Por: Cláudio J.J. Costa
Zeus - Conhecido como rei dos deuses. Soberano do monte Olimpo. Deus do relâmpago. Teve diversos casamentos e diversos filhos. Salvou os irmãos do pai Cronos os engoliu.
Hades - O deus do mundo inferior e dos mortos. O próprio nome designa tanto o deus quanto o "lugar" no plano inferior.
Poseidon - O Deus dos mares, assim como Hades era deus do submundo e Zeus do Olimpo, Poseidon era o deus dos mares.
Atena - O significado de seu nome é desconhecido. Estudiosos acreditam que seja de origem asiática. É a deusa da razão, inteligencia e sabedoria e Justiça. A história de seu nascimento é um dos mais clássicos contos da mitologia.
Afrodite - Deusa do amor. Da beleza, da sexualidade. Também considerada como deusa da fertilidade, do prazer e da alegria. Alguns acreditam que ela seja uma deusa importada dos povos da ásia para os cultos gregos. Nasce da espuma formada no mar, quando os órgãos genitais de Urano foram cortados.
Ares - O deus da guerra. Muito cultuado na cidade-estado de Esparta. Conhecido na versão romana como Marte onde também era o deus da agricultura.
Apolo - Conhecido como deus das distâncias. Também como o deus sol, a luz da verdade. Patrono do mais famoso oráculo conhecido como Delfos. Também era líder das musas e ainda era patrono das artes e profecias.
Hermes - Deus mensageiro. Patrono da ginástica, ladões, diplomatas, comerciantes, astronomia e eloquência. Também para algumas iniciações. Também era responsável por encaminhar a alma dos mortos para o Hades. Acredita-se que seja muito mais antigo do que o mito grego. Sofreu sincretismo com o deus Toth.
Eros - O deus do amor. Filho de Afrodite e Ares, passou a ser conhecido como Cupido na versão romana e assim ganhou fama. É ainda considerado por Hesíodo um dos deuses primordiais. O mito varia de acordo com a versão. Suas flechas despertam o amor em quem for atingido.
BIBLIOGRAFIA:
• Hacquard, Georges, Dicionário da Mitologia Grega e Romana.
• Junito de Souza Brandão, Mitologia Grega Vol I, ISBN 8532604072
• Junito de Souza Brandão, Mitologia Grega Vol III, ISBN 8532604501
• A.S.Franchini, Carmen Seganfredo, As 100 Melhores Histórias da Mitologia, Editora L&MP. ISBN 85-254-1316-x
• Hesíodo, Teogonia - A Origem dos Deuses ISBN 8585219319
*.Imagens retiradas aleatoriamente do google imagens
Ó Wall!!
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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terça-feira, 14 de abril de 2015
terça-feira, 4 de março de 2014
Lendas Urbanas - O Caipora
A lenda do Caipora é bastante evidenciada em todo o Brasil, está presente desde os indígenas, e é a partir deles que surgiu este mito. Segundo muitas tribos, principalmente as do Tronco Lingüístico Tupi-Guarani, o Caipora era uma entidade que possuía como função e dom o controle e guarda das florestas,e tudo que existia nela.Com o contato com outras civilizações não - indígenas, esta divindade foi bastante modificada quanto a sua interpretação, passando a ser vista como uma criatura maligna.Com o passar dos tempos muitas pessoas ainda continuam a relatar sua aparição, isto se dá na maioria das vezes com pessoas no interior de matas, o local onde caipora habita. Segundo as pessoas que já viram Caipora, as características variam e a impressão que se tem dela pode variar dependendo se Caipora quer perturbar ou ajudar a pessoa. Muitas pessoas afirmam que Caipora é um menino moreno , parecido com um indiozinho,olhos e cabelos vermelhos, possui os pés virados para trás.Outras pessoas dizem que ele parece com um indiozinho possui uma lança, um cachimbo,já outras pessoas o descrevem igual aos modelos anteriores porém com apenas um olho. Caipora tem o poder de ressuscitar qualquer animal morto sem sua autorização, para isso apenas fala para que o bicho ressuscite. Por ser muito veloz às vezes as pessoas apenas sentem Caipora como se fosse uma rajada de vento no mato.Para entrar numa mata com permissão da Caipora, a pessoa deve levar sempre uma oferenda para ela, como um Pedaço de Fumo-de-Rolo, um Cachimbo. Caipora emite um som estridente causando que causa arrepios e pavor a todos os que o escutam. Em algumas regiões do Brasil Caipora é conhecido como o Curupira. Ó Wall!!!
domingo, 2 de março de 2014
Lendas Urbanas - Corpo seco
Corpo-Seco ou Unhudo, é um homem que passou a vida batendo e respondendo a mãe. Quando morreu, virou uma criatura maligna que fica grudada nos troncos da árvore, cada pessoa que passa perto dele, ele da um abraço da morte pois tem unhas compridas e esmaga a pessoa no seu abraço. Há também outra lenda sobre ele, diz que ele era um fazendeiro muito egoísta e mesquinho, que canhava frutas para todos e depois de morto ele fica cuidando de suas frutas e mata quem chega perto de seu pomar. No interior de São Paulo, há uma variante desta lenda, conta-se que quando uma pessoa passa perto do corpo seco ele pula nela e suga todo seu sangue, se não passar nenhuma pessoa ele vai morrer, porque se alimenta do sangue humano (semelhante a um vampiro). Há ainda relatos do corpo-seco no estado do e do amama Paraná, Amazonas, Minas Gerais, em alguns países africanos de língua portuguesa, relatados por soldados brasileiros veteranos da missão UNAVEM III e na região Centro-Oeste do Brasil, principalmente. Em Ituiutaba, Minas Gerais, há uma variação desta lenda, onde conta-se que o corpo-seco - depois de ser repelido pela terra várias vezes - é levado por bombeiros à uma aparente caverna em uma serra que fica ao sul domunicípio. Dizem que quem passa à noite pela estrada de terra que margeia a "serra do corpo-seco", consegue ouvir os gritos do corpo-seco ecoando de dentro da caverna.Á mãe foi amaldiçoa antes de morrer, por ter sido usada como cavalo pelo filho. Até hoje, há o dito popular: "Quem bate na mãe fica com a mão seca". Ó Wall!!
sábado, 1 de março de 2014
Lendas Urbanas - A índia Iracema
Neste romance indianista de José de Alencar, podemos enxergar os malefícios da colonização. Seria mesmo uma história de amor? Onde está o amor presente neste livro? Martim amava Iracema? Amava a terra? Este tipo de amor faz bem? Se faz, por que então Iracema morreu de tristeza? Bem, não pretendo responder a nenhuma destas perguntas, as fiz apenas para que eu mesmo pudesse refletir no porquê de ler tantos romances com histórias tão tristes. Mas vamos nos posicionar em alguns dos personagem e seus significados:
Iracema: índia mais que bela, guardiã do segredo da Jurema, responsável por fazer a bebida dos deuses, virgem impossibilitada de se casar.
Martim: guerreiro branco, colonizador português.
