INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

sábado, 6 de agosto de 2016

'Pokémon Go' pede menos dados que Facebook

Por: FELIPE MAIA e FERNANDA PERRIN
Desde seu lançamento global, há um mês, "Pokémon Go" tem gerado polêmica pelos dados que exige do usuário, que incluem acesso à câmera e localização, além da conta de Google ou Facebook. Há temores sobre como as informações podem ser usadas e o que pode acontecer em caso de vazamento. Especialistas, porém, consideram que as permissões exigidas pelo jogo estão em linha com as práticas da categoria. Podem ser até menos invasivas que as de outros serviços populares, como o Facebook, usado por 105 milhões de pessoas no Brasil. Apesar de rastrear o jogador instantaneamente, o game não coleta, por exemplo, a lista de contatos, o número do telefone nem a operadora de celular. A rede social de Mark Zuckerberg tem acesso a esses e outros dados. "É um mal necessário dos serviços, que podem não funcionar sem essas informações. Não dá para jogar 'Pokémon Go' sem GPS, câmera. Compartilhar esses dados é uma decisão que o usuário tem de tomar", afirma Julio Carvalho, diretor da empresa CA Technologies. Segundo ele, parte dos temores, entretanto, foi causada pela própria Niantic, a produtora do game. A primeira versão do aplicativo, lançada em 5 de julho, pedia autorização para uma quantidade imensa de informação, incluindo mensagens de e-mail, calendário, mapas, histórico de localização e basicamente tudo que estivesse associado à conta do Google. A empresa informou que se tratava de um erro e negou que tenha acessado esse tipo de informação. Em meados do mês passado, lançou uma atualização com permissões mais restritas –esta foi a versão que chegou ao Brasil. Existe a possibilidade de esses aplicativos usarem o conjunto desses dados para exibir publicidade segmentada, de acordo com o perfil e interesses dos usuários. Esse mapeamento deve estar previsto nos termos de uso do serviço –que grande parte das pessoas não lê. "Pokémon Go" prevê que os dados podem ser compartilhados com terceiros para fins de pesquisas e análises demográficas da base de usuários. Por enquanto não há publicidade no jogo. "O game poderia fazer pokémons aparecerem em locais compatíveis com interesses do jogador, levando-o a uma loja", diz Lucas Teixeira, ativista da ONG CodingRights, organização com foco em direito e internet.
OUTROS RISCOS - Teorias conspiratórias também deram força à polêmica. A Niantic tem como presidente-executivo John Hanke, o mesmo que em 2001 fundou a Keyhole, empresa de mapeamento que teve investimento de um fundo ligado à CIA. O negócio depois foi comprado pelo Google e deu origem ao Google Earth. Na onda de "Pokémon Go", surgiram outros apps acessórios ao jogo. É preciso ter cuidado com eles, segundo Marco DeMello, presidente da empresa de segurança PSafe. "Você pode dar permissão para um aplicativo que é uma armadilha. Os dados, incluindo os coletados pelo 'Pokémon Go', podem ser capturados por um hacker." Ó Wall!!!

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