INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
Mostrando postagens com marcador PSICOLOGIA. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Analise Psicológica: "Esse cara sou eu"

Bom, segundo a Fonte: Ativismo de Sofá, a um analise Psicológica: O Machismo por trás da música "Esse cara sou eu". Na música do Roberto Carlos, a princípio, a gente pensa que o tal "cara" é alguém atencioso, alguém preocupado e gentil. Só que nessa atenção escondem-se alguns aspectos interessantes do que a sociedade espera de uma mulher, de um homem e do relacionamento entre os dois. E de como a mulher é condicionada a idealizar esse sujeito que supostamente é "O Cara". Quando o Roberto Carlos diz:"O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora Que está todo o tempo querendo te ver Porque já não sabe ficar sem você
". O amor romântico carrega consigo o conceito de posse. É impossível "ficar sem", "ficar longe", não observar o que a pessoa faz, onde ela está, com quem ela está. Pode parecer exagero meu, mas é verdade. Há quem afirme até que não existe amor sem ciúmes. Pois deixe eu falar logo, existe sim. Nós é que somos treinados desde pequenos para sermos incapazes de amar sem possuir. Se existe algo extremamente danoso é a idéia de posse. É exatamente essa coisificação da mulher que nos sujeita à violência, desde as simbólicas às violências físicas mais brutais. Daí surge o "crime passional" (expressão que normalmente é usada como eufemismo para feminicídio), da associação de paixão e posse. Que talvez comece nessa frase "Eu, que não sei ficar sem você" e pode terminar em "Se você não é minha, não será de mais ninguém". Precisamos ter muito cuidado com os caras que não sabem ficar sem a mulher. "O cara que pega você pelo braço Esbarra em quem for que interrompa seus passos Está do seu lado pro que der e vier O herói esperado por toda mulher Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo Esse cara sou eu
". A canção está reafirmando que a mulher espera do homem que ele a proteja, que haja de acordo com esses papéis pré-estabelecidos de gênero em que a mulher é frágil e que sua segurança está nas mãos de um homem. E nem preciso comentar o quão heteronormativo é a afirmação que toda mulher espera por um herói. O cara, afinal, é mais uma versão do príncipe no cavalo branco. "O cara que sempre te espera sorrindo Que abre a porta do carro quando você vem vindo Te beija na boca, te abraça feliz Apaixonado te olha e te diz Que sentiu sua falta e reclama Ele te ama Esse cara sou eu". Aqui, por fim, ele traz a idéia do cavalheirismo. A gente faz algo por outra pessoa porque essa atitude é típica de um modo de ser. Cavalheirismo é outra coisa, esse é o nome que se dá à idéia de que mulheres devem ser presas em uma redoma. É uma forma de nos chamar de incapazes. Incapaz de abrir a porta do carro, incapaz de pagar as próprias contas, incapaz de tomar as rédeas da sua vida sem um homem por perto. Cavalheirismo é, como o próprio nome fala, uma atitude que parte de um homem para uma mulher, não é um gentileza altruísta, mas uma gentileza com segundas intenções. As gentilezas de gênero são assim, mal intencionadas. Pode até ser que o cara não queira fazer sexo com você porque abriu a porta do carro, mas com certeza ele acredita que aquilo faz dele um homem mais respeitável. O problema é que também torna a mulher mais passiva, mais dependente (note que estou usando como exemplo a porta do carro, mas na verdade estou tratando do somatório de cavalheirismos que são comuns na nossa sociedade). Cavalheirismo é uma forma de dominação, sim. Por fim, ressalto que todas as características desse "cara" da canção, são frequentemente exaltadas, como se fossem aquelas que tornam esse homem, o ser humano ideal para fazer uma mulher feliz e isso é extremamente castrador e normativo, pois a felicidade de uma mulher pode nem sequer residir em outra pessoa. A felicidade pode estar em si mesmo ou em qualquer lugar.
Agora comigo: - Gente, veja a “análise psicológica” do personagem principal da nova música de Roberto Carlos “Esse Cara Sou Eu”. É obviamente uma piada com a “música do momento”, mas você concorda com esta “avaliação”? Ó Wall!!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 6ª Parte