Jandaia: pássaro que acompanhava Iracema, símbolo da cultura local.
Pajé: líder religioso, pai de Iracema.
Iracema é sempre comparada a natureza e sempre se sobressai a ela. Essa índia era muito importante para a vida cultural do local, sendo assim não poderia se entregar a qualquer um e correr o risco de ter tudo isso destruído. Ela agradava os deuses e os deuses por sua vez, protegiam tudo o que possuíam. Martim, colonizador, explorava terras e as "tomava" para o seu país, pois é isso o que um colonizador faz. Assim, precisaria colonizar esta terra descoberta e sabemos que não se coloniza nada se não é você quem impõe as leis. Assim, a cultura do país colonizador deve ser imposta ao país colonizado, bem como sua língua e deve manter-se totalmente dependente de quem o colonizou. Martim poderia ter tido muitas belas índias, mas desejou Iracema.
Iracema, via o visitante como uma bênção e o droga e se entrega a ele. Ao fazer isso, perde sua força perante os deuses e a cultura local é destruída. Claro que Martim desejava Iracema, mas, ao possuí-la, não estava em seu "juízo perfeito" fazendo tudo inconcientimente. Assim também os colonizadores, não tinham consciência do mal que estavam causando ao destruírem as florestas, apenas se preocupavam com o bem que lhes trazia a colonização. Ao possuir Iracema, Martim destruiu a virgem, assim como os colonizadores destruíram as matas. Martim estava feliz com Iracema, mas esta não era sua terra de verdade, não era sua vida, e Iracema não era sua esposa. Ele volta para sua terra e não leva Iracema. Os colonizados não são bem vindos na terra que os controla. Mas o fruto da colonização nasce e Iracema morre. Ao morrer Iracema a cultura (Jandaia) se cala e não fala (canta) mais. O filho não pode ouvir o cantar da Jandaia. O pai retorna e leva o filho com ele. Agora, o filho falará sua língua, terá seus costumes e não mais se importará com o que sua mãe foi ou com a importância que ela tinha, pois os mortos não transmitem ensinamentos a menos que o tenham deixado durante suas vidas.
José de Alencar demonstra um incrível senso de ecologia já naquela época. Seu amor a natureza é manifesto por representá-la poeticamente sem nada que possa macular sua beleza, ou seja, não há mosquitos, não há espinhos, não há falhas geológicas, tudo é perfeito... Assim como Iracema não tem espinhas, seus cabelos não são queimados pelo sol e nem maltratados pelas águas do mar. É alta, não possui a estatura do nordestino cearense. Está mais para uma índia norte americana. O amor aqui consumado, não via em frente, não só por seguir a característica romantica, mas também por não poder haver amor duradouro entre colonizador e colonizado.
Ó Wall!!!
Iracema: índia mais que bela, guardiã do segredo da Jurema, responsável por fazer a bebida dos deuses, virgem impossibilitada de se casar.
Martim: guerreiro branco, colonizador português.
Jandaia: pássaro que acompanhava Iracema, símbolo da cultura local.
Pajé: líder religioso, pai de Iracema.
Iracema é sempre comparada a natureza e sempre se sobressai a ela. Essa índia era muito importante para a vida cultural do local, sendo assim não poderia se entregar a qualquer um e correr o risco de ter tudo isso destruído. Ela agradava os deuses e os deuses por sua vez, protegiam tudo o que possuíam. Martim, colonizador, explorava terras e as "tomava" para o seu país, pois é isso o que um colonizador faz. Assim, precisaria colonizar esta terra descoberta e sabemos que não se coloniza nada se não é você quem impõe as leis. Assim, a cultura do país colonizador deve ser imposta ao país colonizado, bem como sua língua e deve manter-se totalmente dependente de quem o colonizou. Martim poderia ter tido muitas belas índias, mas desejou Iracema.
Iracema, via o visitante como uma bênção e o droga e se entrega a ele. Ao fazer isso, perde sua força perante os deuses e a cultura local é destruída. Claro que Martim desejava Iracema, mas, ao possuí-la, não estava em seu "juízo perfeito" fazendo tudo inconcientimente. Assim também os colonizadores, não tinham consciência do mal que estavam causando ao destruírem as florestas, apenas se preocupavam com o bem que lhes trazia a colonização. Ao possuir Iracema, Martim destruiu a virgem, assim como os colonizadores destruíram as matas. Martim estava feliz com Iracema, mas esta não era sua terra de verdade, não era sua vida, e Iracema não era sua esposa. Ele volta para sua terra e não leva Iracema. Os colonizados não são bem vindos na terra que os controla. Mas o fruto da colonização nasce e Iracema morre. Ao morrer Iracema a cultura (Jandaia) se cala e não fala (canta) mais. O filho não pode ouvir o cantar da Jandaia. O pai retorna e leva o filho com ele. Agora, o filho falará sua língua, terá seus costumes e não mais se importará com o que sua mãe foi ou com a importância que ela tinha, pois os mortos não transmitem ensinamentos a menos que o tenham deixado durante suas vidas.
José de Alencar demonstra um incrível senso de ecologia já naquela época. Seu amor a natureza é manifesto por representá-la poeticamente sem nada que possa macular sua beleza, ou seja, não há mosquitos, não há espinhos, não há falhas geológicas, tudo é perfeito... Assim como Iracema não tem espinhas, seus cabelos não são queimados pelo sol e nem maltratados pelas águas do mar. É alta, não possui a estatura do nordestino cearense. Está mais para uma índia norte americana. O amor aqui consumado, não via em frente, não só por seguir a característica romantica, mas também por não poder haver amor duradouro entre colonizador e colonizado.
Ó Wall!!!
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - A cobra grande
Esta é uma lenda muito conhecida pela nossa população. Tem sido tema para nossa música, poesia e folclore. Quando éramos crianças, sempre brincavamos dizendo que embaixo dos edíficios por onde passavamos, poderia estar a tal cobra... A Lenda conta o seguinte: Há muito tempo, existiu em uma das tribo do Amazonas, uma mulher muito perversa que inclusive, devorava crianças. Para por fim a tantas dores causadas por ela, a tribo decidiu atirá-la no rio, pensando que ela morreria afogada e nunca mais viesse a perseguir ninguém. Porém, Anhangá, o gênio do mal, decidiu não deixá-la morrer e casou-se com ela, dando-lhe um filho. O pai transformou o menino em uma cobra, para que ele pudesse viver dentro do rio. Porém, logo a cobra começou a crescer e crescer... O rio tornou-se pequeno para abrigá-la e os peixes iam desaparecendo devorados por ela. Durante a noite seus olhos iluminavam como dois faróis e vagavam fosforescentes por sobre os rios e as praias, espreitando a caça e os homens, para devorá-los. As tribos aterrorizadas, deram-lhe o nome de Cobra Grande. Um dia a mãe da Cobra Grande morreu. Sua dor manifestou-se por um ódio tão mortal que de seus olhos brotavam flechas de fogo atiradas contra o céu e dentro da escuridão, transformavam-se em coriscos. Depois deste dia, ela se recolheu e dizem que vive adormecida debaixo das grandes cidades. Contam também que ela só acorda para anunciar o verão no céu em forma de Serpentário, ou durante as grandes tempestades para assustar, com a luz dos relâmpagos, as tribos apavoradas.
