Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Exemplo de desconstrução; deixo de lado meus paradigmas errôneos, quando antes não gostava de algum tipo de alimento ou qualquer coisa deste mundo, desafio a experimentar o que sempre torci o nariz, descobrindo assim um ‘mundo novo’ no próprio ‘velho mundo’. Confesso estar sendo surpreendente, como a vida tem seus mistérios revelados quando decidimos por conta própria mudar nossas ‘lentes’ de visão, buscando sempre um novo ângulo de tudo aquilo que parecia não ter graça. Exemplo de construção; estou aprimorando mais o que fazia de bom, buscando aguçar mais a minha percepção do mundo, com ajuda de todos os meus sentidos, olfato, paladar, visão, audição, tato e do próprio sexto sentido. Hoje procuro sentir mais através das mãos, tocando tudo e permitindo que as pessoas me sintam através do toque, apreciar visualmente a natureza do meu entorno, sentir melhor o gosto da comida, sentir o cheiro de todas as coisas que antes nem percebia, escuto mais o som do silêncio, para poder apreciar melhor o próprio ruído da natureza do meu entorno. Está sendo maravilhoso tal ‘experiência de estar me construindo por dentro’, de repente se o mundo parecer chato para você tente dar uma nova versão para sua vida, buscando interpretar a sua mesma vida de maneira diferenciada do que está acostumado ou tem feito até hoje. De repente você vai se surpreender com o que pode descobrir a seu próprio respeito, revelando que a vida nunca foi chata, mas você mesmo tornou a chata com as suas próprias chatices e mesmices existenciais. Ó Wall!! FIM
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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sexta-feira, 31 de março de 2017
Um gatinho chamado ‘Alegorim’! - 2ª Parte
Por: Paulo Rideaki . cONTINUANDO...
E antes que alguém pergunte sobre um estranho nome que um gatinho poderia receber, o ‘Alegorim’ vem de alecrim (arbusto aromático), meu amigo que está aqui em casa e já morou comigo tinha um gato que se chamava Alecrim, então só ‘estilizamos ou personalizamos’ em ‘Alegorim’, pois acreditamos que ‘nomes’ de animais de estimações também tem que ter personalidade e ser diferente, nada de nomes comuns a todos. E sem querer ser ou bancar ‘a dona coruja’, Alegorim é muito esperto, inteligente ao extremo, dorme abraçado comigo, vem correndo quando chamamos e fica a nos observar como estivesse aprendendo ou mesmo como estivesse com a intenção de falar algo que ele próprio não consegue pelas nossas próprias incompatibilidades de linguagens. Ele adora ficar na mesa do meu PC, agora mesmo que estou a digitar sobre ele no teclado, ele está “atrapalhando” querendo interagir com os meus dedos me fazendo digitar palavras erradas, e quando ele próprio digita qualquer coisa sem sentido no teclado. Mas a reflexão deste texto é a questão mais profunda do próprio ato de criarmos laços com tais animais fofos em nossas vidas. Faz muito tempo que não crio gatinhos, já criei muitos na minha infância e hoje depois de adulto quando decidi adotar o Alegorim, ele me fez voltar aos tempos da minha própria infância, quando enxergava neles um amigo peludo de grande relevância e me preocupava como se eles fossem o meu próprio irmãozinho que eu nunca tive e sempre quis ter. Enfim a questão além do resgate emocional das doces lembranças de quando eu era uma criança apaixonado pela natureza, o Alegorim está despertando todas as coisas boas que estava esquecendo como o da minha própria natureza humana básica ou da minha própria humanidade inerente. E tais lembranças me tornam mais humano e ao contrário das pessoas que diz gostar mais dos animais do que de seres humanos, acredito que gostar da natureza e dos animais nos torna mais humanos, afinal de contas todos fazem parte deste imensurável universo, pelo menos o Alegorim despertou muitos sentimentos bons dentro de mim, que pensei ter esquecido à tempos! Ó Wall!!! FIM
E antes que alguém pergunte sobre um estranho nome que um gatinho poderia receber, o ‘Alegorim’ vem de alecrim (arbusto aromático), meu amigo que está aqui em casa e já morou comigo tinha um gato que se chamava Alecrim, então só ‘estilizamos ou personalizamos’ em ‘Alegorim’, pois acreditamos que ‘nomes’ de animais de estimações também tem que ter personalidade e ser diferente, nada de nomes comuns a todos. E sem querer ser ou bancar ‘a dona coruja’, Alegorim é muito esperto, inteligente ao extremo, dorme abraçado comigo, vem correndo quando chamamos e fica a nos observar como estivesse aprendendo ou mesmo como estivesse com a intenção de falar algo que ele próprio não consegue pelas nossas próprias incompatibilidades de linguagens. Ele adora ficar na mesa do meu PC, agora mesmo que estou a digitar sobre ele no teclado, ele está “atrapalhando” querendo interagir com os meus dedos me fazendo digitar palavras erradas, e quando ele próprio digita qualquer coisa sem sentido no teclado. Mas a reflexão deste texto é a questão mais profunda do próprio ato de criarmos laços com tais animais fofos em nossas vidas. Faz muito tempo que não crio gatinhos, já criei muitos na minha infância e hoje depois de adulto quando decidi adotar o Alegorim, ele me fez voltar aos tempos da minha própria infância, quando enxergava neles um amigo peludo de grande relevância e me preocupava como se eles fossem o meu próprio irmãozinho que eu nunca tive e sempre quis ter. Enfim a questão além do resgate emocional das doces lembranças de quando eu era uma criança apaixonado pela natureza, o Alegorim está despertando todas as coisas boas que estava esquecendo como o da minha própria natureza humana básica ou da minha própria humanidade inerente. E tais lembranças me tornam mais humano e ao contrário das pessoas que diz gostar mais dos animais do que de seres humanos, acredito que gostar da natureza e dos animais nos torna mais humanos, afinal de contas todos fazem parte deste imensurável universo, pelo menos o Alegorim despertou muitos sentimentos bons dentro de mim, que pensei ter esquecido à tempos! Ó Wall!!! FIM
quinta-feira, 30 de março de 2017
Estou me construindo, ‘por dentro’! – 2ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
O que quero dizer é que tem muita gente “vivendo” no automático, são poucas as pessoas que tem a consciência de quem elas são, por terem perdido suas próprias personalidades, seguindo a ‘moda’ imposta pela própria mídia. Costumo chamar tais pessoas de ‘zumbis contemporâneos’, pois parece que essa gente toda não tem vontade ou necessidades próprias sendo direcionadas ou num português claro, manipuladas. A perda de identidade por quem elas são, são impressionantes, não me admiro que muita gente gasta dinheiro à toa, comprando sempre o que elas não necessitam baseados quase sempre em alguma propaganda bem elaborada para alavancar vendas de algum produto recém-lançado no mercado consumidor, afirmando no inconsciente coletivo que para sermos feliz precisamos adquirir ‘o produto’. Somos todos escravos da mídia e do conceito errôneo criado por ela, de que para sermos alguém precisamos ter! Quando na verdade para ‘ser alguém’, não precisamos necessariamente ter algo, bastando apenas sermos nós mesmos e valorizarmos as pessoas que somos! Não se esqueça que só consegue valorizar o próximo aquele que sabe se valorizar, quem não tem respeito por si mesmo, jamais conseguirá respeitar seu próximo. (fato) Dito isso, estou ‘desconstruindo’ a pessoa antiga, meus conceitos errôneos que adquiri ao longo da minha existência ao mesmo tempo em que me construo todos os dias para que eu possa descobrir quem eu sou, do que sou capaz e qual a minha missão e finalidade neste mundo. Ó Wall!!! Continua....