Continuando...
Os pais precisam trabalhar o senso de realidade em detrimento o senso de ficção. Só a realidade colabora para o crescimento efetivo dos filhos. Isso não significa que não devemos ouvir os sonhos, as fantasias ou ficção dos filhos! Faz parte participar para entendermos como esse filho pensa! Importante lembrar aos pais que os filhos são diferentes! Cada filho é único! Comparar só atrapalha! Pressa em perdoar também! Mas o investimento tem que ser igual! E aqui quando falamos em investimento tem haver com afeto, interesse, atenção e não dinheiro!
Encontramos famílias que deixam o jovem fazer o que quer! Eles dominam! Isso é tão comum que inverteu-se o controle! Em muitas famílias são os filhos que controlam os pais! E tem pais que ainda acham graça! Outra decorrência desse século Hipermoderno é a tendência do “Ter” ao invés do “Ser” As famílias estão ficando especialistas no crescimento dos filhos, mas não no desenvolvimento desses! Crescimento traz a valorização do ter! Ter uma casa, ter um carro, ter o computador, ter um i-pad, ter viagens, etc! Desenvolvimento tem haver com o respeito de si mesmo e do outro, ter ética, respeitar a natureza, respeitar os animais, respeitar os diferentes!
A MELHOR ATITUDE DA FAMÍLIA PARA QUE ELA COMECE A PROPICIAR DESENVOLVIMENTO (e não só crescimento) PARA SEUS FILHOS!
• RESPEITO: FAÇA O BEM!
• RECONHECIMENTO: VALORIZAR O POSITIVO !
• PARTICIPAÇÃO: SER GENTIL MAS FIRME!
• VALORIZAR A RESPONSABILIDADE
• VALORIZAR A COOPERAÇÃO
• VALORIZAR A COMUNICAÇÃO.
Ó Wall!!! FIMpsi

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 5ª Parte

Continuando...
Sempre tivemos pais autoritários com incapacidade de entender ou dialogar com os filhos! Da mesma forma sempre tivemos, pais ausentes que se eximem da responsabilidade de ter tido filhos ou então até pagam qualquer coisa para não ficar com os filhos. Mas encontramos, também, pais democráticos que pela responsabilidade e co-participação na vida do filho andam juntos respeitam a individualidade do filho e se posicionam quando necessário. Pai de adolescente vira filho novamente! Isto porque nesse momento os pais se identificam com os filhos e projetam as ansiedades e angústias que não foram entendidas quando estes (pais) eram adolescentes! Os pais têm que lembrar que os filhos crescem e os pais envelhecem! Os filhos serão a perpetuação da sua espécie! Nada como vermos nossos filhos serem adultos sadios, que saibam conduzir a própria vida seja no desenvolvimento de uma nova família, bem como no trabalho, carreira e nas orientações de seus próprios filhos. A comunicação tem que ser sincera! Enérgica mas afetiva! Eis aqui um paradoxo para muitos pais! Alguns pais acham que ser enérgico é bater! Não é! Enérgico tem haver com a comunicação e o respeito! Os pais têm que ser o exemplo para que sejam respeitado e a comunicação entendida! O casal chamado “Pais” – nesse a comunicação, como a tomada de decisão tem que vir de comum acordo e não o que muitas vezes ocorre um fala uma coisa o outro diz outra.
Ó Wall!!! Continua...