Ó Wall!!!
Ó Wall!!!
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - Mula-sem-cabeça
A mula sem cabeça é uma lenda do folclore brasileiro. A sua origem é desconhecida, mas bastante evidenciada em todo o Brasil. Segundo a lenda, qualquer mulher que namorasse um padre seria transformada em um monstro. Dessa forma, as mulheres deveriam ver os padres como uma espécie de “santo” e não como homem, se cometessem qualquer pecado com o pensamento em um padre, acabariam se transformando em mula sem cabeça.
Segundo a lenda, o encanto somente pode ser quebrado se alguém tirar o freio de ferro que a mula sem cabeça carrega, assim surgirá uma mulher arrependida pelos seus “pecados”.
A mula é literalmente uma mula sem cabeça, que solta fogo pelo pescoço, local onde deveria estar sua cabeça. Possui em seus cascos, ferraduras que são de prata ou de aço e apresentam coloração marrom ou preta.
Segundo alguns pesquisadores, apesar de ter origem desconhecida, a lenda fez parte da cultura da população que vivia sobre o domínio da Igreja Católica. Ninguém sabe como surgiu essa lenda, mas existe em todo o país. Pelo que pesquisei, a lenda também existe no México (Malora) e na Argentina (Mula Anima). Obviamente foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses e espanhóis. Segundo a lenda, qualquer mulher que namorasse/dormisse com um padre seria transformada em uma criatura que no lugar da cabeça tem fogo. hehehehe se lascou! Suas ferraduras são de prata ou aço, mas com coloração negra. Seus pêlos podem ser tanto marrons quanto negros. Seu relincho pode ser ouvido a muitos metros de distância, mas ela também costuma soluçar como um humano chorando. Dizem que nas pequenas cidades, principalmente onde tem casas rodeando uma igreja, ela costuma aparecer em noites escuras. Na noite de quinta para sexta-feira que tiver lua cheia, a mulher herege vai para uma encruzilhada e se transforma na mula-sem-cabeça. Então ela percorre 7 povoados e se alguém aparecer em seu caminho, ela sugará seus olhos, unhas e dedos! Para evitar isso, deve-se deitar de bruços no chão logo que avistar a mula e esconder unhas e dentes. Algumas vezes ela pode pisotear homens e animais. Também pode aparecer se alguém passar correndo por uma cruz à meia-noite. Só quando o galo cantar pela terceira vez, ela se transformará em mulher novamente. A maldição só seria desfeita quando alguém tirasse o freio de ferro (cabresto) que a mula carrega e aí ela se transformaria em uma mulher totalmente arrependida! (não é pra menos né? ¬¬) Outra forma é furar a mula com um alfinete novo. O padre também pode evitar a maldição, desde que ele se contenha e não fique pegando mulher por aí amaldiçoe sua amante 7 vezes antes de celebrar uma missa. Para se descobrir se a mulher é amante do padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em linha com o nome dela e reza-se por três vezes a seguinte oração:
"A mulher do padre
Não ouve missa
Nem atrás dela.
Há quem fique ...
Como isso é verdade,
assa o ovo
e a linha fica..."
Ta na cara que isso foi uma jogada da igreja Católica pra fazer o povo respeitar o padre de uma forma bastante efetiva.!Ó Wall!
Segundo a lenda, o encanto somente pode ser quebrado se alguém tirar o freio de ferro que a mula sem cabeça carrega, assim surgirá uma mulher arrependida pelos seus “pecados”.
A mula é literalmente uma mula sem cabeça, que solta fogo pelo pescoço, local onde deveria estar sua cabeça. Possui em seus cascos, ferraduras que são de prata ou de aço e apresentam coloração marrom ou preta.
Segundo alguns pesquisadores, apesar de ter origem desconhecida, a lenda fez parte da cultura da população que vivia sobre o domínio da Igreja Católica. Ninguém sabe como surgiu essa lenda, mas existe em todo o país. Pelo que pesquisei, a lenda também existe no México (Malora) e na Argentina (Mula Anima). Obviamente foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses e espanhóis. Segundo a lenda, qualquer mulher que namorasse/dormisse com um padre seria transformada em uma criatura que no lugar da cabeça tem fogo. hehehehe se lascou! Suas ferraduras são de prata ou aço, mas com coloração negra. Seus pêlos podem ser tanto marrons quanto negros. Seu relincho pode ser ouvido a muitos metros de distância, mas ela também costuma soluçar como um humano chorando. Dizem que nas pequenas cidades, principalmente onde tem casas rodeando uma igreja, ela costuma aparecer em noites escuras. Na noite de quinta para sexta-feira que tiver lua cheia, a mulher herege vai para uma encruzilhada e se transforma na mula-sem-cabeça. Então ela percorre 7 povoados e se alguém aparecer em seu caminho, ela sugará seus olhos, unhas e dedos! Para evitar isso, deve-se deitar de bruços no chão logo que avistar a mula e esconder unhas e dentes. Algumas vezes ela pode pisotear homens e animais. Também pode aparecer se alguém passar correndo por uma cruz à meia-noite. Só quando o galo cantar pela terceira vez, ela se transformará em mulher novamente. A maldição só seria desfeita quando alguém tirasse o freio de ferro (cabresto) que a mula carrega e aí ela se transformaria em uma mulher totalmente arrependida! (não é pra menos né? ¬¬) Outra forma é furar a mula com um alfinete novo. O padre também pode evitar a maldição, desde que ele se contenha e não fique pegando mulher por aí amaldiçoe sua amante 7 vezes antes de celebrar uma missa. Para se descobrir se a mulher é amante do padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em linha com o nome dela e reza-se por três vezes a seguinte oração:
"A mulher do padre
Não ouve missa
Nem atrás dela.
Há quem fique ...
Como isso é verdade,
assa o ovo
e a linha fica..."
Ta na cara que isso foi uma jogada da igreja Católica pra fazer o povo respeitar o padre de uma forma bastante efetiva.!Ó Wall!