O que quero dizer é que tem muita gente “vivendo” no automático, são poucas as pessoas que tem a consciência de quem elas são, por terem perdido suas próprias personalidades, seguindo a ‘moda’ imposta pela própria mídia. Costumo chamar tais pessoas de ‘zumbis contemporâneos’, pois parece que essa gente toda não tem vontade ou necessidades próprias sendo direcionadas ou num português claro, manipuladas. A perda de identidade por quem elas são, são impressionantes, não me admiro que muita gente gasta dinheiro à toa, comprando sempre o que elas não necessitam baseados quase sempre em alguma propaganda bem elaborada para alavancar vendas de algum produto recém-lançado no mercado consumidor, afirmando no inconsciente coletivo que para sermos feliz precisamos adquirir ‘o produto’. Somos todos escravos da mídia e do conceito errôneo criado por ela, de que para sermos alguém precisamos ter! Quando na verdade para ‘ser alguém’, não precisamos necessariamente ter algo, bastando apenas sermos nós mesmos e valorizarmos as pessoas que somos! Não se esqueça que só consegue valorizar o próximo aquele que sabe se valorizar, quem não tem respeito por si mesmo, jamais conseguirá respeitar seu próximo. (fato) Dito isso, estou ‘desconstruindo’ a pessoa antiga, meus conceitos errôneos que adquiri ao longo da minha existência ao mesmo tempo em que me construo todos os dias para que eu possa descobrir quem eu sou, do que sou capaz e qual a minha missão e finalidade neste mundo. Ó Wall!!! Continua....
domingo, 26 de março de 2017
Um gatinho chamado ‘Alegorim’! - 1ª Parte
Por: Paulo Rideaki
‘Apresento um amigo, da onde que ele veio’? ‘O que é que ele merece’? ‘Muito carinhooooooooooo’! Tipo, ‘não suporto’ pessoas que falam que “amam” mais animais do que elas próprias conseguem se amar ou amar seus equivalentes humanos aqui neste planeta, pois quem diz amar mais animais em detrimento da sua própria espécie os humanos estão mentindo! Simplesmente porque acredito que tais pessoas que ficam afirmando tais bobagens perderam fé em suas próprias humanidades, não conseguindo, portanto, amar quem quer que seja, ou pior, tais pessoas não consegue enxergar quaisquer possibilidades positivas com os da sua própria espécie, quem dirá com os das outras espécies. Por esta razão afirmo estarem mentindo, ou se enganando conforme suas próprias conveniências. Obviamente que cada caso, um caso e pessoas são diferentes uma das outras, e não estou generalizando, por exemplo, eu amo a natureza e adoro gatinhos, mas não deixo de amar os seres humanos, afinal de contas sou humano, e minhas referencias como um ser humano vem de outros humanos, apesar de aprender muito sobre o amor com os das outras espécies. Recentemente ou no final do ano passado jogaram um gatinho no meu quintal, me lembro como se fosse ontem, aparentemente recém nascido, mais parecido com um ratinho raquítico do que filhote de um gato, ele tremia de medo, quando pegávamos nas mãos e podíamos sentir o seu frágil coração disparando de tanto medo. Eu e meu amigo deduzimos que ele teria nascido no mês de novembro, pelo seu próprio tamanho e fragilidade, portanto hoje no mês de janeiro ele teria dois meses, ele cresceu, é brincalhão e quando chamamos pelo seu “nominho”; ‘Alegorim’, ele vem correndo como se fosse um cachorrinho, detalhe, ele tem um rabinho curto e quando o chamamos ele vem com esse projeto de rabo de gato mal acabado durinho em nossa direção.Ó Wall!! Continua...
‘Apresento um amigo, da onde que ele veio’? ‘O que é que ele merece’? ‘Muito carinhooooooooooo’! Tipo, ‘não suporto’ pessoas que falam que “amam” mais animais do que elas próprias conseguem se amar ou amar seus equivalentes humanos aqui neste planeta, pois quem diz amar mais animais em detrimento da sua própria espécie os humanos estão mentindo! Simplesmente porque acredito que tais pessoas que ficam afirmando tais bobagens perderam fé em suas próprias humanidades, não conseguindo, portanto, amar quem quer que seja, ou pior, tais pessoas não consegue enxergar quaisquer possibilidades positivas com os da sua própria espécie, quem dirá com os das outras espécies. Por esta razão afirmo estarem mentindo, ou se enganando conforme suas próprias conveniências. Obviamente que cada caso, um caso e pessoas são diferentes uma das outras, e não estou generalizando, por exemplo, eu amo a natureza e adoro gatinhos, mas não deixo de amar os seres humanos, afinal de contas sou humano, e minhas referencias como um ser humano vem de outros humanos, apesar de aprender muito sobre o amor com os das outras espécies. Recentemente ou no final do ano passado jogaram um gatinho no meu quintal, me lembro como se fosse ontem, aparentemente recém nascido, mais parecido com um ratinho raquítico do que filhote de um gato, ele tremia de medo, quando pegávamos nas mãos e podíamos sentir o seu frágil coração disparando de tanto medo. Eu e meu amigo deduzimos que ele teria nascido no mês de novembro, pelo seu próprio tamanho e fragilidade, portanto hoje no mês de janeiro ele teria dois meses, ele cresceu, é brincalhão e quando chamamos pelo seu “nominho”; ‘Alegorim’, ele vem correndo como se fosse um cachorrinho, detalhe, ele tem um rabinho curto e quando o chamamos ele vem com esse projeto de rabo de gato mal acabado durinho em nossa direção.Ó Wall!! Continua...
MUROS DA VERGONHA
Por: ROBERTO ALMEIDA - jornalista
O presidente Donald Trump já informou o mundo que pretende construir um muro separando os EUA do México, para evitar que pessoas do país vizinho continuem migrando em direção ao império do norte. Não é uma ideia muito original, nem é a primeira vez que americanos procuram causar mal aos mexicanos. Até nas revistas em quadrinhos se conta a história de como os Estados Unidos roubaram partes importantes do México e o anexaram ao seu território. Quanto à obra de concreto a ser realizada, isolando a nação pobre da rica, Donald Trump, um direitão dos piores que já surgiu na face da terra, de certa forma copia os comunistas da antiga Alemanha Oriental, que em 1961, no auge da Guerra Fria, ergueram o Muro de Berlim, apelidado depois de “Muro da Vergonha”. Ele dividiu Berlim ao meio, separou famílias inteiras, evitou que os comunistas fossem ver os encantos do capitalismo, bem pertinho, na Alemanha Ocidental, e provocou algumas dezenas de mortes. Alguns na tentativa de fuga escaparam com vida, mas feridos ou mutilados. O Muro de Berlim foi derrubado com alegria pelo povo alemão em 1989 e apressou o fim do império soviético, que já vinha dando sinais de fadiga e foi transformado pela ação renovadora de Mikhail Gorbatchev. Em 2002, mais de 10 anos depois da derrubada da barreira que separava as duas Alemanhas, começou a construção do Muro de Israel ou da Cisjordânia, um projeto visando distanciar os árabes dos judeus. Alvo de críticas, principalmente à esquerda, o muro defendido pelos israelitas gerou desde o começo uma grande polêmica tanto no Oriente Médio quanto fora dele, sendo apenas um dos inúmeros episódios que marcam o conflito e oposição entre Israel e Palestina. A obra foi idealizada pelo primeiro-ministro israelense Ariel Sharon (já falecido), sob a justificativa de estabelecer uma “zona de segurança” para os judeus. Os três muros – o de Berlim, de Israel e o de Trump – são igualmente vergonhosos. São monumentos à estupidez e beligerância. Acredito que o mundo precisa de paz, de gestos de entendimento, de diálogo, e essas obras para separar as pessoas vão noutro sentido, terminando por não trazer benefício para nenhum dos lados, mesmo que se leve tempo para perceber essa realidade. Ó Wall!!
O presidente Donald Trump já informou o mundo que pretende construir um muro separando os EUA do México, para evitar que pessoas do país vizinho continuem migrando em direção ao império do norte. Não é uma ideia muito original, nem é a primeira vez que americanos procuram causar mal aos mexicanos. Até nas revistas em quadrinhos se conta a história de como os Estados Unidos roubaram partes importantes do México e o anexaram ao seu território. Quanto à obra de concreto a ser realizada, isolando a nação pobre da rica, Donald Trump, um direitão dos piores que já surgiu na face da terra, de certa forma copia os comunistas da antiga Alemanha Oriental, que em 1961, no auge da Guerra Fria, ergueram o Muro de Berlim, apelidado depois de “Muro da Vergonha”. Ele dividiu Berlim ao meio, separou famílias inteiras, evitou que os comunistas fossem ver os encantos do capitalismo, bem pertinho, na Alemanha Ocidental, e provocou algumas dezenas de mortes. Alguns na tentativa de fuga escaparam com vida, mas feridos ou mutilados. O Muro de Berlim foi derrubado com alegria pelo povo alemão em 1989 e apressou o fim do império soviético, que já vinha dando sinais de fadiga e foi transformado pela ação renovadora de Mikhail Gorbatchev. Em 2002, mais de 10 anos depois da derrubada da barreira que separava as duas Alemanhas, começou a construção do Muro de Israel ou da Cisjordânia, um projeto visando distanciar os árabes dos judeus. Alvo de críticas, principalmente à esquerda, o muro defendido pelos israelitas gerou desde o começo uma grande polêmica tanto no Oriente Médio quanto fora dele, sendo apenas um dos inúmeros episódios que marcam o conflito e oposição entre Israel e Palestina. A obra foi idealizada pelo primeiro-ministro israelense Ariel Sharon (já falecido), sob a justificativa de estabelecer uma “zona de segurança” para os judeus. Os três muros – o de Berlim, de Israel e o de Trump – são igualmente vergonhosos. São monumentos à estupidez e beligerância. Acredito que o mundo precisa de paz, de gestos de entendimento, de diálogo, e essas obras para separar as pessoas vão noutro sentido, terminando por não trazer benefício para nenhum dos lados, mesmo que se leve tempo para perceber essa realidade. Ó Wall!!
