Por: Damien Mascret – Le Figaro. Continuando...
Não se trata apenas de uma questão de quantidade de sexo - O que é certo é que a “quantidade” de atividade ou de pensamentos sexuais não bastam para determinar uma condição de hiperssexualidade. Até hoje, todas as tentativas de se definir o que constituiria um volume “normal” de sexo redundaram em fracassos. Trata-se muito mais de uma norma social do que de uma realidade fisiológica. Do mesmo modo que o desejo sexual é às vezes assimilado, erroneamente, a uma necessidade vital (tipo beber, comer, dormir, respirar). Um novo estudo, desta vez com 510 pessoas, publicado nos Archives of sexual behavior, realizado pelo professor Michael Walton com seus colegas da Universidade da Nova Inglaterra, em Amidale, na Austrália, mostra por exemplo que basear-se na atividade sexual (número de fantasias, masturbações, flertes, cópulas e outras modalidades de relação sexual) não pode ser preditivo de hiperssexualidade. Finalmente, os sexólogos se restringiram, o que parece bastante razoável, a considerar aqueles que sofrem de uma sexualidade invasiva, não importa a que grau. Apenas depois que todo o emaranhado do contexto da hiperssexualidade for desembaraçado, uma terapia poderá efetivamente ocorrer. O Wall!!! FIM
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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