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - Boitatá
A lenda do boitatá foi criada pelo padre José de Anchieta, na qual descreveu o boitatá como uma gigantesca cobra de fogo ondulada, com olhos que parecem dois faróis, couro transparente, que cintila nas noites em que aparece deslizando nas campinas e na beira dos rios. Diz a lenda também que o boitatá pode se transformar em uma tora em brasa, para assim queimar e punir quem coloca fogo nas matas. Diz a lenda, também, que quem se depara com o boitatá geralmente fica cego, pode morrer ou até ficar louco . Assim, quando alguém se encontrar com o boitatá deve ficar parado, sem respirar e de olhos bem fechados. Como a maioria das lendas e crendices populares que são passadas de geração em geração através do “ouvir e contar”, a lenda do boitatá sofreu algumas modificações, sendo que em muitas partes do Brasil a lenda é contada de forma diferente. Em Santa Catarina, por exemplo, o boitatá é descrito como um touro de "pata como a dos gigantes e com um enorme olho bem no meio da testa, a brilhar que nem um tição de fogo". Ó Wall!!!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - O boto cor de rosa
Conta-se na Amazônia, que os botos do rio Amazonas fazem charme para as moças que vivem em vilas e cidades à beira-rio. Eles as namoram e, depois, tornam-se os pais de seus filhos! No início da noite, o boto se transforma em um belo homem e sai das águas, muito bem vestido e de chapéu, para esconder o buraco que todos os botos têm no alto da cabeça (o buraco serve para respirar o ar, já que os botos são mamíferos e têm pulmões, como você). O rapaz-boto vai aos bailes, dança, bebe, conversa e conquista uma moça bonita. Mas, antes do dia surgir, entra de novo na água do rio e se transforma de novo em um mamífero das águas. Parece que as lendas sobre "botos-homens" só surgiram no Brasil a partir do século XVIII. Pelo menos, nenhum pesquisador encontrou registros mais antigos dessa lenda! Mas, na mitologia dos índios tupis, há um deus - o Uauiará - que se transforma em boto. Esse deus adora namorar belas mulheres. Até hoje, mães solteiras na região do Amazonas dizem que seus filhos são filhos "do boto"! O olho do boto, seco, é considerado um ótimo amuleto para conseguir sucesso no amor. Se o homem quer conquistar uma mulher, dizem que ele deve olhar para ela através de um olho de boto. Desse jeito, ela não vai poder resistir - e vai ficar perdidamente apaixonada...
O boto verdadeiro - O verdadeiro boto é um mamífero da ordem dos cetáceos. Há um grupo deles que vive exclusivamente em água doce, de rio. O que vive na América do Sul tem o corpo alongado, de dois a três metros de comprimento. Tem grandes nadadeiras peitorais e cerca de 134 dentes. São cinzentos, mas clareiam com a idade e ficam cor-de-rosa! Botos comem peixes e, às vezes, frutos que caem no rio. A fêmea tem um filhote, que permanece ao seu lado até ficar adulto. Ó Wall!!
O boto verdadeiro - O verdadeiro boto é um mamífero da ordem dos cetáceos. Há um grupo deles que vive exclusivamente em água doce, de rio. O que vive na América do Sul tem o corpo alongado, de dois a três metros de comprimento. Tem grandes nadadeiras peitorais e cerca de 134 dentes. São cinzentos, mas clareiam com a idade e ficam cor-de-rosa! Botos comem peixes e, às vezes, frutos que caem no rio. A fêmea tem um filhote, que permanece ao seu lado até ficar adulto. Ó Wall!!
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - Iara ou Mãe d´agua
A palavra Iara é de origem indígena. Yara significa “aquela que mora na água”. Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos. A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
Origem da personagem - Contam os índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia. Ó Wall!!
Origem da personagem - Contam os índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia. Ó Wall!!
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Lendas Urbanas - A cuca
Na língua tupi a palavra Cuca significa tragar ou engolir de uma vez só. Na região sul do Brasil, a palavra Cuca é também usada como nome de uma torta ou bolo doce de frutas.A Cuca é uma importante e conhecida personagem do universo do folclore brasileiro. É representada por uma velha, com cabeça de jacaré, que possui uma voz assustadora. De acordo com a lenda, a Cuca assusta e pega as crianças que não obedecem seus pais. Acredita-se que esta lenda tenha surgido na Espanha e Portugal, onde tem o nome de "Coca". Neste país, ela era representada por um dragão que havia sido morto por um santo. A figura aparecia principalmente nas procissões. A lenda teria chegado ao Brasil junto com os portugueses durante o período da colonização. Ao chegar ao Brasil, a figura da Cuca passou a ser representada, em muitas regiões, como uma velha brava com cabelos compridos e desgranhados, semelhante a uma bruxa. é bom lembrar que, foi nas obras do escritor brasileiro Monteiro Lobato que a personagem Cuca ganhou popularidade. No "Sitio do Pica-pau amarelo", transformado em série de televisão no final dos anos 70 e começo dos 80, a Cuca passou a ser conhecida nos quatro cantos do país. Na Tv, a Cuca era uma espécie de jacaré bípede com cabelo amarelo e uma voz horripilante, que tinha a ajuda do saci-pererê. Malvada, morava num lugar escuro (caverna) onde, como se fosse uma bruxa, ficava fazendo poções mágicas.
Música da Cuca (Cássia Eller)
Esta música foi criada para o personagem da Cuca na série de TV "Sítio do Pica-Pau amarelo", transmitida pela Tv Globo.
Cuidado Com a Cuca
Que a Cuca te pega
Te pega daqui, Te pega de lá
A Cuca é malvada
E se fica irritada
A Cuca zangada
Cuidado com ela
A Cuca é matreira
E se fica zangada
A Cuca é danada
Cuidado com ela
Cuidado com a Cuca
Que a Cuca te pega
Te pega daqui, Te de lá
A Cuca é malvada
E se fica irritada
A Cuca zangada
Cuidado com ela.
Cuidado com a Cuca
Que a Cuca te pega
A Cuca é danada
Ela vai te pegar
Ó Wall!!
Música da Cuca (Cássia Eller)
Esta música foi criada para o personagem da Cuca na série de TV "Sítio do Pica-Pau amarelo", transmitida pela Tv Globo.
Cuidado Com a Cuca
Que a Cuca te pega
Te pega daqui, Te pega de lá
A Cuca é malvada
E se fica irritada
A Cuca zangada
Cuidado com ela
A Cuca é matreira
E se fica zangada
A Cuca é danada
Cuidado com ela
Cuidado com a Cuca
Que a Cuca te pega
Te pega daqui, Te de lá
A Cuca é malvada
E se fica irritada
A Cuca zangada
Cuidado com ela.
