Por: Paulo Rideaki
A gente vive conforme as nossas próprias crenças, conforme adquirimos da própria educação de berço e muitos dos valores que temos como pessoa, são valores herdados dos nossos próprios pais. Meus pais não embutiram em mim, sentimentos ruins como do preconceito, e em toda a minha vida, eu nunca vi meu pai ou mãe chorando, na verdade, ‘em toda a minha vida’, eu vi e chorei junto com a minha mãe por conta de um desinteligência familiar, não mais que isso. E por toda essa bonita experiência de vida que tive em toda a minha existência, sou grato por eles, por eles terem me feito e criado a suas próprias semelhanças aqui na terra. Depois de “grande”, amadurecido mentalmente, tendo a minha própria experiência de vida, adquiro novos aprendizados, e todo o conhecimento adquirido no passado remoto e das mais novas aquisições, somadas, penso estar me tornando numa pessoa melhor. Mas é difícil a gente ser bom com todo mundo, porque mesmo eu agindo e tendo boa vontade e fé com as pessoas, nem todo mundo correspondem os nossos sentimentos com a mesma moeda, algumas pessoas mais sofridas, acreditam que ninguém presta neste mundo, só porque elas tiveram experiências ruins com os outros ‘seres humanos’ e desprezam todos aqueles que tenta serem pelo menos gentis, com tais pessoas emocionalmente magoadas. Não falo por ninguém, só posso falar por mim mesmo, mas eu acho injusto, porque se tem algo que odeio nas pessoas são ‘capacidades horrendas de julgar’ o que elas desconhecem nas outras pessoas. Ninguém gosta de serem ‘julgados’ então as pessoas deveriam abominar tais hábitos nocivos a elas mesmas, porque quando você aponta apenas um dedo para ‘quem quer que seja’, muitos outros dedos apontam para sua direção, revelando que você próprio não está em condição de julgar ninguém! Sinceridade! Eu só queria viver num mundo onde as pessoas fossem justas e não cometessem abusos de quaisquer naturezas contra ninguém, que as pessoas estivessem em paz com elas mesmas, e que a minha felicidade não fosse motivo delas ficarem infelizes, muito pelo contrário, gostaria que a minha luta e conquistas pessoais, ‘que não são lá grande coisa’, mas fosse motivo de inspiração e inspirasse outras pessoas a buscar o que é melhor para elas mesmas. O Wall!! Continua...
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Eu não sou capeta! - 1ª Parte
Postado por
Unknown
às
15:45
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CARTAS
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