terça-feira, 18 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 4ª Parte

Continuando...
Contradições é outra característica dessa fase! Uma hora ele gosta de tal atividade outra hora odeia! Uma hora o amigo X é o melhor amigo, outra hora não quer mais saber desse amigo! Todos esses desencontros fazem parte do desenvolvimento dessa criança que está virando adulto. Paixões, sexualidade e drogas é o ponto mais alto na fase da adolescência! Temos que lembrar que essa fase é o momento do treino para a vida adulta e que a afetividade é um ponto importantíssimo para a saúde mental, física e psíquica do indivíduo! Ir para as drogas nada mais é do que uma busca dessa afetividade desconhecida! Com o desenvolvimento da tecnologia, o que temos hoje é uma Geração chamada de Zapping, isto é; zapeiam no computador, nas redes de relacionamentos, na televisão com controle remoto. Tudo tem que ser instantâneo, rápido, tempo esse que se opõe à aprendizagem. O que vale é o mundo hipermoderno: tudo tem que ser o mais louco, o mais bonito, o mais magro. O meio termo não tem espaço nesse século XXI. Pela vivência das facilidades somadas às atitudes dos pais de superproteção encontramos essa adolescência prorrogada! Ó Wall!!! Continua...

segunda-feira, 17 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 3ª Parte

Continuando...
A preguiça, comum nos adolescentes, é uma pausa necessária! Fato explicado pelo próprio crescimento físico.
A ação dos hormônios do crescimento leva-o a dormir mais, a ter cansaço para realizar coisas! Enfim é explicado, mas não justificável! A adolescência é a fase do pertencer a… algum grupo! Nessa hora é importante os pais acompanharem se eles são de Turmas ou de Gangues! Lógico que nesse último precisa haver intervenção por parte dos progenitores! Turma é uma forma sadia de grupo. Gangue é predominância das pulsões agressivo e destrutivas, perversas ou cruéis. Ideal de gangue se organiza em torno da idealização da violência. No adolescente sempre você encontrará o conflito entre o Prazer e o Dever! Faz parte do crescimento físico, como foi explicado acima, mas faz parte, também, do desenvolvimento educacional, isto é; como a família está apresentando os deveres que a vida apresenta? Esse momento é de suma importância a intervenção da família, começando por pequenas coisas! Como por ex.: a mãe orienta o filho na lição de casa mas não faz por ele, o filho pode lavar uma louça ou arrumar a mesa do almoço!
Ó Wall!!! Continua...

domingo, 16 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 2ª Parte

Continuando...
Acontece que quando esse filho chega à adolescência essa preservação pode ser ameaçada! Isso porque, de forma geral sempre: A adolescência provoca um processo disfuncional na família! O que é isso? O filho que antes era obediente e fazia o que o pai ou a mãe queriam, começa a impor seus próprios pensamentos, que nem sempre são compactuados pelos pais! Esse desencontro de pensamentos entre pais e filhos colabora na disfunção familiar!
Pai pode brigar com a mãe por um ficar do lado desse filho e o outro contra. O adolescente vive lutas e fugas! Isto é; muitas vezes o adolescente pode bater boca, responder por querer se impor ( lutar ) por seus desejos ou ideias e de forma inversa, não respondendo pode se refugiar em seu quarto e se isolar ( fuga ) eis aqui um momento de muita atenção por parte da família, pois é muito rápido se refugiar nas drogas! Para um adolescente o secreto tem valor inestimável! Portanto segredos ou situações não reveladas ou ainda adolescentes fechados faz parte do desenvolvimento! O importante é a família respeitar mas estar sempre de observação para ver se esse caminho do secreto que é direito dele não está se desviando para situações onde o adolescente corre risco! Ó Wall!!! Continua...

