aprendeu o "ABC", mas que acabou abandonando por não parar de ter dúvidas e travar sempre que chegava no "e", letra que traduz como "uma agonia de vida". Ela ficava "apavorada" por não saber. "Sentia revolta". Damião desvendou o "e" para a mãe explicando que era o mesmo que um "i", só que fechado e sem o ponto. O "h" virou uma cadeirinha" e o R o mesmo que um B, só que "aberto". Ele começou a ensinar as letras do nome dele e as letras do nome dela. Até Sandra aprender a escrever. "Quando eu aprendi, disse: vou fazer outra identidade que é pra quando chegar nos cantos eu dizer: eu sei fazer meu nome. Pra mim, já era tudo eu saber. Ó Wall!!! Continua...
A essa altura, não sabia o que era carteira assinada, estava separada do segundo marido e carregava a tristeza de ter enterrado quatro dos sete filhos - todos ainda na infância, vítimas de doenças que acha difícil explicar, e uma das filhas após um atropelamento. Ver Damião ir e voltar da escola era um dos momentos de alegria. Cada dia que o filho chegava, contava a ela, "já morta de cansaço", tudo o que havia lido e aprendido. Ela se orgulhava: "Ele vai ser o que eu queria ser".
Damião também tinha o estímulo da professora. Ela dava aulas de reforço e o incentivava a pegar livros na escola. "Foi com esses livrinhos que tudo foi se desenganchando" para Sandra. "Eu tomava banho, deitava na rede, ele vinha e me chamava pra ler. Eu queria ver os desenhos, mas também queria aprender as letras. Ficava curiosa". O mais próximo que ela havia chegado da escola foi em uma turma de jovens e adultos em que aprendeu o "ABC", mas que acabou abandonando por não parar de ter dúvidas e travar sempre que chegava no "e", letra que traduz como "uma agonia de vida". Ela ficava "apavorada" por não saber. "Sentia revolta". Damião desvendou o "e" para a mãe explicando que era o mesmo que um "i", só que fechado e sem o ponto. O "h" virou uma cadeirinha" e o R o mesmo que um B, só que "aberto". Ele começou a ensinar as letras do nome dele e as letras do nome dela. Até Sandra aprender a escrever. "Quando eu aprendi, disse: vou fazer outra identidade que é pra quando chegar nos cantos eu dizer: eu sei fazer meu nome. Pra mim, já era tudo eu saber. Ó Wall!!! Continua...
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Lei Maria da Penha
Pois é gente, segundo a Fonte: Extra, mulher grávida do cantor Victor acusa o marido de agressão. Victor teria jogado e chutado a mulher no chão. Poliana e Victor gravidez do segundo filho há pouco mais de um mês. A empresária Poliana Bagatini registrou nesta sexta-feira queixa por agressão contra o marido, o cantor Victor Chaves, da dupla Victor e Léo. Grávida, ela relatou às autoridades ter sido jogada no chão e recebido chutes do cantor sertanejo. Na queixa, Poliana conta que um segurança e a irmã do marido a impediram de deixar o apartamento onde moram após a briga, no bairro Luxemburgo, em Belo Horizonte. Ela só teria conseguido deixar o local depois que uma vizinha ouviu os gritos e a ajudou a escapar. A empresário ainda alegou receber ameaças da família de Victor. Ao registrar a ocorrência na Delegacia Seccional Sul da Polícia Civil de Belo Horizonte, Poliana foi encaminhada à Delegacia das Mulheres. A empresária, no entanto, não esperou o atendimento da delegada e saiu de lá sem prestar depoimento e fazer o exame de corpo de delito. Victor teria jogado e chutado a mulher no chão. Segunda a Polícia Civil, os investigadores agora vão intimar Poliana e os demais envolvidos a depor depois do carnaval. A delegacia funciona em esquema de plantão e deve restringir a operação a emergências no feriado. O casal tem uma filha, Maria Vitória, e anunciou a espera de um segundo filho há pouco mais de um mês. Eles estão juntos desde o fim de 2014. Extra ainda não conseguiu contato com o cantor.
Ó Wall!!!
Ó Wall!!!
Conheça o homem que foi ressuscitado 27 vezes após infartos
Bom, segundo o Paraiba.com.br, após passar uma hora jogando partidas de futebol, o britânico Ray Woodhall, de 54 anos, teve uma série de paradas cardíacas e, na emergência hospitalar, foi ressuscitado 27 vezes. A série de infartos aconteceu em dezembro do ano passado e o paciente acredita que irá demorar cerca de seis meses para se recuperar, segundo informações da BBC Brasil. No momento do primeiro ataque, Woodhall praticava uma modalidade conhecida como walking football (futebol de caminhada, em tradução livre), uma versão mais leve do esporte. Ele começou a sentir dores no peito logo depois da última sexta e última partida e só concordou em chamar a emergência quando percebeu que o desconforto persistia.