Estou me construindo, ‘por dentro’! – 1ª Parte
Por: Paulo Rideaki
Quase sempre escutamos as pessoas falarem que estão construindo algo em suas vidas e logo imaginamos que tais pessoas estão construindo um prédio, uma casa ou qualquer coisa de natureza material, que garanta as nossas existências neste mundo tal qual a conhecemos e concebemos. A ideia da palavra construção nos remete a um pensamento da realização de qualquer coisa fora da gente! Mas existe um tipo de ‘construção’ que quase ninguém tem a consciência de que precisamos realizar enquanto vivos, estou falando na nossa ‘construção interior’. O que é isso? Eu explico! Recentemente, nos meus profundos estudos da literatura budista aprendi que enquanto vivos neste mundo precisamos estar em constante construção interior para que possamos compreender e construir o próprio mundo em que vivemos. Parece meio doido e insano tal pensamento, mas faz todo sentido, e acho que vou explicar através de alguns exemplos do que seja a nossa ‘construção interior’. Vou começar falando que para definirmos quem somos neste planeta precisamos descobrir quem somos nós de fato, do que somos capazes de realizar e do que necessitamos para sermos feliz. Tem muita gente “vivendo” apenas por viver, consumindo tudo que a mídia diz que é bom, sem ao menos saber que viveríamos muito melhor se deixássemos de lado a doentia forma consumista que ‘adotamos’ como “estilos de vidas”. Ó Wall!!! Continua....
Quase sempre escutamos as pessoas falarem que estão construindo algo em suas vidas e logo imaginamos que tais pessoas estão construindo um prédio, uma casa ou qualquer coisa de natureza material, que garanta as nossas existências neste mundo tal qual a conhecemos e concebemos. A ideia da palavra construção nos remete a um pensamento da realização de qualquer coisa fora da gente! Mas existe um tipo de ‘construção’ que quase ninguém tem a consciência de que precisamos realizar enquanto vivos, estou falando na nossa ‘construção interior’. O que é isso? Eu explico! Recentemente, nos meus profundos estudos da literatura budista aprendi que enquanto vivos neste mundo precisamos estar em constante construção interior para que possamos compreender e construir o próprio mundo em que vivemos. Parece meio doido e insano tal pensamento, mas faz todo sentido, e acho que vou explicar através de alguns exemplos do que seja a nossa ‘construção interior’. Vou começar falando que para definirmos quem somos neste planeta precisamos descobrir quem somos nós de fato, do que somos capazes de realizar e do que necessitamos para sermos feliz. Tem muita gente “vivendo” apenas por viver, consumindo tudo que a mídia diz que é bom, sem ao menos saber que viveríamos muito melhor se deixássemos de lado a doentia forma consumista que ‘adotamos’ como “estilos de vidas”. Ó Wall!!! Continua....
segunda-feira, 20 de março de 2017
Como falar para o meu “filho” que tem gente maldosa neste mundo – 3ª Parte
Por : Paulo Rideaki . Continuando....
E o meu dilema seria como explicar para ele que no mundo nem todo mundo gosta de animais, tratando eles com os devidos respeitos, carinhos e delicadezas que merecem. Acho que tenho competência para amar e falar sobre o amor para quem quer que seja ou mesmo ensinar o amor para as pessoas ressequidas com ressentimentos de tudo que é negativo e que a humanidade pode “apreciar” nesta vida e mundo. Mas acredito que estou falhando com a educação do meu ‘guri’ (Legorin) porque ele parece não temer as pessoas, estive observando tais pessoas estranhas que pega ele no colo, pega porque ao chamar pelo seu nome ele prontamente atende e se recebe um carinho extra, começa a ronronar. Posso dizer que estou mergulhado num dilema me preocupando, dele um dia se aproximar de algum humano mal intencionado e este suposto humano cometerem alguma maldade ou mesmo lhe tirar a vida, nem gosto de pensar começo a sentir aperto no meu peito e inevitáveis lágrimas começam a correr dos meus olhos. Caros pais solteiros de plantão, eu suplico imploro por uma ajuda ou simples orientação; ‘como ensinar ao meu “filho” Legorin, os verdadeiros sentimentos que o ser humano pode nutrir com as outras espécies e ao mesmo tempo, alertar sobre os perigos que a nossa própria espécie representa a toda espécie animal do planeta inclusive a dele’? Ó Wall!!!! FIM
E o meu dilema seria como explicar para ele que no mundo nem todo mundo gosta de animais, tratando eles com os devidos respeitos, carinhos e delicadezas que merecem. Acho que tenho competência para amar e falar sobre o amor para quem quer que seja ou mesmo ensinar o amor para as pessoas ressequidas com ressentimentos de tudo que é negativo e que a humanidade pode “apreciar” nesta vida e mundo. Mas acredito que estou falhando com a educação do meu ‘guri’ (Legorin) porque ele parece não temer as pessoas, estive observando tais pessoas estranhas que pega ele no colo, pega porque ao chamar pelo seu nome ele prontamente atende e se recebe um carinho extra, começa a ronronar. Posso dizer que estou mergulhado num dilema me preocupando, dele um dia se aproximar de algum humano mal intencionado e este suposto humano cometerem alguma maldade ou mesmo lhe tirar a vida, nem gosto de pensar começo a sentir aperto no meu peito e inevitáveis lágrimas começam a correr dos meus olhos. Caros pais solteiros de plantão, eu suplico imploro por uma ajuda ou simples orientação; ‘como ensinar ao meu “filho” Legorin, os verdadeiros sentimentos que o ser humano pode nutrir com as outras espécies e ao mesmo tempo, alertar sobre os perigos que a nossa própria espécie representa a toda espécie animal do planeta inclusive a dele’? Ó Wall!!!! FIM
sábado, 18 de março de 2017
Como falar para o meu “filho” que tem gente maldosa neste mundo – 1ª Parte
Por : Paulo Rideaki
Ao mesmo tempo em que ensino a ele a amar as pessoas deste mesmo mundo? Não sei se vocês estão lembrados do meu “filhote”, o ‘Legorin’ um gatinho que jogaram no meu quintal (?) e eu adotei como se fosse meu! Tenho muito orgulho de ser seu pai ou mãe, porque na verdade exerço essas duas funções; a paternal e a maternal, se enganam todos aqueles que afirmam que um homem não pode ser mãe por ser homem e uma mulher não pode ser pai por ser mulher. Sou prestador de serviços para muita gente descolada, e testemunho mulheres que além de terem que trabalhar fora cumpre o papel de mãe e pai com esmero, e a despeito das dificuldades de quem precisa trabalhar fora e ainda; colocar em ordem os afazeres domésticos e principalmente cuidar da educação de seus filhos, tais mulheres são uns exemplos de superação, elas se querem tem tempo para reclamar ou para dedicar a elas mesmas. E alguns homens para quem presto os meus serviços, também são exemplo de “mães” solteiras e muito competentes, eles fazem tudo o que o seu equivalente feminino faz e com muito carinho, deixando ou permitindo o seu lado ‘feminino’ aflorar. Ó Wall!! Continua...
Ao mesmo tempo em que ensino a ele a amar as pessoas deste mesmo mundo? Não sei se vocês estão lembrados do meu “filhote”, o ‘Legorin’ um gatinho que jogaram no meu quintal (?) e eu adotei como se fosse meu! Tenho muito orgulho de ser seu pai ou mãe, porque na verdade exerço essas duas funções; a paternal e a maternal, se enganam todos aqueles que afirmam que um homem não pode ser mãe por ser homem e uma mulher não pode ser pai por ser mulher. Sou prestador de serviços para muita gente descolada, e testemunho mulheres que além de terem que trabalhar fora cumpre o papel de mãe e pai com esmero, e a despeito das dificuldades de quem precisa trabalhar fora e ainda; colocar em ordem os afazeres domésticos e principalmente cuidar da educação de seus filhos, tais mulheres são uns exemplos de superação, elas se querem tem tempo para reclamar ou para dedicar a elas mesmas. E alguns homens para quem presto os meus serviços, também são exemplo de “mães” solteiras e muito competentes, eles fazem tudo o que o seu equivalente feminino faz e com muito carinho, deixando ou permitindo o seu lado ‘feminino’ aflorar. Ó Wall!! Continua...
