INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Review - X-Men: Apocalypse - 2ª Parte

Continuando com o Cava Beneath The Mansion, como eu disse acima, Bryan Singer não só teve que fechar a história contada desde 'First Class' mas também de certo modo fechar os 6 filmes da saga até então, antes da expansão da franquia. E ele não só fez isso, mas fez isso muito bem, inserindo uma serie de novos-velhos mutantes com atuações e personalidades fortes o suficientes para se manter por si, mas também fez reverencia e homagens aos filmes antigos (e validos) da franquia utilizando a mesma técnica que 'Terminator: Genisys' utilizou tão bem: pegar aquilo que seria uma homenagem e inseri-la em um contexto novo, que não só se mantenha como referência mas que consiga funcionar por si só. é um adeus ao velho e um bem vindo ao novo de maneira bem fiel e respeitosa não só apos quadrinhos mas a história contada até então. Mistica se torna uma heroína para vários mutantes, mas não sabe lidar com a pressão de ser um simbolo. Se antes ela era "mutante e orgulhosa", e em certo ponto até extremista, agora ela atua nas sombras, fazendo o pouco que pode para ajudar outros mutantes em necessidade, sem se ver necessariamente como uma heroína. Isso demonstra um certo medo e auto-culpa das falhas do passado: lembre-se, a Irmandade e alguns outros X-men foram mortos exatamente na luta por um mundo melhor, ao ver o mundo de fato salvo por um ato de não-violência, isso claramente mexeu nela e na missão que ela procura seguir. Com a chegada de Apocalypse, e a pressão por parte do Henry McCoy/Fera (Nicholas Hout), ela começa a enxergar de novo a líder em si e porque ter os X-men é algo importante para ela e o mundo. Magneto tem a história mais triste de todas as suas aparições na tela até agora, pois aqui lhe é dado a principio algo que ele nunca teve de fato: felicidade. Vemos ele com uma esposa e uma filha (também mutante), vemos ele trabalhando, tendo relacionamento com amigos, e ver tudo isso ser destruído por um simples ato de bondade, ao usar seus poderes para salvar alguém. A consequência foi por um acidente por parte da policia matar toda sua família, deixando Eric sem vontade de viver e abraçando o seu "monstro" interior. E isso só piora quando Apocalypse chega e alimenta mais a vontade de sangue, sem saber que Quicksilver (Evan Peters, sendo genial novamente no papel) descobriu que de fato é seu filho, mas que ainda tem receio de ter um relacionamento com alguém tão volátil, parte também da sua própria dificuldade em se relacionar com os outros. DF!! Ó Wall!!! Continua....

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