Múltiplos infartos - O primeiro ataque cardíaco aconteceu no campo e os outros 26, já no hospital. “Meu último infarto foi o mais assustador”, disse. Foram tantos infartos seguidos que uma enfermeira até lhe pediu desculpas pelos socos durante a reanimação. “Morrer é como adormecer”, contou Woodhall, que só descobriu que havia, de fato, “morrido” tantas vezes ao ser informado pelos médicos. A esposa de Woodhall o acompanhou durante o processo. “Ela me viu morrer na sua frente”, contou. De noite, já no hospital, sua família chegou a ouvir dos médicos que ele provavelmente não sobreviveria após a série de paradas cardíacas entre 21h e 3h da manhã. De acordo com informações do Hospital Worcestershire Royal, da Inglaterra, onde o paciente foi atendido, foi preciso recorrer a uma equipe de seis especialistas de plantão para lidar com o caso de “múltiplos ataques cardíacos“. Woodhall acredita que levará seis meses até sua recuperação total. Ó Wall!!
Múltiplos infartos - O primeiro ataque cardíaco aconteceu no campo e os outros 26, já no hospital. “Meu último infarto foi o mais assustador”, disse. Foram tantos infartos seguidos que uma enfermeira até lhe pediu desculpas pelos socos durante a reanimação. “Morrer é como adormecer”, contou Woodhall, que só descobriu que havia, de fato, “morrido” tantas vezes ao ser informado pelos médicos. A esposa de Woodhall o acompanhou durante o processo. “Ela me viu morrer na sua frente”, contou. De noite, já no hospital, sua família chegou a ouvir dos médicos que ele provavelmente não sobreviveria após a série de paradas cardíacas entre 21h e 3h da manhã. De acordo com informações do Hospital Worcestershire Royal, da Inglaterra, onde o paciente foi atendido, foi preciso recorrer a uma equipe de seis especialistas de plantão para lidar com o caso de “múltiplos ataques cardíacos“. Woodhall acredita que levará seis meses até sua recuperação total. Ó Wall!!
Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos - 2ª Parte
Por: Widemar Silvestre. Continuando...
Passou a viver nas ruas e a comer o que achava no lixo. Um homem lhe ofereceu casa e comida quando tinha 13 anos. Viveram como marido e mulher, tiveram três filhos e uma história que, para Sandra, significou "levar tanta porrada", a ponto de achar que estava morta. Em 12 de junho de 1996, na frente dos filhos, foi golpeada várias vezes com uma faca, teve parte dos cabelos arrancados com os dentes e, já se sentindo dormente depois de tanta dor, chegou a dizer a uma das crianças: "Com fé em Deus, se sua mãe escapar macho nenhum bate mais nela". No dia seguinte, fugiu levando os três filhos. "Me perguntavam na rua se eu tinha sido atropelada e mandavam eu dar parte dele. Mas eu não tinha instrução, não tinha ninguém pra me apoiar. Meu negócio era sair dali". A ideia de Sandra era "enfrentar o mundo". Mas o mundo, quando tinha letras estampadas, "era como uma folha em branco" que dificultava até a hora de pegar um ônibus. Em busca de ajuda, ela precisava confidenciar a quem cruzasse o seu caminho: "Eu não sei ler". E pedia: "Você pode ler pra mim?". Mas, sofrimento maior foi, anos depois, fazer a carteira de identidade e ter de estampar no documento a impressão digital em vez da assinatura. Fruto de um segundo casamento e com aproximadamente três anos de idade, Damião, ouvindo a mãe mensurar o tamanho da vergonha, "muito grande", fez um pacto com ela naquele dia: "Eu vou aprender e, quando aprender, vou ensinar à senhora". A mãe já catava lixo para vender à reciclagem e a outros compradores que batem à porta. Ó Wall!!! Continua...