quinta-feira, 16 de março de 2017
Ou você me ama ou me odeia de verdade! – 3ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Mas a quem possa interessar, não sou maltrapilho nos 365 dias do ano, tenho bom senso, e de repente não vou ao um encontro ou uma reunião trajado como um mendigo, pois sei me vestir elegantemente, tenho postura adequada, sei me comunicar e me relacionar civilizadamente, sendo que as minhas vestes do cotidiano é mais para não estragar as roupas semi novas, afinal de contas boa parte do meu trabalho é braçal e se vocês soubessem nos “buracos” que tenho que entrar vocês com certeza me darão razão. A questão daqueles ou daquelas que me odeiam, é porque tais pessoas fúteis nos subestimam, talvez porque na mente doentia delas, ‘pessoas maltrapilhos’ são burras e ignorantes, principalmente quando estamos falando de pessoas que trabalham no operacional, mas tais pessoas se esquecem de que o pior defeito humano é querer ser o que elas não são e muito pior julgando sem antes conhecer e criando com isso um mundo infernal cheio de pessoas fúteis; ‘quando ser ‘fútil (na visão deles) é legal e ser uma pessoa autentica é ruim’ (infelizmente)! Ó Wall!! FIM
Mas a quem possa interessar, não sou maltrapilho nos 365 dias do ano, tenho bom senso, e de repente não vou ao um encontro ou uma reunião trajado como um mendigo, pois sei me vestir elegantemente, tenho postura adequada, sei me comunicar e me relacionar civilizadamente, sendo que as minhas vestes do cotidiano é mais para não estragar as roupas semi novas, afinal de contas boa parte do meu trabalho é braçal e se vocês soubessem nos “buracos” que tenho que entrar vocês com certeza me darão razão. A questão daqueles ou daquelas que me odeiam, é porque tais pessoas fúteis nos subestimam, talvez porque na mente doentia delas, ‘pessoas maltrapilhos’ são burras e ignorantes, principalmente quando estamos falando de pessoas que trabalham no operacional, mas tais pessoas se esquecem de que o pior defeito humano é querer ser o que elas não são e muito pior julgando sem antes conhecer e criando com isso um mundo infernal cheio de pessoas fúteis; ‘quando ser ‘fútil (na visão deles) é legal e ser uma pessoa autentica é ruim’ (infelizmente)! Ó Wall!! FIM
quarta-feira, 15 de março de 2017
Ou você me ama ou me odeia de verdade! – 2ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Porque tem gente tão boçal, transbordando em ignorância e estupidez acumulada que confesso não ter paciência com essa gente, e à medida que estou amadurecendo mentalmente aprendi a descartar esse tipo de gente, mesmo sendo cliente; ‘daí você me pergunta, mas são teus clientes, aqueles que pagam a sua conta’? A questão é que amadureci muito e com a cabeça, mente e coração maduros, compreendi que dinheiro algum paga a nossa paz espiritual, com certeza que ‘se ontem era escravo dessa gente fútil e descartável’, hoje quem os despreza sou eu. ‘E não pessoal’, não estou sendo igual a essa gente ao desprezar eles, porque afinal de contas, ainda que eu tente uma aproximação amistosa com esse tipo de gente para pelo menos conhecer seus pontos de vista sobre as pessoas e o mundo, elas me repelirão como a água que despreza o óleo e vice versa, portanto quando eu os desprezo na verdade estou fazendo um grande favor a eles, ‘quebrando o galho’, poupando os dos constrangimentos de algum outro ser fútil a testemunhar eles em minha companhia, nossa que tragédia, já pensou (?), deve ser foda para essa gente descartável! Ó Wall!! Continua...
Porque tem gente tão boçal, transbordando em ignorância e estupidez acumulada que confesso não ter paciência com essa gente, e à medida que estou amadurecendo mentalmente aprendi a descartar esse tipo de gente, mesmo sendo cliente; ‘daí você me pergunta, mas são teus clientes, aqueles que pagam a sua conta’? A questão é que amadureci muito e com a cabeça, mente e coração maduros, compreendi que dinheiro algum paga a nossa paz espiritual, com certeza que ‘se ontem era escravo dessa gente fútil e descartável’, hoje quem os despreza sou eu. ‘E não pessoal’, não estou sendo igual a essa gente ao desprezar eles, porque afinal de contas, ainda que eu tente uma aproximação amistosa com esse tipo de gente para pelo menos conhecer seus pontos de vista sobre as pessoas e o mundo, elas me repelirão como a água que despreza o óleo e vice versa, portanto quando eu os desprezo na verdade estou fazendo um grande favor a eles, ‘quebrando o galho’, poupando os dos constrangimentos de algum outro ser fútil a testemunhar eles em minha companhia, nossa que tragédia, já pensou (?), deve ser foda para essa gente descartável! Ó Wall!! Continua...
terça-feira, 14 de março de 2017
Precisamos de uma religião verdadeira para sermos felizes nesta vida! - 4ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Buda e Jesus mencionam em seus ensinamentos que ser humano algum veio ao mundo para sofrer, então eu os convido a uma reflexão, principalmente aos fanáticos religiosos; ‘se você afirma ter fé na sua religião e continua sofrendo, é porque algo está errado’, conforme as próprias promessas de Buda, Jesus e entre muitos outros seres de luz, que vieram nos ensinar a ‘arte de ser feliz’ aqui na terra! Observe a sua vida, questione e reflita; vale mesmo apena viver uma fé que não está te livrando dos sofrimentos das suas próprias ignorâncias inerentes? Para finalizar vou confessar uma opinião pessoal, ‘particularmente’ não conseguiria praticar outra religião que não fosse à budista, porque afinal de contas observo muitos devotos que oram intensamente a um ‘deus’ imaginário, e em pleno século XXI tais “devotos” não conseguem se libertar de suas angustias e sofrimentos e por mais que orem, mencionem o nome do ‘deus’ deles que supostamente acreditam ser maravilhoso, continuam sofrendo. Pela lógica e no meu entender os propósitos de uma ‘religião’ é livrar a humanidade dos sofrimentos, se você pratica qualquer religião e continua sofrendo é porque você não está praticando uma religião verdadeira e talvez esteja na hora de conhecer uma religião de verdade, reflita! Ó Wall!! FIM
Buda e Jesus mencionam em seus ensinamentos que ser humano algum veio ao mundo para sofrer, então eu os convido a uma reflexão, principalmente aos fanáticos religiosos; ‘se você afirma ter fé na sua religião e continua sofrendo, é porque algo está errado’, conforme as próprias promessas de Buda, Jesus e entre muitos outros seres de luz, que vieram nos ensinar a ‘arte de ser feliz’ aqui na terra! Observe a sua vida, questione e reflita; vale mesmo apena viver uma fé que não está te livrando dos sofrimentos das suas próprias ignorâncias inerentes? Para finalizar vou confessar uma opinião pessoal, ‘particularmente’ não conseguiria praticar outra religião que não fosse à budista, porque afinal de contas observo muitos devotos que oram intensamente a um ‘deus’ imaginário, e em pleno século XXI tais “devotos” não conseguem se libertar de suas angustias e sofrimentos e por mais que orem, mencionem o nome do ‘deus’ deles que supostamente acreditam ser maravilhoso, continuam sofrendo. Pela lógica e no meu entender os propósitos de uma ‘religião’ é livrar a humanidade dos sofrimentos, se você pratica qualquer religião e continua sofrendo é porque você não está praticando uma religião verdadeira e talvez esteja na hora de conhecer uma religião de verdade, reflita! Ó Wall!! FIM
domingo, 12 de março de 2017
Precisamos de uma religião verdadeira para sermos felizes nesta vida! - 3ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Conhecemos muita gente materialista, que acreditam que para ser alguém temos que ter algo, e tais pessoas “vive” ostentando o que elas não possuem, apenas para manter as aparências, pois dizem que no mundo a gente só tem que aparecer, tendo tudo que o dinheiro pode comprar e não propriamente ser feliz, não tendo nada do que o mundo considera a própria felicidade, tendo “apenas” mais um dia de vida para realizarmos nossos sonhos. No entanto quando vivemos o mundo ilusório materialista, sofremos ‘porque’ podemos enganar a todos com uma imagem ‘montada’ de nós e das nossas próprias vidas, mas a questão é que não podemos enganar a nós mesmos. A verdadeira religião nos ensina a aceitar o que verdadeiramente somos por dentro e a ter gratidão por quem e o que somos de fato, mas principalmente a ter gratidão por este maravilhoso fenômeno chamado VIDA. Não é exagero mencionar que “viver” sem um direcionamento filosófico e religioso pode ser fatal, porque um amigo muito mundano quase se matou, ao perder um emprego bom, tendo que devolver seu carro, foi despejado do apartamento onde morava por falta de pagamento e como não bastasse tantos acontecimentos ruins, sua ‘interesseira’ namorada o abandonou. (novidade) E o que isso tem haver com religiões ou filosofias de vida? Tem tudo haver, pois o infeliz tentou se suicidar tomando chumbinho, para quem não sabe ‘chumbinho’ era utilizado para matar ratos! O ser humano é patético, quando está tudo bem em sua vida tendo um emprego bom, carro do ano, apartamento de luxo e uma bela namorada, ele se esquece que não somos apenas matéria (objetivo), temos o nosso lado espiritual (subjetivo) também, e devemos buscar o equilíbrio entre esses dois extremos, material sendo o objetivo e o espiritual como o nosso lado subjetivo. “Viver” somente do mundano, sem ter um parâmetro espiritual que nos norteie ou direcione é sofrermos em vão, afinal de contas o papel fundamental de toda religião é livrar a humanidade do sofrimento. Ó Wall!! Continua...