Cuidado com a Cuca
Que a Cuca te pega
A Cuca é danada
Ela vai te pegar
Ó Wall!!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Lendas Urbanas - O Negrinho do Pastoreio
O Negrinho do Pastoreio é uma lenda do folclore brasileiro surgida no Rio Grande do Sul. De origem africana, esta lenda surgiu no século XIX, período em que ainda havia escravidão no Brasil. Esta lenda retrata muito bem a violência e injustiça impostas aos escravos. De acordo com a lenda, havia um menino negro escravo, de quatorze anos, que possuía a tarefa de cuidar do pasto e dos cavalos de um rico fazendeiro. Porém, num determinado dia, o menino voltou do trabalho e foi acusado pelo patrão de ter perdido um dos cavalos. O fazendeiro mandou açoitar o menino, que teve que voltar ao pasto para recuperar o cavalo. Após horas procurando, não conseguiu encontrar o tal cavalo. Ao retornar á fazenda foi novamente castigado pelo fazendeiro. Desta vez, o patrão, para aumentar o castigo. colocou o menino pelado dentro de um formigueiro. No dia seguinte, o patrão foi ver a situação do menino escravo e ficou surpreso. O garoto estava livre, sem nenhum ferimento e montado no cavalo baio que havia sumido. Conta a lenda que foi um milagre que salvou o menino, que foi transformado num anjo. O Negrinho do Pastoreio é considerado, por aqueles que acreditam na lenda, como o protetor das pessoas que perdem algo. De acordo com a crença, ao perder alguma coisa, basta pedir para o menino do pastoreio que ele ajuda a encontrar. Em retribuição, a pessoa deve acender uma vela ao menino ou comprar uma planta ou flor. A lenda do Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio cristã e meio africana. . É uma lenda muito popular no sul do Brasil e sua origem é do fim do Século XIX, no Rio Grande do Sul. Foi muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É uma lenda reconhecidamente do Rio Grande do Sul, e alguns folcloristas afirmam que a região tem uma única lenda sua, criada ao jeito local. Conta a lenda que nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Em um dia de inverno, fazia muito frio e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. Disse o estancieiro: "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece". Aflito, o menino foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo. De volta à estância, o estancieiro, ainda mais irritado, bateu novamente no menino e o amarrou nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. A partir disso, entre os andarilhos, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio. Desde então, quando qualquer cristão perdia uma coisa, fosse qualquer coisa, pela noite o Negrinho procurava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver. Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi... Foi por aí que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais acha. Ó Wall!!!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Lendas Urbanas - Papai Noel
Por incrível que pareça a lenda do Papai Noel, que desce pelas chaminés na noite de Natal, não tem nada de capitalista e surgiu a partir de um homem de verdade, que resolveu praticar o bem e foi declarado Santo pela Igreja Católica, ficando para a história como São Nincolau. Os trajes certamente eram de um padre e dificilmente seu biotipo era de um gordinho, mas que Nicolau virou lenda após distribuir presentes, isto é verdade. Filho de pais ricos, Nicolau nasceu no ano 275 em Pátara, na Ásia Menor, tendo se tornado sacerdote da diocese de Mira, onde evangelizou os pagãos em meio a perseguição que os cristãos viviam. São Nicolau é conhecido principalmente pela sua atitude bondosa para com os pobres, já que ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente partilhou com os necessitados. Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento e por causa disso o próprio pai, na loucura, aconselhou-as à prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens. Daí para todos passarem a sonhar com bolsas de dinheiro caindo pela chaminé ou janela, foi um pulo... Nicolau conquistou a todos com sua caridade, zelo, espírito de oração, e carisma de milagres. Historiadores relatam que ao ser preso, por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado a morte, mas felizmente se salvou em 313, pois foi publicado o edito de Milão que concedia a liberdade religiosa. São Nicolau participou do Concilio de Nicéia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu em 324 ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus para que muitos milagres chegassem ao povo. Sua transformação para o símbolo natalino ocorreu na Alemanha e passou a ser conhecido no mundo todo. Toda essa história está contada no livro "Papai Noel: uma biografia" escrito pelo professor de história Gerry Bowler, um detalhado registro da vida do bom velhinho, de onde tiramos estas informações. Mas de onde veio a roupa vermelha e os quilos a mais do bom velhinho? Atualmente, Noel é retratado como um homem velho, gordo, alegre e sempre com um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. Essa imagem surgiu no século XIX devido à influência da Coca-Cola, que lançou um comercial do bom velhinho com as vestes vermelhas. Ó Wall!!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A caixa de pandora
Conta-nos as várias versões do mito grego que Prometeu (o que vê antes ou prudente, previdente) é o criador da humanidade. Era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses.
Prevendo o fim da guerra, Prometeu uniu-se a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu também o fizesse. Com isso, Prometeu foi aumentando os seu talentos e conhecimentos, o que despertou a ira de Zeus, que resolveu acabar com a humanidade. Mas a pedido de Prometeu, o protetor dos homens, não o fez. Um dia, foi oferecido um touro em sacrifício e coube a Prometeu decidir quais partes caberiam aos homens e quais partes caberiam aos deuses. Assim, Prometeu matou o touro e com o couro fez dois sacos. Em um colocou as carnes e no outro os ossos e a gordura. Ao oferecer a Zeus para que escolhesse, esse escolheu o que continha banha e, por este ato, puniu Prometeu retirando o fogo dos humanos. Depois disso, coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. No entanto, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, não deixou nenhuma qualidade para os humanos, que ficaram desprotegidos e sem recursos. Foi então que Prometeu entrou no Olimpo (o monte onde residiam os deuses) e roubou uma centelha de fogo para entregar aos homens. O fogo representava a inteligência para construir moradas, defesas e, a partir disso, forçar a criação de leis para a vida em comum. Surge assim a política para que os homens vivam coletivamente, se defendam de feras e inimigos externos, bem como desenvolvam todas as técnicas. Zeus jurou vingança e pediu para o deus coxo Hefestos que fizesse uma mulher de argila e que os quatro ventos lhe soprassem a vida e também que todas as deusas lhe enfeitassem. Essa mulher era Pandora (pan = todos, dora = presente), a primeira e mais bela mulher já criada e que foi dada, como estratégia de vingança, a Epimeteu, que, alertado por seu irmão, recusou respeitosamente o presente. Ainda mais furioso, Zeus acorrentou Prometeu a um monte e lhe impôs um castigo doloroso, em que uma ave de rapina devoraria seu fígado durante o dia e, à noite, o fígado cresceria novamente para que no outro dia fosse outra vez devorado, e assim por toda eternidade. No entanto, para disfarçar sua crueldade, Zeus espalhou um boato de que Prometeu tinha sido convidado ao Olimpo, por Atena, para um caso de amor secreto. Com isso, Epimeteu, temendo o destino de seu irmão, casou-se com Pandora que, ao abrir uma caixa enviada como presente (e que Prometeu tinha alertado para não fazê-lo), espalhou todas as desgraças sobre a humanidade (o trabalho, a velhice, a doença, as pragas, os vícios, a mentira, etc.), restando dentro dela somente a ilusória esperança. Por isso, o mito da caixa de Pandora quer significar que ao homem imprudente e temeroso são atribuídos os males humanos como consequência da sua falta de conhecimento e previsão. Também é curioso observar como o homem depende de sua própria inteligência para não ficar nas mãos do destino, das intempéries e dos próprios humanos. Ó Wall!!
