By: Anastacio Pereira – Performed: Renoir Augustus
Particulas do meu livro A Montanha e o Lenhador
O finito do ontem chega em forma de um sombreado sono que o leva dormitar entristecido. Bem... foi ontem e já se fora! Mas, mesmo assim, deitara e adormecera em torpor, senil até, ante a sua espera fatídica para o complemento de sua existência do dia, se esvair sem razão, sem volta!
Assim, em inércia apagou! Assim se chegou ao fim, de um dia sem estímulos para o saber se regressa, mas, aos Céus nos seus negrumes o maior valor do mundo se aninhava e, lá, tão só, com certeza, teria um novo dia, ao Sol ou aos Nimbos, mas, o Grande Poder sabia e escurecia e cobria a cabana do lenhador e seu dia era seu fim ao seu dormir de sábado. Bravos gritos em formas de trovões e trovoadas anunciava um novo dia. Ribombar de fertilidades de fazer o mundo todo ouvir com o choro intenso onde as lágrimas invadiram, como quase um dilúvio, a mata, a cidade, o mundo ao redor da cabana, nas terras de Hannah, naquele dia de domingo, escorrendo pelos rios, ruas, campos e molhando com amor e fertilizando a terra dos necessitados da benção divina para cuidar das proles que hão de vir, e gerar o futuro, os novos filhos e doces frutos para adoçar e alimentar os novos povos e mundos, caia a segurança da vida, caíam as chuvas dos Céus. Em torpor, o homem descera a rampa e abrira escancaradamente a janela, sentiu o frescor e brutal grito em rajadas da forte chuva que lhe molhara o peito. Caiu de joelhos e, em oração, pediu por seu amor, que a chuva caída lhe desse ânimo e florescesse seu novo amanhecer, que pudesse disseminar, naquele dia ao mundo, também como as chuvas, a paz entre os povos e a união entre os que perdidos estão, sem rumo, sem prumo sem amor. Lágrimas lhe caem aos olhos e se unem aos respingos da chuva. Belisca-se e sente-se vivo. De novo Senhor... Eu mereço? Questionou-se ao se sentir pleno de vida em vida. No ar, num sorriso escondido em lágrimas, alguém lhe pedia socorro e, agora, de pé e com fé, de cajado na mão, seguira para sua nova missão. Não sabia o que era nem o que faria, se de adeus até, mas, com certeza, aquele dia prenunciado seria o dia que o faria se sentir aliviado e pleno da liberdade de saber poder, com sabedoria, ajudar a mudar o mundo sem se sentir culpado. E, seguiu na chuva a dentro acompanhado pela sombra dos nimbos que lhe iria mostrar, talvez, uma claridade que poucos alcançam e já são cegos por arrogâncias. O Wall!!!
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
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