Conhecemos muita gente materialista, que acreditam que para ser alguém temos que ter algo, e tais pessoas “vive” ostentando o que elas não possuem, apenas para manter as aparências, pois dizem que no mundo a gente só tem que aparecer, tendo tudo que o dinheiro pode comprar e não propriamente ser feliz, não tendo nada do que o mundo considera a própria felicidade, tendo “apenas” mais um dia de vida para realizarmos nossos sonhos. No entanto quando vivemos o mundo ilusório materialista, sofremos ‘porque’ podemos enganar a todos com uma imagem ‘montada’ de nós e das nossas próprias vidas, mas a questão é que não podemos enganar a nós mesmos. A verdadeira religião nos ensina a aceitar o que verdadeiramente somos por dentro e a ter gratidão por quem e o que somos de fato, mas principalmente a ter gratidão por este maravilhoso fenômeno chamado VIDA. Não é exagero mencionar que “viver” sem um direcionamento filosófico e religioso pode ser fatal, porque um amigo muito mundano quase se matou, ao perder um emprego bom, tendo que devolver seu carro, foi despejado do apartamento onde morava por falta de pagamento e como não bastasse tantos acontecimentos ruins, sua ‘interesseira’ namorada o abandonou. (novidade) E o que isso tem haver com religiões ou filosofias de vida? Tem tudo haver, pois o infeliz tentou se suicidar tomando chumbinho, para quem não sabe ‘chumbinho’ era utilizado para matar ratos! O ser humano é patético, quando está tudo bem em sua vida tendo um emprego bom, carro do ano, apartamento de luxo e uma bela namorada, ele se esquece que não somos apenas matéria (objetivo), temos o nosso lado espiritual (subjetivo) também, e devemos buscar o equilíbrio entre esses dois extremos, material sendo o objetivo e o espiritual como o nosso lado subjetivo. “Viver” somente do mundano, sem ter um parâmetro espiritual que nos norteie ou direcione é sofrermos em vão, afinal de contas o papel fundamental de toda religião é livrar a humanidade do sofrimento. Ó Wall!! Continua...
sábado, 11 de março de 2017
Precisamos de uma religião verdadeira para sermos felizes nesta vida! - 2ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Não tendo como melhorar suas próprias condições negativas inerentes da ignorância em suas vidas, porque o “raciocínio” desse povo funciona deste modo; ‘quando acontecem coisas ruins na vida deles, foi o diabo, e quando acontecem coisas boas foi deus’! A gravidade de todo esse morfético raciocínio é que ‘deus’ e o ‘diabo’ ainda vive no coletivo imaginário de muita gente e o ‘fenômeno vida’ requer objetividade e atitudes compatíveis com as nossas próprias condições terrenas. Num português claro o que estou querendo dizer é que não adianta ‘viajar na maionese’ e não fazer nada em relação a sua vida real, viver de fé não nos leva a nenhum lugar, a propósito o único que vive da fé são os religiosos mal intencionados que fazem o uso da ignorância alheia, para o seu próprio benefício e enriquecimento ilícito. Hoje quando observo pessoas que tive contato pessoal no passado e optaram na escolha de uma “religião” falsa, eu agradeço a vida por ter conhecido a filosofia budista, porque este conhecimento deixado por Buda no remoto passado é a fonte do conhecimento humano, uma herança abençoada que nos liberta de muitos aborrecimentos provenientes das nossas próprias escuridões fundamentais ou como todos a conhecemos como ignorância humana. Não quero ser contraditório, mas o que quero dizer é que viver sem um direcionamento religioso pode ser penoso, mas viver com uma ‘religião falsa’ pode ser muito pior e até fatal. A verdadeira religião nos liberta, pois nos direciona e nos ajuda a alcançar nossos objetivos em vida, porque a vida é um fenômeno subjetivo, não conseguimos explicar com palavras, ao mesmo tempo em que não podemos negar ou ignorar a sua existência, porque cada pessoa tem a sua própria vida. “Viver” com base no mundano sem uma religião pode ser fatal! Como assim? Ó Wall!! Continua...
Não tendo como melhorar suas próprias condições negativas inerentes da ignorância em suas vidas, porque o “raciocínio” desse povo funciona deste modo; ‘quando acontecem coisas ruins na vida deles, foi o diabo, e quando acontecem coisas boas foi deus’! A gravidade de todo esse morfético raciocínio é que ‘deus’ e o ‘diabo’ ainda vive no coletivo imaginário de muita gente e o ‘fenômeno vida’ requer objetividade e atitudes compatíveis com as nossas próprias condições terrenas. Num português claro o que estou querendo dizer é que não adianta ‘viajar na maionese’ e não fazer nada em relação a sua vida real, viver de fé não nos leva a nenhum lugar, a propósito o único que vive da fé são os religiosos mal intencionados que fazem o uso da ignorância alheia, para o seu próprio benefício e enriquecimento ilícito. Hoje quando observo pessoas que tive contato pessoal no passado e optaram na escolha de uma “religião” falsa, eu agradeço a vida por ter conhecido a filosofia budista, porque este conhecimento deixado por Buda no remoto passado é a fonte do conhecimento humano, uma herança abençoada que nos liberta de muitos aborrecimentos provenientes das nossas próprias escuridões fundamentais ou como todos a conhecemos como ignorância humana. Não quero ser contraditório, mas o que quero dizer é que viver sem um direcionamento religioso pode ser penoso, mas viver com uma ‘religião falsa’ pode ser muito pior e até fatal. A verdadeira religião nos liberta, pois nos direciona e nos ajuda a alcançar nossos objetivos em vida, porque a vida é um fenômeno subjetivo, não conseguimos explicar com palavras, ao mesmo tempo em que não podemos negar ou ignorar a sua existência, porque cada pessoa tem a sua própria vida. “Viver” com base no mundano sem uma religião pode ser fatal! Como assim? Ó Wall!! Continua...
sexta-feira, 10 de março de 2017
Precisamos de uma religião verdadeira para sermos felizes nesta vida! - 1ª Parte
Por: Paulo Rideaki
Lembro como se fosse ontem, lembro dos meus medos e fraquezas pessoais, era arrogante e me considerava o ‘dono da razão’, era ‘arrogante’ e me sentia o ‘dono da razão’ não por ter auto-estima forte, mas pelo contrário e acho que era uma defesa do meu inconsciente, de não querer ser passado para trás ou mesmo ignorado pelas pessoas do meu entorno. E por ter sido assim perdi muitas oportunidades profissionais e sociais nesta vida, até conhecer a filosofia budista, que me norteia (direciona) oficialmente desde 1.999. Importante frisar que desde que conheci o budismo, a minha vida não mudou da água para o vinho, “religiões” que prometem tais ‘milagres’ são falsas, inúteis para a humanidade no que elas propõem; ‘livrar a humanidade do sofrimento’. Menciono tal realidade e crença com muita propriedade porque conheço muita gente que se converteram nessas “religiões”, que alias são predominantes no mundo inteiro e quase na mesma época em que me converti ao budismo. A questão fundamental que não quer se calar dentro do meu inconsciente é que essas mesmas pessoas que se converteram na mesma ou quase na mesma época em que me converti ao budismo, elas continuam as mesmas, não mudaram absolutamente nada em termos pessoais, no aspecto interno, como as suas próprias fraquezas e medos inerentes, alguns amigos ficaram até pior, pois parece que a cada ano eles estão mais distantes da realidade mundana de seu entorno, acreditando que um dia deus abrirá suas portas, só porque eles acreditam e pronuncia o “nome do senhor” deus pai. Tipo, eles fazem ‘merdas’ em suas vidas e justificam que deus vai perdoar, pois ele é misericordioso e tem noção do quanto somos falhos, no entanto nenhum deles analisa ou refletem suas atitudes perante seus semelhantes, preferindo justificar a condição fraca e vulnerável do ser humano aqui na terra. Ó Wall!! Continua...
Lembro como se fosse ontem, lembro dos meus medos e fraquezas pessoais, era arrogante e me considerava o ‘dono da razão’, era ‘arrogante’ e me sentia o ‘dono da razão’ não por ter auto-estima forte, mas pelo contrário e acho que era uma defesa do meu inconsciente, de não querer ser passado para trás ou mesmo ignorado pelas pessoas do meu entorno. E por ter sido assim perdi muitas oportunidades profissionais e sociais nesta vida, até conhecer a filosofia budista, que me norteia (direciona) oficialmente desde 1.999. Importante frisar que desde que conheci o budismo, a minha vida não mudou da água para o vinho, “religiões” que prometem tais ‘milagres’ são falsas, inúteis para a humanidade no que elas propõem; ‘livrar a humanidade do sofrimento’. Menciono tal realidade e crença com muita propriedade porque conheço muita gente que se converteram nessas “religiões”, que alias são predominantes no mundo inteiro e quase na mesma época em que me converti ao budismo. A questão fundamental que não quer se calar dentro do meu inconsciente é que essas mesmas pessoas que se converteram na mesma ou quase na mesma época em que me converti ao budismo, elas continuam as mesmas, não mudaram absolutamente nada em termos pessoais, no aspecto interno, como as suas próprias fraquezas e medos inerentes, alguns amigos ficaram até pior, pois parece que a cada ano eles estão mais distantes da realidade mundana de seu entorno, acreditando que um dia deus abrirá suas portas, só porque eles acreditam e pronuncia o “nome do senhor” deus pai. Tipo, eles fazem ‘merdas’ em suas vidas e justificam que deus vai perdoar, pois ele é misericordioso e tem noção do quanto somos falhos, no entanto nenhum deles analisa ou refletem suas atitudes perante seus semelhantes, preferindo justificar a condição fraca e vulnerável do ser humano aqui na terra. Ó Wall!! Continua...
segunda-feira, 6 de março de 2017
Afinal! O que é um Cafuçu?