sábado, 15 de março de 2014

Pais e Adolescentes – 1ª Parte

Bom, se lembrarmos das histórias Infantis, contadas em filmes, como; Rei-Leão , A Pequena Sereia e Nemo podemos perceber o quão é importante a ligação com o filho pois esse é a certeza da preservação e perpetuação da espécie!
O Rei - Leão chama os animais de toda a floresta para apresentar seu filhote recém-nascido e o levanta nos braços do alto da montanha!
A Pequena Sereia - Já adolescente, não gostava de ser sereia! Apaixonou-se por um humano. Como todo adolescente, desobedece o pai, no caso, Poseidon e dessa forma enfrenta situações difíceis para se tornar uma humana. A saída para um final feliz foi o pai entender seus desejos e aceitar essa nova opção da filha.
O Nemo - Um peixinho curioso, que queria conhecer o mar sem a superproteção do pai! Passou momentos difíceis! Mas aprendeu com as dificuldades! Da mesma forma seu pai, que na constante busca pelo filho encontra todos os tipos de peixes que ensinam diferentes formas de lidar com os filhotes! A passagem do filme quando o pai do Nemo encontra um cardume de Tartarugas é fenomenal! O pai de uma das tartaruguinhas dá uma boa lição de como lida com o filhote:
Marlin: "Como saber que ele está pronto?"
Crush: "A gente nunca sabe, sabe. Mas, quando eles sacarem, aí tu saca. Sacou!!"
Ó Wall!!! Continua...

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

As vezes

Às vezes, somos frágeis, falíveis, perecíveis. Somos carentes, mortais e disponíveis. Somos o desânimo, essa tristeza sem rosto. Somos um pedido de socorro em silêncio. Somos tão humanos, tão passíveis de erros, vulneráveis e solitários caminhando a esmo. E nos sentimos tantas vezes tão menores do que o nosso real tamanho. E, na nossa finitude, a dor consegue passar a única sensação de eternidade dentro do Tempo escasso que, impotentes, vemos definhando. Somos o nó preso na garganta, alguma falta de fé, somos uma vaga lembrança daquilo que a gente quer. Somos a voz embargada contida no choro. Somos o olhar assustado e a vontade do grito.
Mas não é isto que está escrito. Somos humanos. E corajosos por superar nossas fraquezas. Somos a falta que nos move, a busca pela delicadeza. Somos a vontade profunda que a angústia não tenha o peso de nos levar ao desespero. Somos a necessidade de sentir alegria e virar do avesso a saudade. Somos uma luz que brilha e transmuta a agonia. Somos o instinto de vida que guia nossos passos. Somos a cura contida num abraço. Somos a labuta diária pela felicidade. Somos nossos sonhos crescentes, justos e realizáveis. Somos o vazio que amplia o horizonte de possibilidades. Somos o mistério, dádiva divina e nenhuma certeza. Somos a base que construímos e os alicerces que nos sustentam. Somos a lembrança acesa de que tudo é transitório, mudança. Somos quem quisermos ser... Desejo que a força impere e que nada desbote nossa esperança. Ó Wall!!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Redes Sociais é um perigo

Seguindo as palavras dos psicólogos. Pessoas que não conseguem ficar sem acessar redes sociais e sem o celular podem desenvolver comportamentos semelhantes aos de viciados em drogas. Os aparelhos celulares figuram entre os presentes natalinos mais procurados pelos paraibanos. De acordo com pesquisa realizada entre os dias 17 e 29 de outubro deste ano pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado da Paraíba (Fecomércio PB), o celular figura como o segundo eletroeletrônico mais procurado, com 22,41% da preferência, atrás apenas dos que desejam comprar aparelhos de televisão (34,48%). Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011, o Brasil contava com 115.433 pessoas que possuíam aparelhos celulares. Na Paraíba, 63,6% da população de 10 anos ou mais de idade possuía o aparelho para uso pessoal em 2011. No entanto, o desejo cada vez maior, aliado à facilidade em obter estes aparelhos, criou uma nova doença que, segundo psicólogos, é caracterizada pela dependência da tecnologia, a 'Nomofobia', que significa "no mobile", ou medo de estar sem celular, na tradução literal. De acordo com o psicólogo clínico Luis Amaral, é cada vez maior o número de pessoas que não conseguem ficar sem o celular nem por um instante. Quando o transtorno chega a níveis extremos, Luis Amaral esclarece que os sintomas passam a ser o do sentimento de rejeição quando não recebe ligações ou quando os que estão próximos do indivíduo recebem mais ligações do que ele. Além do mais, a insegurança pode tomar conta da pessoa quando não há sinal por parte da operadora. Perigo! Ó Wall!!!

