INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Sem controle, WhatsApp pode ser usado para crimes eleitorais

Segundo ele, em caso de abusos e utilização indevida, o usuário reunir provas que liguem a mensagem ao emissor. Gente, segundo o Portal Correio, um dos diferenciais da campanha eleitoral deste ano será o uso do WhatsApp. A ferramenta que virou febre deverá ser utilizada sem limites pelos candidatos, até porque ainda não há nenhum instrumento legal que regulamente o uso e as mensagens trocadas por ele, que além de protegidas pelo sigilo, são de difícil recuperação. Essa peculiaridade torna o WhatsApp uma terra sem lei, com campo fértil para que candidatos e lideranças políticas possam “deitar e rolar” e usar a ferramenta indevidamente para prática de crimes eleitorais, aliciamento de eleitores, compra e venda de votos, entre outros atos ilícitos que podem desequilibrar o pleito. Estas questões, com uma tecnologia de baixo custo e grandes possibilidade, preocupam a Justiça Eleitoral e estimulam o debate entre advogados eleitoralistas. O procurador regional eleitoral na Paraíba, João Bernardo da Silva, acredita que haverá bom senso dos usuários para coibir a prática de crimes eleitorais por meio do WhatsApp e caberá a cada um a fiscalização e uma atuação voltada para colaborar com a Justiça Eleitoral para realização de eleições limpas, sem prática de abusos e influência do poder político e econômico. Segundo ele, em caso de abusos e utilização indevida, o usuário reunir provas que liguem a mensagem ao emissor – como prints da conversa, por exemplo – e depois formular denúncia junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE). DF!!! Ó Wall!!!!

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