Prevendo o fim da guerra, Prometeu uniu-se a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu também o fizesse. Com isso, Prometeu foi aumentando os seu talentos e conhecimentos, o que despertou a ira de Zeus, que resolveu acabar com a humanidade. Mas a pedido de Prometeu, o protetor dos homens, não o fez. Um dia, foi oferecido um touro em sacrifício e coube a Prometeu decidir quais partes caberiam aos homens e quais partes caberiam aos deuses. Assim, Prometeu matou o touro e com o couro fez dois sacos. Em um colocou as carnes e no outro os ossos e a gordura. Ao oferecer a Zeus para que escolhesse, esse escolheu o que continha banha e, por este ato, puniu Prometeu retirando o fogo dos humanos. Depois disso, coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. No entanto, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, não deixou nenhuma qualidade para os humanos, que ficaram desprotegidos e sem recursos. Foi então que Prometeu entrou no Olimpo (o monte onde residiam os deuses) e roubou uma centelha de fogo para entregar aos homens. O fogo representava a inteligência para construir moradas, defesas e, a partir disso, forçar a criação de leis para a vida em comum. Surge assim a política para que os homens vivam coletivamente, se defendam de feras e inimigos externos, bem como desenvolvam todas as técnicas. Zeus jurou vingança e pediu para o deus coxo Hefestos que fizesse uma mulher de argila e que os quatro ventos lhe soprassem a vida e também que todas as deusas lhe enfeitassem. Essa mulher era Pandora (pan = todos, dora = presente), a primeira e mais bela mulher já criada e que foi dada, como estratégia de vingança, a Epimeteu, que, alertado por seu irmão, recusou respeitosamente o presente. Ainda mais furioso, Zeus acorrentou Prometeu a um monte e lhe impôs um castigo doloroso, em que uma ave de rapina devoraria seu fígado durante o dia e, à noite, o fígado cresceria novamente para que no outro dia fosse outra vez devorado, e assim por toda eternidade. No entanto, para disfarçar sua crueldade, Zeus espalhou um boato de que Prometeu tinha sido convidado ao Olimpo, por Atena, para um caso de amor secreto. Com isso, Epimeteu, temendo o destino de seu irmão, casou-se com Pandora que, ao abrir uma caixa enviada como presente (e que Prometeu tinha alertado para não fazê-lo), espalhou todas as desgraças sobre a humanidade (o trabalho, a velhice, a doença, as pragas, os vícios, a mentira, etc.), restando dentro dela somente a ilusória esperança. Por isso, o mito da caixa de Pandora quer significar que ao homem imprudente e temeroso são atribuídos os males humanos como consequência da sua falta de conhecimento e previsão. Também é curioso observar como o homem depende de sua própria inteligência para não ficar nas mãos do destino, das intempéries e dos próprios humanos. Ó Wall!!
domingo, 15 de dezembro de 2013
A Lenda do Açaí
Há muito tempo, quando ainda não existia a cidade de Belém do Pará, vivia no local uma tribo indígena. Nesta época os alimentos eram escassos e por este motivo o cacique tomou uma decisão muito cruel: resolveu que todas as crianças que nascessem a partir daquela data, seriam necessariamente sacrificadas, uma vez que não haveria alimento suficiente para todos. Porém, Iaça, filha do Cacique, deu a luz a um lindo menino o qual não foi poupado da cruel decisão de seu avô. A índia chorava todas as noites com saudades de seu filho, até que numa noite de lua cheia, a índia ouviu o choro de uma criança. O choro vinha da direção de uma bela palmeira.
Quando a índia chegou ao local, seu filho a esperava de braços abertos. Radiante de alegria, Iaça correu para abraçá-lo, mas quando o fez, a criança misteriosamente desapareceu. No dia seguinte, a índia foi encontrada morta, abraçada ao tronco da palmeira. Seu rosto trazia um suave sorriso de felicidade e seus olhos negros, ainda abertos, fitavam o alto da palmeira que estava carregada de frutinhos escuros. Então, o Cacique mandou que apanhassem os frutinhos e percebeu que deles poderia se extrair um suco quando amassados, que passou a ser a principal fonte de alimento daquela tribo. Este achado fez com que o Cacique suspendesse os sacrifícios e as crianças voltaram a nascer livremente, pois a alimentação já não era mais problema na tribo. Em agradecimento ao deus Tupã e em homenagem a sua filha, o Cacique deu o nome de AÇAÍ aos frutinhos encontrados na palmeira, que é justamente o nome de IAÇA invertido. Ó Wall!!!
Quando a índia chegou ao local, seu filho a esperava de braços abertos. Radiante de alegria, Iaça correu para abraçá-lo, mas quando o fez, a criança misteriosamente desapareceu. No dia seguinte, a índia foi encontrada morta, abraçada ao tronco da palmeira. Seu rosto trazia um suave sorriso de felicidade e seus olhos negros, ainda abertos, fitavam o alto da palmeira que estava carregada de frutinhos escuros. Então, o Cacique mandou que apanhassem os frutinhos e percebeu que deles poderia se extrair um suco quando amassados, que passou a ser a principal fonte de alimento daquela tribo. Este achado fez com que o Cacique suspendesse os sacrifícios e as crianças voltaram a nascer livremente, pois a alimentação já não era mais problema na tribo. Em agradecimento ao deus Tupã e em homenagem a sua filha, o Cacique deu o nome de AÇAÍ aos frutinhos encontrados na palmeira, que é justamente o nome de IAÇA invertido. Ó Wall!!!
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Lendas Urbanas - O Homem-Resposta
O Homem-Resposta (The Answer Man) é uma lenda urbana sobre um jogo realizado por crianças no Japão. Elas dizem que o jogo pode invocar um espírito maligno, o qual irá responder a qualquer pergunta que lhe for feita. Para realizar o jogo, você precisa reunir dez pessoas, e cada uma deve possuir um telefone celular.
Como Fazer:
1° Passo: Você deve reunir dez pessoas em um círculo. Cada um deve ter o número de celular da pessoa à sua esquerda;
2º Passo: Após contarem até três, cada pessoa deve apertar o botão de chamada, ligando para a pessoa à sua esquerda;
3º Passo: Todos devem colocar seus telefones próximos ao ouvido e escutar.
Devido ao fato dos celulares de todos estarem chamando uns aos outros, ao mesmo tempo, todos os aparelhos estarão ocupados e normalmente ninguém deveria receber uma resposta. No entanto, uma pessoa terá a sua chamada misteriosamente atendida, e irá ouvir uma voz do outro lado da linha. É a voz do Homem-Resposta! Quando você estiver no telefone com o Homem-Resposta, você poderá perguntar-lhe qualquer coisa que desejar. Ele vai responder a quaisquer perguntas que você o fizer. No entanto, após ele lhe dar a sua resposta, ele fará uma pergunta para você. Dizem que se você responder suas perguntas incorretamente ou não for capaz de lhe dar uma resposta, uma grande mão retorcida surgirá através do telefone e arrancará um pedaço do seu corpo. Outras versões da lenda dizem que você será atormentado por até que seja capaz de responder a pergunta, a qual dizem que são necessários anos e anos de estudo para poder elaborar uma resposta. E então, algum leitor tem coragem de tentar? Ó Wall!!!
Como Fazer:
1° Passo: Você deve reunir dez pessoas em um círculo. Cada um deve ter o número de celular da pessoa à sua esquerda;
2º Passo: Após contarem até três, cada pessoa deve apertar o botão de chamada, ligando para a pessoa à sua esquerda;
3º Passo: Todos devem colocar seus telefones próximos ao ouvido e escutar.