sábado, 30 de novembro de 2013

Personagens nas redes sociais

Gente, o caso é serio. Criar personagens nas redes sociais pode ser perigoso;
Saiba porque - Na adolescência é comum passarmos por um momento em que desejamos fazer novas amizades, se dar bem na paquera e conhecer alguém especial, certo? Mas, nem sempre isso é fácil de acontecer na vida real. Afinal, vivemos muitas descobertas e nesta fase às vezes é difícil agir com naturalidade a todas as mudanças. Com isso, alguns adolescentes, tanto garotos quanto garotas, partem para o “ataque” nas redes sociais. Para isso, fingem ser o que não são, ou seja, criam alguns personagens que disfarçam a personalidade ou outros aspectos da vidareal. CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook.
É normal? - Segundo o psicólogo Alexandre Bez, esse comportamento é comum, sim, entre os adolescentes, mas nem sempre é saudável: “quando você cria uma falsa personalidade, pode desenvolver um personagem que não condiz com o seu próprio “eu” e, ao voltar para a vida real, não tão desejada, pode não ser tão fácil.”
Por quê? - Dentre os motivos que levam os jovens a criar um personagem nas redes sociais, destacam-se a insegura, a imaturidade e a falta de autoestima. Apesar de comum, Alexandre ressalta a importância de o adolescente saber o que está fazendo: “ele (a) deve ter plena consciência do que está fazendo para não entrar de vez em um mundo fantasioso e perder a sua real identidade, ou seja, assumindo uma postura irreal e adquirindo outra estrutura psicológica”.
Convívio social - No começo, pode até ser legal criar um “personagem” na internet para parecer legal diante dos amigos. Mas, e na hora de encontrar as pessoas na rua: como fingir ser aquilo que não é? Por exemplo, o tímido que é extrovertido na internet, dificilmente conseguirá sê-lo na vida real. Daí poderá surgir uma situação embaraçosa, na qual, as pessoas vão estranhar a diferença de comportamento. E, claro, isso não vai pegar bem para aquele que está sempre fingindo.
Conflitos - Além de não ser legal assumir outras personalidades nas redes sociais, o convívio social também pode ser prejudicado. Por exemplo, quando ficar na frente do computador torna-se mais agradável do que enfrentar os problemas do dia a dia. Pior ainda: tal atitude pode gerar conflitos com você mesma, que pode incorporar o personagem criado, ou com os amigos reais. “Geralmente, o convívio social é atrapalhado porque não há realidade plausível nesse duplo comportamento. É fácil ser extrovertido na frente da tela…”, ressalta Alexandre.
Por isso… - “O ideal é que a postura demonstrada nas redes seja também a mesma postura praticada no seu dia-a-dia”. Ou seja, se você é tímida na vida real, não tente bancar a extrovertida nas redes sociais, ok? Não que isso signifique você não possa fazer amigos ou conviver com as pessoas online, apenas seja você mesma! E lembre-se: as redes sociais devem sempre ser usadas com responsabilidade, mesmo em caso de piadas ou brincadeiras!
Ó Wall!!!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A homossexualidade do filho – Parte 5

O que você imagina que acontece numa família quando o(a) adolescente faz a confissão "Pai, mãe, eu sou gay!"?
E o que a psicanálise tem a oferecer? Existe uma ferramenta poderosa tanto para o casal como para um deles individualmente ou para o adolescente: a terapia. Muitas vezes saber que o filho não é da maneira como os pais imaginavam e queriam abala a relação (inclusive sexual) do casal. Acusações mútuas incessantes dificultam a convivência. Uma análise pode ajudar na descoberta de conteúdos inconscientes presentes na dinâmica do casal que impossibilitam a aceitação do "diferente" dentro da família. A análise pode ajudar os pais que têm dificuldades em entender o seu filho (mesmo quando o outro membro do casal não quer vir para a terapia). Desta maneira, poderão falar a respeito do que dói. Rememorar profundamente sua própria adolescência e por meio da técnica descobrir e respeitar sua singularidade. Consequentemente entender a singularidade das outras pessoas ao aceitar as diferenças, enfim, amar! Essa é resumidamente a proposta de um trabalho numa abordagem psicanalítica.
Em relação ao adolescente, o trabalho gira em torno da aceitação de si mesmo, oferecendo-lhe a possibilidade de reflexão. Torná-lo menos adoecido pelo olhar e desaprovação do outro. Fortalecendo-o em relação a vários aspectos da vida. Finalizo com as palavras do psicanalista J. D. Nasio: "Os pais sofrem, pois devem realizar o luto do bebê dócil de ontem que seu adolescente deixou de ser e, ao mesmo tempo, aceitar que o garoto ou a garota de hoje não seja aquele ou aquela que sonharam ter". Ó Wall!!! FIM

