INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Lendas Urbanas - Disney ressuscitado

Lenda urbana clássica da lista envolve Walt Disney, criador do Mickey, do Pato Donald e da Disneylândia. Milhões de americanos “sabem” que o gênio dos desenhos animados teve o corpo congelado logo depois de sua morte para ser descongelado e ressuscitado no futuro. Fumante compulsivo, Disney morreu em decorrência de um câncer no pulmão no dia 15 de dezembro de 1966, aos 65 anos de idade. Mas a técnica de congelamento, chamada criogenia, foi aplicada pela primeira vez em um ser humano somente um mês depois. Ela conserva os tecidos e órgãos dos cadáveres em bom estado, mas não se conhece ainda uma forma de fazê-los voltar à vida. Oficialmente, Disney foi cremado depois de dois dias de velório. Ó Wal!!!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Adolescente tatuava um fantasma para cada morte cometida

Pois é gente, um adolescente tatuava um fantasma para cada morte cometida; ele já tinha 7 desenhos nas costas.
O menor foi encaminhado para a Delegacia do Menor Infrator, na Capital - PB, onde deverá ser encaminhado para o Centro Educacional do Adolescente (CEA). Um adolescente de 15 anos foi detido nesta terça-feira (22), na comunidade Nova República, no bairro do Geisel, em João Pessoa, acusado de sete homicídios. De acordo com o tenente Vinicius Matias (comandante da UPS do Geisel), o menor confessou a autoria dos crimes. A PM informou que, por cada morte cometida, o menor tatuava a figura de um fantasma nas costas. Nas costas dele, tinha um bruxo e ao redor desse desenho sete fantasmas, que simbolizavam as mortes cometidas por ele e muitas vezes com requintes de crueldades. O adolescente disse que os assassinatos foram cometidos nos bairros do Cristo Redentor (2), Funcionários II (1), Colinas do Sul (1), Mangabeira (1) e dois no município do Conde (no Litoral sul da Paraíba, região metropolitana de João Pessoa). O comandante do 5º batalhão da PM, coronel Lídio Delgado, revelou que o menor sente prazer de contar os detalhes dos crimes cometidos. O policial considera o adolescente "extremamente violento" e disse que ele integra uma gangue que mantém uma rixa por disputa de poder na comunidade. No momento da prisão, o acusado portava um revólver calibere 38. A equipe de policiais, comandada pelo tenente Matias, conseguiu localizar e apreender o acusado após investigação da Unidade de Polícia Solidária do bairro. “A gente vinha monitorando o menor. E quando ele estava na companhia de um amigo identificado como sendo Ronicardo Lima da Silva, 18 anos, fizemos a apreensão dele”, disse o policial, acrescentando que Ronicardo também foi detido.
O menor foi encaminhado para a Delegacia do Menor Infrator, na Capital, onde deverá ser encaminhado para o Centro Educacional do Adolescente (CEA). Ronicardo Lima detido foi liberado, após prestar depoimento. “O jovem de 18 anos foi liberado porque ele não estava com nenhum flagrante. Mas, ele também tinha a tatuagem com seis fantasmas no corpo”, disse o tenente. Durante entrevista ao repórter Samuka Filho ( TV Correio), o menor infrator revelou: "Vou para o CEA engordar". De acordo com o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), mais de 2 mil processos tramitam no judiciário paraibano referentes a atos infracionais cometidos por menores paraibanos. Os processos envolvem tráfico de drogas, assaltos e homicídios. ó wAL!!!!

O livro mais precioso

O professor, em um curso de mestrado, propôs aos alunos:
Se vocês fossem morar numa ilha deserta e pudessem levar apenas um livro, qual deles escolheriam?
As respostas foram variadas, segundo os interesses, concepções e predileções de cada um.
Os miseráveis, de Victor Hugo. Emílio, de Rousseau. O capital, de Karl Marx. A origem das espécies, de Darwin.
Depois de todos terem se manifestado, o professor sorriu e comentou:
Não seria mais proveitoso um manual de sobrevivência?
O professor foi verdadeiramente prático. Afinal, todos os livros citados eram preciosos. Contudo, eram inúteis em relação ao essencial: como sobreviver numa ilha deserta?
Também na Terra, na qualidade de Espíritos reencarnados, em trajetória de progresso, necessitamos de um manual de sobrevivência. Não exatamente para as questões físicas, pois que essas serão bem cuidadas graças ao instinto de conservação. Mas um manual de sobrevivência espiritual, isto é, um manual que nos garanta a integridade dos projetos que fizemos antes de renascer na carne. Projetos que elaboramos com cuidado como a nossa harmonização com desafetos de outras épocas; a consolidação dos laços afetivos; a reforma íntima.
Um manual que nos estabeleça normas e diretrizes para a nossa colaboração com Deus na obra da Criação.
Um abençoado manual de sobrevivência, um roteiro seguro para o cumprimento dos sagrados objetivos que nos trouxeram à vida física e nos garanta existência feliz e produtiva. Pois esse manual a Divindade plantou em nossa intimidade. Podemos abrir um dos capítulos e ler a respeito da fé. Fé que nos alerte da certeza de que estamos na Terra guardados pelo amor de Deus, que jamais desampara os Seus filhos. Fé que nos informe, todos os dias, que tudo tem uma razão de ser, mesmo a dor mais profunda e o problema mais crucial. Mesmo que, agora, não tenhamos condições de perceber tais razões. Podemos passar adiante e ler o capítulo Esperança. Então nos sentiremos fortes para os embates, quaisquer que sejam, pois a esperança nos dirá que fomos criados para a vitória, jamais para a derrota. A esperança nos recordará das tempestades que varrem a Terra, parecendo destruí-la e dos dias seguintes em que o sol beija a pradaria, aquece os jardins e acaricia as flores para que elas espalhem seu inebriante perfume. A esperança nos falará dos invernos que parecem infindáveis, das noites que se fazem intermináveis, acenando-nos com a lembrança das primaveras e dos verões ensolarados, dos dias reluzentes de muita alegria. Falou Jesus: O reino dos céus está dentro de vós. O que nos cabe é ler nas páginas da nossa consciência as mensagens do amor que Deus, na qualidade de Pai, colocou em cada um de nós.
Assim, logo mais, teremos banido da Terra a dor, a violência e a tristeza porque lendo os capítulos desse bendito manual, descobriremos que tudo é passageiro na Terra e que nossa jornada por ela tem um objetivo maior: o progresso. Ó Wal!!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Romã


