INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

13 anos daquele histórico e trágico 11 de setembro de 2001

Gente, eu também lembrei desta data, pois vi tudo pela Tv. Bom, segundo R7, neste 11 de setembro de 2014 o mundo lembra o atentado terrorista mais impactante de todos os tempos, que matou cerca de 3 mil pessoas. Há 13 anos, aos 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu, ao vivo, as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, Estados Unidos, serem atingidas por dois aviões e, caírem. A tragédia aconteceu por volta das 9 horas da manhã. Os aviões mudaram de rota por terroristas islâmicos. A segunda torre foi atingida pelo segundo avião 20 minutos depois da primeira torre ter sido atingida. Em seguida, outro avião atingiu o Pentágono, a Centra de Inteligência dos Estados Unidos. Por fim, um quarto avião caiu na Pensilvânia. No mesmo local das torres gêmeas foram construídos novos prédios. No Brasil, a capa de jornal que ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo sobre a cobertura do atentado foi esta, do Jornal Diário da Borborema, jornal que não existe mais, foi fechado pelos dirigentes dos Diários Associados. O autor é Cícero Felix premiado profissional paraibano que conheci na Secom-PB e no jornal A União. Cícero, em 2001 era supervisor gráfico do Diário da Borborema e o jornal se tornou o primeiro da Paraíba a receber o Prêmio Esso Especial de capa. No dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu ao maior atentado terrorista da história dos EUA. Membros da rede Al Qaeda, liderados por Osama bin Laden, sequestraram três aeronaves; duas delas derrubaram as torres gêmeas do World Trade Center e a terceira atingiu o Pentágono, matando milhares de pessoas. Sob o impacto do atentado, que deixou quase 3.000 mortos, o governo norte-americano iniciou uma ofensiva no Afeganistão acarretando na queda do regime Taleban, acusado de ter ligações com a Al Qaeda e de ajudar a esconder Bin Laden. Hoje, 13 anos após os ataques, o Taleban deixou de ser prioridade dos EUA, mas isso não significa que o grupo extremista tenha perdido completamente a força política e militar no país que governou durante cinco anos (1996-2001).
“O Taleban ainda tem a capacidade de controlar o Afeganistão, onde a situação ainda é muito instável”, explica o professor de relações internacionais da ESPM, Heni Ozi Cukier.
— Em grande parte, o grupo é dos precursores desse conceito de usar um território para uma organização terrorista global, no caso, a Al Qaeda. Toda a lógica de combate ao terrorismo vem fundamentada em cima do perigo de deixar um grupo terrorista conquistar um território nacional. Para Cukier, os laços entre o Taleban e a Al Qaeda existem até hoje e, ambos os lados, usam um ao outro de acordo com seus interesses. Diante disso, o professor alerta para um perigo maior: uma possível atuação do grupo no Paquistão, o único país muçulmano que possui uma bomba atômica.
— [O Paquistão] é um país muito instável, onde os riscos de proliferação nuclear são imensos. Para o país se fragmentar e cair em um redemoinho de caos é muito fácil. Já Carlos Gustavo Poggio Teixeira, vice-coordenador do curso de relações internacionais da PUC-SP, acredita que, no curto prazo, “será difícil os talebans tomarem o poder novamente”.
— Ainda que permaneça frágil, o governo afegão tem se consolidado, ao passo que o Taleban tem se fragmentado, com o surgimento de diversas facções internas. Por outro lado, o surgimento dessas facções internas também pode ser considerado um problema para o Ocidente. “Ao mesmo tempo que enfraquece o grupo, dificulta qualquer processo de negociação que seja necessária na região”, diz Teixeira.
Taleban e Al Qaeda - Os dois grupos possuem ideologias religiosas extremistas, mas todos diferem em seus objetivos diretos e nas formas de atuação. O Taleban já era um inimigo americano, mesmo antes da Al Qaeda, mas como um grupo voltado à política doméstica no Afeganistão. Os talebans não eram vistos como uma ameaça global.
Essa capacidade vinha da Al Qaeda, que nasceu e permanece com objetivos transnacionais, e, por isso, permanece como alvo importante da política externa dos EUA, apesar de estar bastante enfraquecida. De forma geral, Taleban e Al Qaeda são organizações irmãs. Apesar de terem ficado enfraquecidas e um pouco distanciadas após a ofensiva norte-americana, ainda trabalham juntas e de acordo com seus próprios interesses. Ó Wall!!!

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