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A homossexualidade do filho – Parte 4

O que você imagina que acontece numa família quando o(a) adolescente faz a confissão "Pai, mãe, eu sou gay!"? Talvez vocês considerem estranha a minha observação, mas ao que consta, ninguém ainda saiu voando, viveu mais de 130 anos (a não ser na bíblia), ou viveu sem comer e beber, mas muitas pessoas durante a historia da humanidade amaram pessoas do mesmo sexo, portanto é inegavelmente uma possibilidade humana.
Os adolescentes que sentem atração por alguém do mesmo sexo sentem-se inicialmente diferentes da maioria do grupo. A consciência do desejo sexual acontece progressivamente. Em alguns casos desde a infância. Vale ressaltar que os adolescentes, meninos e meninas, são tão diferentes entre si que não podemos estabelecer uma regra geral em relação ao seu comportamento frente à sexualidade. Independentemente da condição sexual, a transição do corpo infantil para o corpo adulto já exige toda uma elaboração, o que se dirá então quando o menino(a) se descobre diferente e temeroso de perder o amor familiar pelo fato de se descobrir atraído por pessoas do mesmo sexo...
Ó Wall!!! Continua....

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A homossexualidade do filho – Parte 3

O que você imagina que acontece numa família quando o(a) adolescente faz a confissão "Pai, mãe, eu sou gay!"?
Para os pais que se culpam ou para aqueles que culpam as mães pela orientação sexual dos filhos, vale esclarecer que, do ponto de vista do inconsciente, a homossexualidade é produzida por uma série de fatores complexos, muitos dos quais têm pouco a ver com o tipo de criação que a pessoa recebeu. Responsabilizar unicamente os pais, ou pior ainda a mãe, é algo ingênuo, simplório e até grotesco. Se a homossexualidade é genética ou construída, ainda é um debate aberto. Sabemos que para os genes se realizarem são necessários fatores ligados ao meio ambiente. Ou seja, nada foi provado ainda. O grande argumento a favor da teoria genética é que foi feito um estudo com gêmeos univitelinos: percebeu-se que se um é homossexual a maioria dos irmãos também é. Na verdade, isso acaba sendo um argumento contra a tese, porque se são univitelinos, deveria ter sido um resultado de 100%, já que o patrimônio genético é rigorosamente igual nesses casos. Ó Wall!!! Continua...

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A homossexualidade do filho – Parte 2

O que você imagina que acontece numa família quando o(a) adolescente faz a confissão "Pai, mãe, eu sou gay!"? Há pais menos, mas igualmente homofóbicos, que se questionam: mimamos demais ou de menos? Há um sentimento de preocupação e tristeza: não terão netos. Acreditam que, mesmo com a aceitação social da homossexualidade em ascensão e com o fato de hoje em dia haver inclusive casamentos gays, o preconceito existe e a vida será mais "dura" para seus filhos. Frente ao quadro descrito acima acredito que cabem alguns esclarecimentos, tanto em relação à sexualidade na adolescência quanto ao que é a homossexualidade. Vou falar do ponto de vista da psicologia e da psicanálise. Inicialmente vale ressaltar que o Conselho Federal de Psicologia publicou em 22 de março de 1999 um decreto no qual fica estabelecido que a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão e resolve que os psicólogos devem contribuir, com seu conhecimento, para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamento ou práticas homo afetivas. Ou seja, não há o que curar nem o que mudar visto que não há doença. Ó Wall!!! Continua...