Passou a viver nas ruas e a comer o que achava no lixo. Um homem lhe ofereceu casa e comida quando tinha 13 anos. Viveram como marido e mulher, tiveram três filhos e uma história que, para Sandra, significou "levar tanta porrada", a ponto de achar que estava morta. Em 12 de junho de 1996, na frente dos filhos, foi golpeada várias vezes com uma faca, teve parte dos cabelos arrancados com os dentes e, já se sentindo dormente depois de tanta dor, chegou a dizer a uma das crianças: "Com fé em Deus, se sua mãe escapar macho nenhum bate mais nela". No dia seguinte, fugiu levando os três filhos. "Me perguntavam na rua se eu tinha sido atropelada e mandavam eu dar parte dele. Mas eu não tinha instrução, não tinha ninguém pra me apoiar. Meu negócio era sair dali". A ideia de Sandra era "enfrentar o mundo". Mas o mundo, quando tinha letras estampadas, "era como uma folha em branco" que dificultava até a hora de pegar um ônibus. Em busca de ajuda, ela precisava confidenciar a quem cruzasse o seu caminho: "Eu não sei ler". E pedia: "Você pode ler pra mim?". Mas, sofrimento maior foi, anos depois, fazer a carteira de identidade e ter de estampar no documento a impressão digital em vez da assinatura. Fruto de um segundo casamento e com aproximadamente três anos de idade, Damião, ouvindo a mãe mensurar o tamanho da vergonha, "muito grande", fez um pacto com ela naquele dia: "Eu vou aprender e, quando aprender, vou ensinar à senhora". A mãe já catava lixo para vender à reciclagem e a outros compradores que batem à porta. Ó Wall!!! Continua...
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Adolescente sofre parada cardíaca, morre por 20 minutos, acorda de repente e conta que esteve diante de Jesus
CBSFDW - Reprodução
Bom, segundo a Fonte: pt.aleteia.org, Zack Clements, de Brownwood, no Estado norte-americano do Texas, passou mal durante uma aula de ginástica no colégio e sofreu uma parada cardíaca surpreendente para todos, já que o rapaz de 17 anos era esportista e mantinha hábitos saudáveis de vida. Seu coração parou durante 20 minutos. O jovem foi encaminhado com urgência ao hospital, onde ainda permaneceu três dias em uma espécie de coma – do qual acordou de repente, como se nada tivesse acontecido. Mas o mais surpreendente ainda estava por vir. Quando acordou, Zack relatou aos pais, Billy e Theresa, o que tinha acontecido durante aqueles 20 minutos em que havia estado clinicamente morto. Ele conta que viu um homem de longos cabelos e barba e, sempre de acordo com seu próprio relato, reconheceu nele o semblante de Jesus, que lhe pôs a mão sobre os ombros e afirmou que tudo ficaria bem. O que quer que tenha acontecido com Zack, o fato é que os longos 20 minutos de parada cardíaca e a súbita recuperação dos batimentos do jovem impressionaram com força os médicos que o atenderam, deixando-os sem saber como explicar o que houve com o jovem e, principalmente, como ele sobreviveu a essa ausência de pulso. Na mais cética das hipóteses, o que fica patente é que a vida tem muito mais força do que costumamos imaginar – e merece ser respeitada, preservada e cuidada com todos os esforços, mesmo quando parece impossível recuperá-la. Ó Wall!!!
Bom, segundo a Fonte: pt.aleteia.org, Zack Clements, de Brownwood, no Estado norte-americano do Texas, passou mal durante uma aula de ginástica no colégio e sofreu uma parada cardíaca surpreendente para todos, já que o rapaz de 17 anos era esportista e mantinha hábitos saudáveis de vida. Seu coração parou durante 20 minutos. O jovem foi encaminhado com urgência ao hospital, onde ainda permaneceu três dias em uma espécie de coma – do qual acordou de repente, como se nada tivesse acontecido. Mas o mais surpreendente ainda estava por vir. Quando acordou, Zack relatou aos pais, Billy e Theresa, o que tinha acontecido durante aqueles 20 minutos em que havia estado clinicamente morto. Ele conta que viu um homem de longos cabelos e barba e, sempre de acordo com seu próprio relato, reconheceu nele o semblante de Jesus, que lhe pôs a mão sobre os ombros e afirmou que tudo ficaria bem. O que quer que tenha acontecido com Zack, o fato é que os longos 20 minutos de parada cardíaca e a súbita recuperação dos batimentos do jovem impressionaram com força os médicos que o atenderam, deixando-os sem saber como explicar o que houve com o jovem e, principalmente, como ele sobreviveu a essa ausência de pulso. Na mais cética das hipóteses, o que fica patente é que a vida tem muito mais força do que costumamos imaginar – e merece ser respeitada, preservada e cuidada com todos os esforços, mesmo quando parece impossível recuperá-la. Ó Wall!!!