Por: Paulo Braccini
Na definição do Pernambucano e Jornalista Xico Sá, “cafuçu é o macho-jurubeba, pura testosterona-roots, o homem sem crise ("ah, tô confuso!"), confuso de edi é rola, o cafuçu é o cabrón sem lenga-lenga, aquele que pega no tranco, que abafa sem dó uma costela, Deus dá o frio conforme o seu cobertor-de-orelha, cabra punk-brega, sempre armado no salão, "paudurescência" 24 horas ... Chamou? Ele tá lá, virado na febre-do-rato, meia-meia-meia, a bala que matou Kennedy, tampa de Crush, o cafuçu é a besta-fera, sempre inventando moda, na vanguarda espontânea, e viva o cafuçu, salve, salve, salve, e eita porra!!!”
Para as bibas viciosas, cafuçu é um ser maravilhoso, rustiquérrimo, sem modos, desletrado, interesseiro, gostozérrimo, enfim, um boy da periferia que topa tudo. E o melhor, cafuçu de verdade não tem orkut [hoje seria Face], eles nem sabem o que é isso. Eles podem ser vistos nas periferias, puxando carroças, andando em suas bikes, vendendo água mineral, roubando (alguns), enfim nos guetos cafuçusenses. Cafuçu que é cafuçu torce para o time de massas. Está mais do que provado! Há um mundo paralelo onde transitam os cafuçus. Existe um código específico para falar, vestir e atuar. Adoráveis, eles são os amigos certos, nas horas incertas. Porque cafuçu que é cafuçu não dispensa buraco. E é verdade gente! O problema é que muita gente se apaixona pelo cafuçu da hora e cometem a tolice de querer transferi-los para a outra dimensão. A dimensão da vida social, dos bares, restaurantes e lojas. A dimensão das bibas que usam tênis Puma e que tem carteira recheada. Eles são como estrelas-do-mar e se tentarmos levar para casa, secam, morrem e ainda exalam um odor característico de alguma coisa que não devia estar exatamente ali. O sofrimento é para ambas as partes. Os cafuçus precisam do seu habitat para melhor desenvolver todo o seu potencial e devem ser apreciados como ostras, in natura. Algumas bibas apreciam o valor de um cafuçu amigo. Afinal, com quem mais você vai poder compartilhar um galeto a óleo diesel (aqueles feitos no meio da rua), acompanhado por farofa de ovo, feijão verde e macaxeira sem se preocupar em se lambuzar e ser julgado por aquilo que come? Me diga aí, gay de classe média, onde mais você vai arrumar um cúmplice para balançar ao som de musica brega e ainda achar que está sendo dedicada a você, enquanto bebe um Rum Montilla com Coca-Cola? E se você não sabe identificar um cafuçu, muita atenção! Ó Wall!!
Na definição do Pernambucano e Jornalista Xico Sá, “cafuçu é o macho-jurubeba, pura testosterona-roots, o homem sem crise ("ah, tô confuso!"), confuso de edi é rola, o cafuçu é o cabrón sem lenga-lenga, aquele que pega no tranco, que abafa sem dó uma costela, Deus dá o frio conforme o seu cobertor-de-orelha, cabra punk-brega, sempre armado no salão, "paudurescência" 24 horas ... Chamou? Ele tá lá, virado na febre-do-rato, meia-meia-meia, a bala que matou Kennedy, tampa de Crush, o cafuçu é a besta-fera, sempre inventando moda, na vanguarda espontânea, e viva o cafuçu, salve, salve, salve, e eita porra!!!”
Para as bibas viciosas, cafuçu é um ser maravilhoso, rustiquérrimo, sem modos, desletrado, interesseiro, gostozérrimo, enfim, um boy da periferia que topa tudo. E o melhor, cafuçu de verdade não tem orkut [hoje seria Face], eles nem sabem o que é isso. Eles podem ser vistos nas periferias, puxando carroças, andando em suas bikes, vendendo água mineral, roubando (alguns), enfim nos guetos cafuçusenses. Cafuçu que é cafuçu torce para o time de massas. Está mais do que provado! Há um mundo paralelo onde transitam os cafuçus. Existe um código específico para falar, vestir e atuar. Adoráveis, eles são os amigos certos, nas horas incertas. Porque cafuçu que é cafuçu não dispensa buraco. E é verdade gente! O problema é que muita gente se apaixona pelo cafuçu da hora e cometem a tolice de querer transferi-los para a outra dimensão. A dimensão da vida social, dos bares, restaurantes e lojas. A dimensão das bibas que usam tênis Puma e que tem carteira recheada. Eles são como estrelas-do-mar e se tentarmos levar para casa, secam, morrem e ainda exalam um odor característico de alguma coisa que não devia estar exatamente ali. O sofrimento é para ambas as partes. Os cafuçus precisam do seu habitat para melhor desenvolver todo o seu potencial e devem ser apreciados como ostras, in natura. Algumas bibas apreciam o valor de um cafuçu amigo. Afinal, com quem mais você vai poder compartilhar um galeto a óleo diesel (aqueles feitos no meio da rua), acompanhado por farofa de ovo, feijão verde e macaxeira sem se preocupar em se lambuzar e ser julgado por aquilo que come? Me diga aí, gay de classe média, onde mais você vai arrumar um cúmplice para balançar ao som de musica brega e ainda achar que está sendo dedicada a você, enquanto bebe um Rum Montilla com Coca-Cola? E se você não sabe identificar um cafuçu, muita atenção! Ó Wall!!
sábado, 4 de março de 2017
Conflitos de gerações!
Por: Paulo Rideaki
Oi gente desculpem pela minha longa demora para postar neste meu humilde blog, é que estou passando por uma dificuldade muito pessoal com o meu 'filho', esse da foto, o 'Legorin', já escrevi sobre ele por aqui, mencionando o quanto ele me faz feliz, despertando em mim o melhor lado humano que ainda me resta! A questão é que desde fevereiro que estou para postar alguns pensamentos e reflexões relevantes, mas todas as vezes que sento em frente ao PC para dedicar algumas linhas no meu blog esse 'filhinho da boa mãe e pai', vem dormir no meu teclado. Estaria tudo ótimo se o 'bola de pelo' só dormisse, mas não, quando ele ouve eu teclando, ele acorda com o barulho, como se eu estivesse o convidando para acordar e brincar comigo, me arranhando e mordendo meus dedos e mãos. Estou cheio de hematomas nos meus braços e mãos, a minha alma está todo arranhado e mordido por dentro (risos), mas não consigo ficar com raiva deste "pestinha", porque na verdade ele só quer brincar, ele parece se divertir muito com tais peripécias de não me permitir fazer o que mais gosto de fazer, que é escrever em meu blog. Como eu sei que ele se diverti com tais brincadeiras? É que ele fica ronronando, como se fosse um motorzinho de carne, osso e pelos, pois dizem que quando o gato se sente protegido e feliz ele ronrona. Agora por exemplo, está sendo uma luta ferrenha e a cada cinco palavras de uma frase que escrevo, tenho que pegar ele e jogar longe de mim, jogo ele na minha cama, e o danado é tão danado por ser um felino, que cai em pé e retorna saltitante em minha direção, muito fofo! Meus pais me alertaram de que quando tivesse o meu filho, passaria pela mesma experiência dos conflitos de gerações, e neste exato momento que o 'Legorin' está me azucrinando com suas brincadeiras acredito que estou tendo as mesmas sensações que tiveram meus pais comigo. Bom está mesmo muito difícil escrever nesses dias, só espero que ele cresça logo e amadureça se tornando num 'gatinho' mais sério, não me "perturbando" como está agora. Na verdade, nem quero que ele cresça mentalmente, gosto dele assim, desse mesmo jeitinho de garoto peralta e cheio de energia pra gastar a noite inteira, mesmo eu morrendo de sono, me sentindo contrariado e com as minhas energias esgotadas, acredito que vale muito a pena passar uns nervosos com ele, afinal de contas eu também já fui criança e rebelde com meus pais, já fiz meus pais passarem muito nervoso comigo, agora é minha vez com o meu filhote bola de pele. Mas olha, se alguém souber de alguma 'simpatia' que "espante" o Legorin do meu teclado para eu poder escrever em meu blog, não titubeie, pois preciso muito extravasar minhas emoções no único espaço onde possa desabafar de fato, porque se na vida está difícil falar com alguém, está muito mais complicado desabafar nossos dramas e crises existenciais para quem quer que seja. Ó Wall!!