domingo, 25 de agosto de 2013

A homossexualidade do filho – Parte 1

O que você imagina que acontece numa família quando o(a) adolescente faz a confissão "Pai, mãe, eu sou gay!"?
Nos últimos anos já ouvi no consultório reações que vão da indiferença e aplausos de pais mais modernos, aos gritos dos mais preconceituosos. Ameaça de suicídio da mãe, seguida da ameaça do pai em abandoná-la pelo fato ter os ter criado desta ou daquela maneira. Não raro, dependendo da crença religiosa da família, temos um discurso da possibilidade de que o jovem esteja com o diabo no corpo. Questiona-se quem sabe foram as más companhias que influenciaram. Não, na verdade ele está doente, equivocado, hipnotizado, influenciado, precisa urgentemente de um médico, um psiquiatra talvez... Não faltam pais que gritam em alto e bom som que prefeririam um filho delinquente, vândalo, drogado, alcoólatra, qualquer coisa seria melhor que essa vergonha familiar.
Ó Wall!!! Continua....

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Números de suicídio na Paraiba

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde revela dados preocupantes sobre os números de suicídios registrados na Paraíba. Segundo esse levantamento, 83 pessoas tiraram a própria vida no Estado, só em 2013.
Nos últimos dez anos, os números ficaram 17% maiores nos jovens com idades entre 15 e 24 anos. Aumentaram ainda em 20% entre pessoas com mais de 60 anos. De acordo com o levantamento, o suicídio é a terceira causa de morte na adolescência. Fica atrás apenas de acidentes de trânsito e homicídios. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que para cada caso confirmado, há 20 tentativas frustradas. Para cada tentativa mal sucedida, outras cinco pessoas planejam tirar a própria vida e pelo menos 17 já pensaram ou pensam seriamente nisso. O psiquiatra Ricardo Henrique Araújo diz que se trata de uma situação trágica para os familiares que perdem alguém assim. Na sua avaliação, o tema não deve ser omitido na imprensa, com a ideia de que se for publicado vai estimular outros a cometerem o mesmo tipo de ação. Ó Wall!!




terça-feira, 16 de julho de 2013

A fofoca

A fofoca o disse me disse, traz conseqüências muito ruins tanto para a pessoa que é alvo de comentários, como pra própria pessoa que semeia esse mal, pois ela acaba se impregnando de energias negativas. Depois começa a sofrer uma serie de coisas e não sabe entender o por que. Devemos nos vigiar mais e calar em determinadas situações. Afinal temos o domínio da boca e da língua para não falar o que não devemos. Sabemos que a maledicência existe em todos os lugares. Mas aqui estamos falando de pessoas que convivem dentro de sua casa ou no trabalho, por isto na maioria das vezes, não acreditamos por ser uma pessoa especial. Muitas pessoas têm a mania de sair espalhando a vida dos patrões ou dos amigos pra outras pessoas, o que é uma coisa muito desagradável.E não estamos escrevendo aqui, coisas do outro mundo, pois estas situações já aconteceram por aqui mesmo. A pessoa deve ser mais cautelosa e deixar a vida da outra e cuidar da sua porque não existe disse me disse que não seja descoberto. Devemos deixar os nossos caminhos sempre abertos, pois não sabemos se algum dia vamos precisar retornar. Nós traçamos um plano e a vida nos prega muitas armadilhas e quando menos esperamos estamos num labirinto sem saída tudo porque nos envolvemos com coisas que não devemos. Sabemos que ninguém é santo. Mas falar mal ou da intimidade da vida dos outros, além de ser uma afronta as Leis Divinas, é crime também. Existem muitas filosofias, religiões etc. que ensinam aos seus adeptos a cultivar o agradecimento afim de que alavanquem as suas vidas cheias de problemas. Os problemas, ninguém os coloca sobre as nossas cabeças. Nós é que vamos acumulando lixos na nossa vida. Esquecendo-nos que um dia quando mais precisávamos alguém nos deu a chance do trabalho. Sejamos gratos, mais disciplinados com nosso falar e sigamos o nosso caminho em paz e com certeza novos horizontes se abrirão e a própria vida se encarregará de nos trazer o que merecemos. Ó Wall!!