Devido ao fato dos celulares de todos estarem chamando uns aos outros, ao mesmo tempo, todos os aparelhos estarão ocupados e normalmente ninguém deveria receber uma resposta. No entanto, uma pessoa terá a sua chamada misteriosamente atendida, e irá ouvir uma voz do outro lado da linha. É a voz do Homem-Resposta! Quando você estiver no telefone com o Homem-Resposta, você poderá perguntar-lhe qualquer coisa que desejar. Ele vai responder a quaisquer perguntas que você o fizer. No entanto, após ele lhe dar a sua resposta, ele fará uma pergunta para você. Dizem que se você responder suas perguntas incorretamente ou não for capaz de lhe dar uma resposta, uma grande mão retorcida surgirá através do telefone e arrancará um pedaço do seu corpo. Outras versões da lenda dizem que você será atormentado por até que seja capaz de responder a pergunta, a qual dizem que são necessários anos e anos de estudo para poder elaborar uma resposta. E então, algum leitor tem coragem de tentar? Ó Wall!!!
sábado, 16 de novembro de 2013
Lendas Urbanas - O Fantasma da Loja de Brinquedos
Entrar numa loje de brinquedos pode ser assustador!! “Folheie os livros infantis com precaução. E nunca, em hipótese alguma, suba ao andar onde os brinquedos estão empilhados.” Essas são as recomendações da loja de brinquedos Toys ‘R’ Us, em Sunnyvale, Callifornia. Toys ‘R’ Us é assombrada pelo fantasma de um homem chamado Johnson, cujo espírito caminha pelos sombrios corredores do estabelecimento, sussurrando nomes, empurrando objetos….” Eu não acredito em fantasmas!”, diz O’Brien, que há 18 anos trabalha como empilhador de brinquedos da loja. “Mas você sente uma brisa atrás de você. Alguém chama seu nome e quando você olha não vê ninguém. Coisas engraçadas acontecem aqui e não há como explicar.” Bonecas de pano e caminhões de brinquedos pulam das estantes. Bolas infantis aparecem no fundo dos corredores. Livros caem das prateleiras. Berços se movem sozinhos. Os funcionários da Toys ‘R’ Us tentam explicar a lógica desses acontecimentos, mas não conseguem. “Muitos de nós já presenciaram fenômenos misteriosos aqui.” , diz O’Brien, “Ele é igual o Gasparzinho. Nunca quis machucar ninguém.” Muitos jornais falaram a respeito. A loja foi mostrada na televisão no programa That’s Incredible, entre outros. Um roteirista de Hollywood passou duas semanas fazendo pesquisa na loja para escrever o filme A Revolta dos Brinquedos. A psíquica Sylvia Browne fez uma sessão ao local em 1978 e, depois de constatar os fenômenos, voltou mais umas 12 vezes. Ela disse que Johnson era um pregador e fazendeiro, que trabalhava para a família Murphy, cuja fazenda, na década de 1880, ficava no lugar onde hoje é a loja. Ele falava com um sotaque sueco e disse que seu primeiro nome era John, Yon, ou Johan. Dez das dezesseis pessoas presentes na sessão disseram ter ouvido zumbidos ao invés de palavras, nos momentos em que Browne dialogava com o fantasma. Browne disse que o fantasma lhe falou que ele estava apaixonado por Elizabeth, filha de Murphy, mas ela fugiu com um advogado da Costa Oriental. Recortes de jornais velhos dizem que Johnson cortou a própria perna com um machado, enquanto cortava umas àrvores com má vontade. Outra história diz que Johnson foi encontrado morto no pomar com uma fenda de machado em seu pescoço. Ambas as histórias dizem que ele sangrou até a morte. O’Brien diz ter visto o fantasma uma vez: um homem jovem com aparência de 20 a 30 anos, bem vestido, usando um chapéu de lã, que o atravessou. Em outro momento, ele ouviu o som de galopes. “Dizem que Johan treinava os cavalos.”, diz O’Brien. Essa famosa imagem tirada no interior da loja apresenta uma figura misteriosa no fundo, encostado na parede. Funcionários e testemunhas que estavam no local nesse dia e horário juram que essa pessoa não estava lá quando a foto foi tirada. Notem que ela usa um chapéu. Houve uma vez em que um funcionário estava encerando o chão e diz ter visto o movimento de um ursinho de brinquedo para cada corredor em que ele carregava o equipamento. Alguns já sentiram cheiro de flores do campo no corredor 15C, local onde ficam os bonecos do Mickey e do Batman. Agora a pergunta que todos fazerm: “Não seria apenas um jogo de marketing?” “È uma publicidade muito boa para nossa loja”, diz Stephanie Lewis, dona do estabelecimento, “Mas eu pessoalmente não acredito em nada disso. Mas outros, sim. Semana passada tivemos que perseguir 4 adolescentes que tentavam brincar com uma tábua de Ouija no local. E há os que imploram para passar uma noite no lugar.” “Tenho funcionários que não entram no banheiro feminino, pois dizem que as torneiras se abrem sozinhas.” “Quando eu vou trabalhar no andar de cima eu digo: ´Johan, vim só para trabalhar, ok?”, diz O’Brien, “É divertido trabalhar aqui!! Ó Wall!!!