Oi gente desculpem pela minha longa demora para postar neste meu humilde blog, é que estou passando por uma dificuldade muito pessoal com o meu 'filho', esse da foto, o 'Legorin', já escrevi sobre ele por aqui, mencionando o quanto ele me faz feliz, despertando em mim o melhor lado humano que ainda me resta! A questão é que desde fevereiro que estou para postar alguns pensamentos e reflexões relevantes, mas todas as vezes que sento em frente ao PC para dedicar algumas linhas no meu blog esse 'filhinho da boa mãe e pai', vem dormir no meu teclado. Estaria tudo ótimo se o 'bola de pelo' só dormisse, mas não, quando ele ouve eu teclando, ele acorda com o barulho, como se eu estivesse o convidando para acordar e brincar comigo, me arranhando e mordendo meus dedos e mãos. Estou cheio de hematomas nos meus braços e mãos, a minha alma está todo arranhado e mordido por dentro (risos), mas não consigo ficar com raiva deste "pestinha", porque na verdade ele só quer brincar, ele parece se divertir muito com tais peripécias de não me permitir fazer o que mais gosto de fazer, que é escrever em meu blog. Como eu sei que ele se diverti com tais brincadeiras? É que ele fica ronronando, como se fosse um motorzinho de carne, osso e pelos, pois dizem que quando o gato se sente protegido e feliz ele ronrona. Agora por exemplo, está sendo uma luta ferrenha e a cada cinco palavras de uma frase que escrevo, tenho que pegar ele e jogar longe de mim, jogo ele na minha cama, e o danado é tão danado por ser um felino, que cai em pé e retorna saltitante em minha direção, muito fofo! Meus pais me alertaram de que quando tivesse o meu filho, passaria pela mesma experiência dos conflitos de gerações, e neste exato momento que o 'Legorin' está me azucrinando com suas brincadeiras acredito que estou tendo as mesmas sensações que tiveram meus pais comigo. Bom está mesmo muito difícil escrever nesses dias, só espero que ele cresça logo e amadureça se tornando num 'gatinho' mais sério, não me "perturbando" como está agora. Na verdade, nem quero que ele cresça mentalmente, gosto dele assim, desse mesmo jeitinho de garoto peralta e cheio de energia pra gastar a noite inteira, mesmo eu morrendo de sono, me sentindo contrariado e com as minhas energias esgotadas, acredito que vale muito a pena passar uns nervosos com ele, afinal de contas eu também já fui criança e rebelde com meus pais, já fiz meus pais passarem muito nervoso comigo, agora é minha vez com o meu filhote bola de pele. Mas olha, se alguém souber de alguma 'simpatia' que "espante" o Legorin do meu teclado para eu poder escrever em meu blog, não titubeie, pois preciso muito extravasar minhas emoções no único espaço onde possa desabafar de fato, porque se na vida está difícil falar com alguém, está muito mais complicado desabafar nossos dramas e crises existenciais para quem quer que seja. Ó Wall!!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
O seu “deus” não pode te salvar da tua própria ignorância! – 3ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Achei tudo muito engraçado pelo exagero de suas ignorâncias, pois ela disse que eu amaldiçoei, quando mencionei que o ‘deus dela não poderia salva-la’ e como não bastasse tamanho absurdo da quantidade de ignorância, eles atribuíram os desenhos a magias negras. Nisso que dá quando tais pessoas que praticaram no passado magia negra se convertem no catolicismo ou qualquer outra religião usadas para doutrinar pessoas ignorantes para proveitos próprios ($), como inclusive acontece no mundo católico e com muitas outras religiões com ramificações do cristianismo e outros tipos de crentes igualmente convenientes. E só para encerrar não poderia deixar de mencionar um amigo crente, crente “fervoroso”, lembrando que aqui menciono tal amigo crente, não para depreciar a fé ou a sua própria pessoa, pois como pessoa ele é maravilhoso, impar, mas no quesito fanatismo ele se “supera”, pois atribui a todas as coisas ruins que está acontecendo com ele ao local, as coisas ou outras atribuições externas que não a sua própria conduta perante as pessoas e a sua própria vida. Embora eu seja budista, não sou fanático estudando a pratica filosófica budista como estudo a ciência comportamental humana, portanto aprendo tanto na filosofia quanto na psicologia que o bom senso deve estar em primeiro lugar no relacionamento com os da nossa própria espécie, não devemos tirar proveito ou vantagens de ninguém, que eu não precise ‘ganhar para alguém perder’, afinal de contas o mundo e o próprio universo são abundantes onde todos, podemos ganhar (simples assim). Esconder a nossa falta de caráter ou a nossa própria ignorância perante as pessoas, bem como as nossas dificuldades atrás de um “deus” que ainda reside no coletivo imaginário das pessoas, não te faz melhor, muito pelo contrário, revela a sua própria incapacidade de compreensão e falta de caráter e amor ao próximo, quando devemos amar o próximo como a nós mesmos! Ó Wall!! FIM
Achei tudo muito engraçado pelo exagero de suas ignorâncias, pois ela disse que eu amaldiçoei, quando mencionei que o ‘deus dela não poderia salva-la’ e como não bastasse tamanho absurdo da quantidade de ignorância, eles atribuíram os desenhos a magias negras. Nisso que dá quando tais pessoas que praticaram no passado magia negra se convertem no catolicismo ou qualquer outra religião usadas para doutrinar pessoas ignorantes para proveitos próprios ($), como inclusive acontece no mundo católico e com muitas outras religiões com ramificações do cristianismo e outros tipos de crentes igualmente convenientes. E só para encerrar não poderia deixar de mencionar um amigo crente, crente “fervoroso”, lembrando que aqui menciono tal amigo crente, não para depreciar a fé ou a sua própria pessoa, pois como pessoa ele é maravilhoso, impar, mas no quesito fanatismo ele se “supera”, pois atribui a todas as coisas ruins que está acontecendo com ele ao local, as coisas ou outras atribuições externas que não a sua própria conduta perante as pessoas e a sua própria vida. Embora eu seja budista, não sou fanático estudando a pratica filosófica budista como estudo a ciência comportamental humana, portanto aprendo tanto na filosofia quanto na psicologia que o bom senso deve estar em primeiro lugar no relacionamento com os da nossa própria espécie, não devemos tirar proveito ou vantagens de ninguém, que eu não precise ‘ganhar para alguém perder’, afinal de contas o mundo e o próprio universo são abundantes onde todos, podemos ganhar (simples assim). Esconder a nossa falta de caráter ou a nossa própria ignorância perante as pessoas, bem como as nossas dificuldades atrás de um “deus” que ainda reside no coletivo imaginário das pessoas, não te faz melhor, muito pelo contrário, revela a sua própria incapacidade de compreensão e falta de caráter e amor ao próximo, quando devemos amar o próximo como a nós mesmos! Ó Wall!! FIM
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
O seu “deus” não pode te salvar da tua própria ignorância! – 2ª Parte
Por: Paulo Rideaki . Continuando...
Não gosto de pessoas que não “conseguem” distinguir o certo do errado, mas odeio pessoas mentirosas, minha mãe sempre me ensinou que pessoas mentirosas são piores que os bandidos, pois não sabemos com que estamos lidando. Mas a questão é que sou ‘macaco velho’, e depois do amadurecimento aprendi a não levar desvantagens de ninguém nesta vida, posso dizer que sou uma pessoa melhorada e turbinada no quesito ‘intensidade’. Eu explico, sou o tipo de pessoa que busco ser legal e imparcial com todos, se for legal comigo, conhecerá o paraíso aqui na terra, mas se tiver más intenções e quiser levar vantagens comigo, conhecerá o próprio diabo em pessoa, sendo intenso tanto na bondade quanto na maldade. Porque já fui muito ‘bobinho’ quando mais novo, perdi várias oportunidades profissionais e sociais por ser passivo e não saber lidar com os meus próprios demônios “vivendo” nas sombras daqueles que muito falsamente proferem palavras celestiais e bonitas para tirarem proveito daqueles que não sabem se defender com argumentos pela própria falta de auto-estima e amor próprio (no meu caso), hoje não mais! Com o tempo aprendi a ser cínico na mesma intensidade com os que usam o cinismo comigo, aprendi a ser falso, a sorrir amarelo apenas para conseguir meus intentos, aprendi a usar a própria ignorância das pessoas contra elas mesmas. Foi o que aconteceu, essa moça que foi ríspida ou estúpida comigo com o intuito de levar vantagens financeiras comigo, é descaradamente muito religiosa bem como a sua família. Mas o tipo de religiosos que acreditam num ‘deus conveniente’ para elas mesmas, que gostam da gente quando servimos somente a elas e não para todos! Sabem?! Então bastou eu dizer em voz alta que o deus dela não poderia salva-la e fazer alguns desenhos no chão, usando simbologias mundiais mais comuns e escrever em latim qualquer coisa mista com o italiano, que tal moça, bem como a sua mãe e filho ficaram com receio de mim (medo). Ó Wall!!! Continua...