Parte 16 - Como responder as perguntas embaraçosas das crianças

Por que o céu é azul? Por que a minhoca não tem pernas? Por que aquelas mulheres andam cobertas? Chega uma idade em que as crianças viram uma verdadeira metralhadora de perguntas e haja coleta a prova de balas para esses pais. Mas na verdade, encher-se de defesas não é a melhor solução, de acordo com os especialistas.
Que os pais vão se separar? - O casal deve conversar bastante antes de dar a notícia aos filhos e não fazer acusações um ao outro diante deles em momento algum. Deixem claro que o casamento acabou, não a família. Ela só terá uma nova rotina e estrutura. Será sofrido no começo, mas, aos poucos, tudo ficará bem de novo. O psicólogo Gosuen aconselha que o adulto questione a criança, quando ouvir uma pergunta, por que ela deseja saber aquilo, tentando investigar o que a levou à pergunta. "Além de dar mais tempo para o adulto pensar e elaborar uma resposta, a explicação da criança vai dar uma pista sobre qual é sua real dúvida, facilitando a elaboração da resposta do adulto". Ó Wal!! FIM!!,



domingo, 14 de julho de 2013

Parte 15 - Como responder as perguntas embaraçosas das crianças

Por que o céu é azul? Por que a minhoca não tem pernas? Por que aquelas mulheres andam cobertas? Chega uma idade em que as crianças viram uma verdadeira metralhadora de perguntas e haja coleta a prova de balas para esses pais. Mas na verdade, encher-se de defesas não é a melhor solução, de acordo com os especialistas.
Que o filho foi adotado? - Ele deve crescer sabendo que é filho do coração, não da barriga. Assim, a curiosidade pelos pais biológicos será encarada com mais naturalidade. Quem optou pelo segredo pode recorrer à terapia de família na hora da revelação. O psicólogo Gosuen aconselha que o adulto questione a criança, quando ouvir uma pergunta, por que ela deseja saber aquilo, tentando investigar o que a levou à pergunta. "Além de dar mais tempo para o adulto pensar e elaborar uma resposta, a explicação da criança vai dar uma pista sobre qual é sua real dúvida, facilitando a elaboração da resposta do adulto". Ó Wall!!! Continua...

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Parte 14 - Como responder as perguntas embaraçosas das crianças

Por que o céu é azul? Por que a minhoca não tem pernas? Por que aquelas mulheres andam cobertas? Chega uma idade em que as crianças viram uma verdadeira metralhadora de perguntas e haja coleta a prova de balas para esses pais. Mas na verdade, encher-se de defesas não é a melhor solução, de acordo com os especialistas.
Que alguém querido morreu? - Depende da religião da família. O certo é dizer a verdade, mas o mais importante é a maneira de fazer isso. A criança tem que entender que a morte é algo definitivo, para não ficar esperando o retorno da pessoa querida. Com serenidade, explique o que é a saudade e que esse sentimento é o que fica. Reforce para a criança que ela não é a única no mundo a sentir falta de alguém. Todos passam por isso: morrer faz parte da vida como nascer. Admita, sem medo, que a morte é um grande mistério para todos nós. E temos que aprender a lidar com o fato de que a vida tem questões que fogem do nosso controle e de nosso entendimento.
O psicólogo Gosuen aconselha que o adulto questione a criança, quando ouvir uma pergunta, por que ela deseja saber aquilo, tentando investigar o que a levou à pergunta. "Além de dar mais tempo para o adulto pensar e elaborar uma resposta, a explicação da criança vai dar uma pista sobre qual é sua real dúvida, facilitando a elaboração da resposta do adulto". Ó Wall!!! Continua...