Aos 42 anos, catadora de lixo aprende a ler com filho de 11 anos - 1ª Parte
Por: Widemar Silvestre
"Mãe, mãe, quer ler comigo? É uma historinha. E tem figuras". "Desmaiada" em uma rede após horas garimpando lixo na rua, para vender, foi assim - aos sussurros de Damião Sandriano de Andrade Regio, 11, o mais novo dos sete filhos - que Sandra Maria de Andrade, 42, começou a decifrar as letras do alfabeto e a despertar para o mundo da leitura. Até um ano atrás, não sabia ler nem escrever. Em uma casa encravada numa rua de areia em Jardim Progresso, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, ela era o retrato dos 758 milhões de adultos no mundo apontados em um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na semana passada, como incapazes de ler ou escrever uma simples frase. Sandra não sabia fazer nem o próprio nome. "Espiava" quem visse lendo um livro e pensava "ah, se eu soubesse também. Se tivesse uma coisa que eu pudesse roubar, queria que fosse um pouquinho daquela leitura". Ela tentou estudar, mas não pôde. Foi forçada a trabalhar desde cedo. Abandonada pela mãe aos três anos, diz que a avó, com quem passou a morar, lhe entregou a um casal que a impediu de ir à escola. Ela teve de trabalhar na lavoura, em casas de farinha (locais em que mandioca é ralada ou triturada) e fazendo faxina. Em um dia, quando ajudava no cultivo de bananeiras, viu crianças passando na porta com cadernos debaixo do braço. "Queria ir para onde iam, mas diziam: vá trabalhar. E eu chorava". Aos 12 anos, na tentativa de reencontrar a mãe, fugiu. Foi rejeitada.
Ó Wall!!! Continua...
"Mãe, mãe, quer ler comigo? É uma historinha. E tem figuras". "Desmaiada" em uma rede após horas garimpando lixo na rua, para vender, foi assim - aos sussurros de Damião Sandriano de Andrade Regio, 11, o mais novo dos sete filhos - que Sandra Maria de Andrade, 42, começou a decifrar as letras do alfabeto e a despertar para o mundo da leitura. Até um ano atrás, não sabia ler nem escrever. Em uma casa encravada numa rua de areia em Jardim Progresso, periferia de Natal, no Rio Grande do Norte, ela era o retrato dos 758 milhões de adultos no mundo apontados em um estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na semana passada, como incapazes de ler ou escrever uma simples frase. Sandra não sabia fazer nem o próprio nome. "Espiava" quem visse lendo um livro e pensava "ah, se eu soubesse também. Se tivesse uma coisa que eu pudesse roubar, queria que fosse um pouquinho daquela leitura". Ela tentou estudar, mas não pôde. Foi forçada a trabalhar desde cedo. Abandonada pela mãe aos três anos, diz que a avó, com quem passou a morar, lhe entregou a um casal que a impediu de ir à escola. Ela teve de trabalhar na lavoura, em casas de farinha (locais em que mandioca é ralada ou triturada) e fazendo faxina. Em um dia, quando ajudava no cultivo de bananeiras, viu crianças passando na porta com cadernos debaixo do braço. "Queria ir para onde iam, mas diziam: vá trabalhar. E eu chorava". Aos 12 anos, na tentativa de reencontrar a mãe, fugiu. Foi rejeitada.
Ó Wall!!! Continua...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Humorista revela abandono da mãe e agressões por ser gay
Pois é gente, segundo o Notícias ao Minuto, resumindo sua infância em 'pobreza e preconceito', o artista conta que foi abandonado pela mãe, que o teve aos 17 anos, mas o entregou aos tios. Se hoje Evandro Santo tem uma vida de muitas alegrias e alguns privilégios, o mesmo não pode ser dito do seu passado. O famoso Christian Pior, do 'Pânico', revelou, em entrevista ao UOL que sofreu muito na infância, principalmente por ser gay: "Eu era afeminado demais.” Nascido Em Uberaba-MG, o rapaz era considerado um ET, ou mais precisamente, o 'ET Bicha', conta. "Naquela época, os meninos te esperavam na saída da escola para te bater! Quantas vezes a professora me salvou! Muitas vezes eu até batia porque era um contra um; mas às vezes eram vários, e aí eu corria como podia", diz ele, para fazer uma revelação em seguida: "O engraçado é que muitos destes agressores eu acabei ‘pegando’ nas noites de Uberaba. Hehehe. Vai entender a sexualidade humana", conta. O passado de Evandro também esconde problemas com drogas, a que ele se refere como 'erro'. "Drogas não funcionam no processo de criar e nem no de atuar. Elas são recreativas só até certo ponto. Depois, sua cabeça e seu corpo não aguentam. É preciso parar", desabafa. Aos 6 anos, ele voltou a morar com a mãe biológica e descobriu que os 'irmãos', na verdade eram apenas primos. A cabeça deu um nó, segundo ele conta. Mesmo com o passado cheio de marcas e dores, Evandro canalizou sua energia para fazer o que ama e hoje é reconhecido nacionalmente por fazer o Brasil sorrir. Ó Wall!!!
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