sábado, 12 de outubro de 2013
Lendas Urbanas - A mulher da fogueira
Tudo aconteceu em 1932. Em uma rua próxima da minha, aconteceu o seguinte, meu bisavô ouviu gritos de uma suposta mulher pedindo socorro. Ele ouviu esses gritos vindos de um terreno baldio do lado de uma fazenda, quando ele correu até lá para ver o que estava acontecendo, tinha uma mulher loira e amarrada em uma árvore pegando fogo, detalhe: a mulher não era um fantasma! Ele correu até a casa do vizinho e gritou por ajuda, só que quando chegaram lá, ela já estava morta e só havia o esqueleto, um pouco da carne carbonizada e um maldito cheiro de enxofre. Ele disse que dias depois as pessoas na rua reclamaram que toda noite ouviam gritos de uma mulher e um cheiro horrível de fumaça, mas quando chegavam ao local não havia nada. Logo depois, pessoas se mudaram da área em volta da casa, tem umas 5 casas abandonadas agora e ninguém até hoje tem coragem de morar. Meu bisavô faleceu em 1977 portanto minha avó que me contou isso. Ó Wall!!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Lendas Urbanas - Risadas na Madrugada
Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar pro novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira pra comprar alguns objetos. Aí acharam um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama. Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele cutuca a mulher e pede pra ela parar de rir, que ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir. Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho. Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no carpete. Quando o marido acendeu a luz, olharam pra parede e tomaram um susto: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas... Ó Wall!!!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Lendas Urbanas - A árvore das Almas
Essa é uma Lenda Urbana muito antiga, perdida no tempo que uma senhora me contou quando eu era pequeno, espero que gostem. Por volta de 1845 em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, havia essa Lenda Urbana sobre a árvore das almas. Tal árvore ficava em um bosque atrás da cidade, ela era enorme e oca. Tinha uma passagem imensa onde as pessoas podiam entrar dentro. Nessa época acreditava-se que a árvore era abrigo para centenas de almas de mulheres as quais a origem é desconhecida. Acreditava-se também que elas eram as guardiãs da cidade, mantinham os maus espíritos longe e ajudavam a cidade a prosperar. Uma vez por ano, na sexta-feira santa a meia noite, elas saiam da árvore para uma procissão pela cidade. Caminhavam por todas as ruas da cidade, cada uma com sua vela na mão dando sua benção. Os moradores por sua vez, em respeito às mulheres deveriam ficar dentro de casa, com as janelas e cortinas fechadas até que a procissão terminasse. Em uma dessas procissões, uma garota da cidade resolveu olhar pela janela. Ela ficou maravilhada, centenas de mulheres vestidas de branco, com uma vela grande na mão, recitando algo que não se podia ouvir. Ela notou que as mulheres não eram seres comuns, pois seus corpos eram meio transparentes e luminosos. Maravilhada com o que vira, ela abriu sua janela, saltou e foi seguindo as mulheres. Quando a procissão terminou as mulheres voltaram para o bosque. A garota hesitou um pouco em segui-las, mas pensou, se já foi tão longe era melhor ir até a árvore. De longe e atrás de alguns arbustos ela avistou a árvore e as mulheres foram entrando dentro e desaparecendo. A última mulher da fila parou antes de entrar, virou-se para a garota e olhou-a nos olhos e começou a andar em sua direção. A garota por alguma razão não sentiu medo e esperou o fantasma se aproximar. A mulher lhe estendeu a vela. “Um presente por sua coragem.” – disse a fantasma sorrindo. “Obrigado.” – respondeu a garota sem reação. A mulher voltou para a árvore, antes de entrar olhou a garota novamente e desapareceu. Quando a garota olhou de novo para a vela, esta tinha se transformado em um fêmur. Assustada ela correu para casa e contou a seus pais o que havia ocorrido. Os pais muito preocupados a mandaram de volta ao bosque e disseram que ela deveria enterrar o fêmur de baixo da árvore, pois eles não queriam um osso humano em casa. A menina foi vista pela última vez entrando no bosque. Suas pegadas podiam ser vistas até a árvore, mas ali ela não estava. Diz à lenda que a garota pode ser vista durante a procissão, ela vai levando sua vela, no último lugar da fila das mulheres fantasmas. Ó Wall!!!
domingo, 6 de outubro de 2013
Lendas Urbanas - A morte
Bom, a lenda urbana que me passaram e que eu vou relatar aconteceu na Cidade De Manaus-AMAZONAS,no Dia 16 de Junho de 2009.a parti desse relato várias coisas passaram a acontecer, desde então ninguém mais conseguiu dormir no escuro. No Final do Ano de 2008 Minha Prima que Morava em Outro estado Veio para Manaus à procura de um emprego,então minha Mãe resolveu recebê-la em nossa Casa.Ela era uma Moça Super Dedicada e Bastante Animada.No começo de 2009 as Coisas já estavam Tomando um rumo Diferente,em Fevereiro meu Pai descobriu pelos Arquivos do Computador que a Minha Prima andava Trocando Mensagens Muito Provocante com um Rapaz que se dizia ser Amigo dela,meus Pais como são Bastante Rigorosos Decidiram que Não iam Mais Permitir que ela Continuasse Morando conosco. Então ela Resolveu Morar com o Suposto namorado. Todos os Dias eu Conversava com Ela, Sentia Muita falta dela apesar de tudo.os Meses foram se Passando e nunca mais Tive Noticias Dela.a parti daí minha Irmã Mais Velha Teve uns Sonhos Esquisitos que por Motivo desconhecido não sabia o Porquê ela estava sonhando com aquilo pra ela foi um sonho Tão perturbador que ela não conseguiu mais Dormir sem contar no Temporal que tava acontecendo naquela manhã.Duas Semanas se Passaram,Na Terça-Feira (o Dia do Desastre) eu Havia chegado mais Tarde da escola por Volta de umas 19:00 e Minha mãe estava preparando a Janta,logo em seguida meu Pai chega do Trabalho,Jantamos todos juntos. Ao terminar Subi para meu quarto tomei banho troquei de roupa e fiquei na varanda de casa,depois minha mãe chega e dá um tempo lá comigo,nisso já se passava 21:30 exatamente o Horário que a minha Segunda irmã mais Velha Chega da Faculdade,ao se depara comigo e minha mãe La na varanda ela resolve ficar La com a gente,Por Volta das 22:00 o Bairro sofre uma Longa Queda de energia,passamos a Noite sem Luz desde então todos resolveram fazer hora lá na varanda de casa.Todos conversando e de repente o telefone Toca 23:30 da Noite,era a Tia Da minha Prima Informando que Ela Havia sido Atropelada Por Um Ônibus em Alta velocidade,Minha Mãe entrou em Estado de Choque que Nem conseguiu dá a Noticia direito,todos nós se desesperamos aquilo era o Inicio de uma Noite Bastante Longa.ao Avisar toda a Família meus Pais resolveram ir no IML buscar Informações do falecimento,pois ela havia ficado toda esmagada.nesse dia ninguém mais Dormiu naquela casa. No Velório dela várias Pessoas relataram que ela andava triste,sem Ânimo e ficou até doente,outras falaram que ela havia tido um contato com o Sogro dela que Também já é falecido.o mais assustador foram os meses seguintes,após 1 mês da sua morte minha Sobrinha de 1 ano teve uma Convulsão e quase morre devido a uma febre que do nada apareceu nela (Ela não estava Doente),uma semana depois da morte da minha Prima ,minha Tia falou que Viu ela (prima) Sentada na Cama Pedindo que minha Tia Não desligasse a Luz,pois estava muito escuro e ela estava com medo, no mês seguinte as coisas ainda estavam fria em casa no começo do mês seguinte depois da morte dela,eu Havia ido dormir mais Cedo,Minha mãe estava no banheiro do meu quarto tomando banho logo em seguida ela me dá um Beijo e Eu Tomo Bença dela,nisso ela desliga as Luzes,depois de uns 10 minutos eu Escuto Nitidamente Alguém me Chamando aquilo me arrepiou as espinhas da costa,o Quarto estava escuro e eu estava Dormindo de costa pra porta,nesse mesmo instante eu Fechei meus Olhos com toda minha força e comecei a Orar,depois de um tempo criei coragem e fui ligar a luz,não tinha ninguém no quarto e detalhe,quando ela morava com a gente ela dormia no meu quarto do lado da minha cama.o Pessoal da minha Família falou que ela Não gosta do Escuro devido a Morte relâmpago dela,Pois foi tudo muito rápido ela Havia Morrido numa Noite de Terça-Feira Exatamente ás 22:00 no mesmo Instante que Deu a Queda de Energia,ainda por cima, no velório dela ninguém ascendeu vela alguma pois o velório estava acontecendo dentro de uma igreja evangélica Toda vez que eu vejo algo escuro ou algum Lugar não ficou de jeito nenhum,a parti daí comecei a ter alguns sonhos com ela,mais nada Perturbador.então toda vez que isso acontece acendemos uma Vela para iluminar o caminho dela! Ó Wall!!!
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