A romã é uma infrutescência da romãzeira (Punica granatum) e não uma fruta. O seu interior é subdividido por finas películas, que formam pequenas sementes possuidoras de uma polpa comestível. Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém da Grécia, Síria e Chipre e também centro do Oriente Próximo, que inclui o interior da Ásia Menor, a Transcaucásia, o Irã e as terras altas do Turcomenistão, junto com outras plantas frutíferas como a figueira, macieira, pereira, marmeleiro, cerejeira, amendoeira, avelaneira e castanheira. A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora. Quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estava presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.
Os semitas a chamavam de “rimmon”, para os árabes era conhecida como “rumman”, e mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média a romã era freqüentemente considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta, como o fruto, têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental. São famosas as romãs da Provença, de Malta, da Espanha, da Itália. O seu cultivo é realizado em mais de 100 países do mundo. Dos países do Mediterrâneo, atravessou o Atlântico e acabou aportando no Brasil. Neste país a planta encontrou todas as condições favoráveis para um crescimento vegetativo, florescimento, frutificação e produção de frutos de primeira qualidade. O seu maior interesse no mundo está no seu cultivo para o consumo como fruta fresca. Também tem a sua aplicação em clínicas especializadas no campo da medicina moderna e para receitas especializadas. A Espanha é um dos mais importantes países produtores do mundo e o maior produtor e exportador do mercado comum europeu. A Turquia com 60.000 toneladas e a Tunísia com 55.000 toneladas são grandes produtores mundiais, mas nestes dois países existe um sistema de cultivo menos intensivo e menos especializado quando comparado com o cultivo na Espanha e com uma rede de comercialização pouco desenvolvida, com apenas 2 a 7% de exportação da sua produção total. Tradicionalmente o Reino Unido tem sido o principal comprador de romã da Espanha e os seus frutos destinando-se fundamentalmente para o seu consumo ao natural e especialmente nas zonas de mineração da Inglaterra, devido às suas propriedades benéficas frente à contaminação de metais pesados. Entre os principais países importadores estava em primeiro lugar a Inglaterra que absorvia os frutos de calibres pequenos, em segundo lugar, a França que queria os frutos de grande calibre e em terceiro lugar a Itália que nos últimos anos estava aumentando muito a quantidade importada de romãs da Espanha. Em quarta posição encontram-se os países árabes que aceitavam frutos de qualidade um pouco inferior e que representam uma grande importância para a Espanha para poder descongestionar bastante o resto dos mercados e evitar uma oferta excessiva de frutos. Ó Wal!!!

Dia do Abraço

O Dia do Abraço é comemorado todos os anos no dia 22 de maio. O abraço é uma demonstração de carinho, afeto ou amizade que está presente em todas as culturas. Normalmente o abraço pressupõe alguma intimidade, mas algumas culturas são mais "abraçadeiras" do que outras.
No Dia do Abraço é normal existirem atividades de comemoração que envolvem muitos abraços, ou pessoas oferecendo abraços grátis! A melhor maneira de desejar para algum um feliz Dia do Abraço é dando um abraço!
Então, Feche os olhos e comece a imaginar, os meus abraços se aproximando, prontos para lhe abraçar! Feliz Dia do Abraço! Ó Wal! !!