Não gosto de pessoas que não “conseguem” distinguir o certo do errado, mas odeio pessoas mentirosas, minha mãe sempre me ensinou que pessoas mentirosas são piores que os bandidos, pois não sabemos com que estamos lidando. Mas a questão é que sou ‘macaco velho’, e depois do amadurecimento aprendi a não levar desvantagens de ninguém nesta vida, posso dizer que sou uma pessoa melhorada e turbinada no quesito ‘intensidade’. Eu explico, sou o tipo de pessoa que busco ser legal e imparcial com todos, se for legal comigo, conhecerá o paraíso aqui na terra, mas se tiver más intenções e quiser levar vantagens comigo, conhecerá o próprio diabo em pessoa, sendo intenso tanto na bondade quanto na maldade. Porque já fui muito ‘bobinho’ quando mais novo, perdi várias oportunidades profissionais e sociais por ser passivo e não saber lidar com os meus próprios demônios “vivendo” nas sombras daqueles que muito falsamente proferem palavras celestiais e bonitas para tirarem proveito daqueles que não sabem se defender com argumentos pela própria falta de auto-estima e amor próprio (no meu caso), hoje não mais! Com o tempo aprendi a ser cínico na mesma intensidade com os que usam o cinismo comigo, aprendi a ser falso, a sorrir amarelo apenas para conseguir meus intentos, aprendi a usar a própria ignorância das pessoas contra elas mesmas. Foi o que aconteceu, essa moça que foi ríspida ou estúpida comigo com o intuito de levar vantagens financeiras comigo, é descaradamente muito religiosa bem como a sua família. Mas o tipo de religiosos que acreditam num ‘deus conveniente’ para elas mesmas, que gostam da gente quando servimos somente a elas e não para todos! Sabem?! Então bastou eu dizer em voz alta que o deus dela não poderia salva-la e fazer alguns desenhos no chão, usando simbologias mundiais mais comuns e escrever em latim qualquer coisa mista com o italiano, que tal moça, bem como a sua mãe e filho ficaram com receio de mim (medo). Ó Wall!!! Continua...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
"Desejando a morte de alguém"! - 2ª Parte
Por: Paulo RK. Continuando...
Fico pensando comigo mesmo e no caso de sua morte, ninguém se comoverá, muito pelo contrário, todos agradecerão a “deus” pela sua “partida”, será um favor a toda humanidade, me lembro de um tio que era perturbado como essa pessoa em questão, eu era muito pequeno, mas lembro nitidamente porque aquela cena me marcou muito, lembro de uma ‘reunião’ entre os familiares, as pessoas votaram pela morte daquele inútil que só causava transtornos, no caso ninguém contratou um assassino de aluguel para exterminar aquela “erva daninha”, mas me lembro muito bem, parece que o infeliz precisava de uma cirurgia e tal ‘cirurgia’ tinha um custo alto, então todos decidiram não “gastar” um centavo para salvar a vida daquele infeliz causador da infelicidade alheia. Mas a reflexão profunda deste texto e embora pareça estranho afinal de contas costumo celebrar a vida motivando pessoas, é a pergunta mais reflexiva que sempre acontece comigo dentro da minha mente doentia; ‘para que viemos ao mundo’? Com certeza não viemos ao mundo para sermos infelizes, e fazer das vidas das pessoas um inferno, eu vou parecer um monstro com o que vou falar, mas se um dia estiver infeliz comigo mesmo e por tudo que deixei de realizar em minha vida, acredito que eu próprio darei um fim a minha existência. Penso assim porque fui criado para não incomodar ninguém desde muito cedo e ao longo da minha vida na fase do meu amadurecimento quando conheci a filosofia budista aprendi a não incomodar as pessoas, mas colaborar com todas elas para um mundo melhor. Então quando disse que estou ‘desejando’ a morte desta pessoa perturbada, na verdade é porque fico indagando ou questionando mentalmente a sua função ou papel nesta vida, descartando a mentalmente e considerando a sua forma patética um empecilho aos propósitos reais da vida de todos aqueles que desejam e buscam pelas suas próprias felicidades neste mundo! E a pergunta que faço mentalmente a essa pessoa que me tira a paz que julgo ter direito é; ‘por que você não morre, e nos deixa em paz’? Ó Wall!!! FIM
Fico pensando comigo mesmo e no caso de sua morte, ninguém se comoverá, muito pelo contrário, todos agradecerão a “deus” pela sua “partida”, será um favor a toda humanidade, me lembro de um tio que era perturbado como essa pessoa em questão, eu era muito pequeno, mas lembro nitidamente porque aquela cena me marcou muito, lembro de uma ‘reunião’ entre os familiares, as pessoas votaram pela morte daquele inútil que só causava transtornos, no caso ninguém contratou um assassino de aluguel para exterminar aquela “erva daninha”, mas me lembro muito bem, parece que o infeliz precisava de uma cirurgia e tal ‘cirurgia’ tinha um custo alto, então todos decidiram não “gastar” um centavo para salvar a vida daquele infeliz causador da infelicidade alheia. Mas a reflexão profunda deste texto e embora pareça estranho afinal de contas costumo celebrar a vida motivando pessoas, é a pergunta mais reflexiva que sempre acontece comigo dentro da minha mente doentia; ‘para que viemos ao mundo’? Com certeza não viemos ao mundo para sermos infelizes, e fazer das vidas das pessoas um inferno, eu vou parecer um monstro com o que vou falar, mas se um dia estiver infeliz comigo mesmo e por tudo que deixei de realizar em minha vida, acredito que eu próprio darei um fim a minha existência. Penso assim porque fui criado para não incomodar ninguém desde muito cedo e ao longo da minha vida na fase do meu amadurecimento quando conheci a filosofia budista aprendi a não incomodar as pessoas, mas colaborar com todas elas para um mundo melhor. Então quando disse que estou ‘desejando’ a morte desta pessoa perturbada, na verdade é porque fico indagando ou questionando mentalmente a sua função ou papel nesta vida, descartando a mentalmente e considerando a sua forma patética um empecilho aos propósitos reais da vida de todos aqueles que desejam e buscam pelas suas próprias felicidades neste mundo! E a pergunta que faço mentalmente a essa pessoa que me tira a paz que julgo ter direito é; ‘por que você não morre, e nos deixa em paz’? Ó Wall!!! FIM
Você gosta de problemas (desafios)? - 2ª Parte
Por: Paulo PK Continuando...
Pra começar eu não sei o que está acontecendo com a “humanidade”, as pessoas parecem não se preocuparem mais umas com as outras, as pessoas parecem estar preocupadas apenas com suas vidinhas, carregadas de sentimentos de ódios e desprezos para com os seus. Não quero me fazer ou parecer ‘santo’ ao mencionar tais reflexões por aqui, pois como mencionei parágrafos acima, sou como qualquer outro humano, e muito provavelmente o que me distancie e difere dos outros “humanos” é o meu dom natural de questionar, de questionar as pessoas, a vida e até mesmo a mim mesmo. Tal espírito inquietante da não aceitação das coisas como elas são, me faz um eterno sofredor, embora eu busque a paz eterna e serenidade na minha vida através da própria prática filosófica budista, não posso omitir que dentro desta minha aparente paz externa, existe um turbilhão de sentimentos e questionamentos que me tiram o sono de vez enquanto. Algumas pessoas do meu entorno, do meu convívio diário julgam a minha pessoa pelo que elas percebem externamente, como o meu comportamento perante situações de dificuldades ou de perigo iminente, afirmando ser desse jeito por ser oriental e budista. Ó Wall!!! Continua...
Pra começar eu não sei o que está acontecendo com a “humanidade”, as pessoas parecem não se preocuparem mais umas com as outras, as pessoas parecem estar preocupadas apenas com suas vidinhas, carregadas de sentimentos de ódios e desprezos para com os seus. Não quero me fazer ou parecer ‘santo’ ao mencionar tais reflexões por aqui, pois como mencionei parágrafos acima, sou como qualquer outro humano, e muito provavelmente o que me distancie e difere dos outros “humanos” é o meu dom natural de questionar, de questionar as pessoas, a vida e até mesmo a mim mesmo. Tal espírito inquietante da não aceitação das coisas como elas são, me faz um eterno sofredor, embora eu busque a paz eterna e serenidade na minha vida através da própria prática filosófica budista, não posso omitir que dentro desta minha aparente paz externa, existe um turbilhão de sentimentos e questionamentos que me tiram o sono de vez enquanto. Algumas pessoas do meu entorno, do meu convívio diário julgam a minha pessoa pelo que elas percebem externamente, como o meu comportamento perante situações de dificuldades ou de perigo iminente, afirmando ser desse jeito por ser oriental e budista. Ó Wall!!! Continua...
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