Nascem mais tartarugas marinha

A ONG Guajiru registra nascimento de 61 tartarugas marinhas em praia da Paraíba. Já foram registrados nascimentos em outros 108 ninhos em 2013. Em cada mil, apenas uma ou duas consegue chegar à idade adulta. Na manhã desta quarta-feira (22) 61 tartarugas marinhas nasceram em um dos ninhos protegidos na praia de Intermares, em Cabedelo, na Grande João Pessoa. Rita Mascarenhas, fundadora da ONG Guajiru, que protege as tartarugas marinhas que visitam e desovam na orla da Paraíba, informou que é feito um caminho protegido para que os animais caminhem até o mar. “A taxa de sobrevivência começa a diminuir após a entrada na água. Apenas uma ou duas tartarugas, em cada mil, conseguem chegar na fase adulta”, disse Rita. A bióloga disse que 108 ninhos já apresentaram os nascimentos, faltando apenas 29 para o fim da temporada de desova das tartarugas. Ó Wal!!!

'BODE GAIATO' visita Jampa


(Breno Melo 'Bode Gaiato', Samuka e Samukinha - Foto)
O personagem é sucesso absoluto na Internet. Assim pode-se classificar o 'Bode Gaiato', figura fictícia que com uma frase clássica, “Armaria mainha, nãm” (Ave Maria mainha, não), cativou usuários e já superou a marca de mais de 1 milhão de seguidores na rede social Facebook. Utilizando frases criativas e com o jeito nordestino de falar, o 'Bode Gaiato' tornou-se o meme (brincadeiras via web) mais famoso da grande rede, com tanta aceitação que já virou alvo de empresas de olho no potencial de comunicação do protagonista. Criado pelo estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Breno Melo, 19 anos, as situações do cotidiano vivenciadas por Junin e Mainha são contadas pelo 'Bode Gaiato' e remetem à vivência de uma criança, como a bronca da mãe ou uma brincadeira de rua. E claro sendo o sucesso do momento, o que não faltou foi foto com os amantes do 'Bode Gaiato'. Ó Wal!!!








Um adeus ao Jornalista Fernando Gabeira

O Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa - Pb, acabou de confirmar hoje pela manhã, que o radialista e jornalista Fernando Gabeira veio a óbito nesta manhã de 22, precisamente às 05h30 desta quarta-feira. Gabeira foi internado no último sábado e passou por procedimento cirúrgico de emergência no Hospital de Trauma , após sofrer um AVC em sua residencia na Praia do Poço. Seu nome verdadeiro era Sergio Fernando Silva Mangabeira, 49 anos, vítima de acidente vascular cerebral (AVC), procedente do município de Cabedelo. O paciente veio conduzido por ambulância do SAMU. Passou pelos procedimentos médicos de emergência e após período de internação na UTI não resistiu e veio a óbito na manhã de hoje por volta de 05h30. declarou o Hospital de Trauma. Gabeira fez muito sucesso nas rádios de João Pessoa na década de 80 e 90, ao lado de Edilane Araújo e Bertrand Freire no auge da programação musical ao vivo da rádio Arapuan. No governo Cássio Cunha Lima chegou a dirigir a Rádio Tabajara FM. Vai com Deus artista impar! Ó Wal!!!

Redução da maioridade – 11ª Parte

Para a classe média, por sua própria condição, não podemos limpar a área que atrai as moscas. A classe média vive dessa sujeira toda! Sua existência exige, portanto, que tudo fique como está. No máximo, seus mais bem intencionados filhos tentarão saídas, dentro da ordem, para limpar um tanto o ambiente das moscas. Tapear a sujeira, porém, não engana mosca alguma, assim como lançar perfume em merda pode apenas multiplicar seu fedor. Talvez essa seja a síntese prática da ideologia da classe média: sua prática política consiste em perfumar merda! Ó Wal!!! FIM.

Figo


A figueira-comum, também designada como figueira-da-europa, figueira-de-baco, figueira-de-portugal, figueira-do-reino e figueira-mansa (Ficus carica) árvore da família Moraceae, que pode atingir em média oito metros de altura. É originária da região do Mediterrâneo e o seu uso iniciou-se na Idade da Pedra. Trata-se de umas das primeiras plantas cultivadas pelo homem. O figo comestível é o fruto da figueira-comum.
figueira pequena - A figueira é a primeira planta descrita na Bíblia, quando Adão se veste com suas folhas, ao notar que está nu. Seus ramos frágeis possuem folhas recortadas, tendo entre cinco e sete lobos; suas flores de pequeno tamanho desenvolvem-se no seu interior quando ainda são inflorescências. Os figos de Ficus carica e de outras plantas do gênero Ficus podem constituir uma inflorescência se possuirem somente flores e uma infrutescência se as flores forem fertilizadas e se transformarem em pequenos aquênios, frutos, que contêm a semente. Os figos são de estruturação carnuda e suculenta, têm a coloração branco-amarelada até roxa, são comestíveis e altamente energéticos pois são ricos em açúcar. Os figos de Ficus carica podem ser provenientes de plantas masculinas ou femininas, embora os figos comestíveis sejam da planta feminina. O figo da planta masculina é designado por caprifigo, e não é comercializado; a sua designação provém do seu uso antigo na alimentação de cabritos. No cultivo de figos, na Europa, é comum levar caprifigos à plantação de figueiras para que as vespas do caprifigo fertilizem os figos das plantas femininas, num processo designado por caprificação.
Ó Wal!!!