Por: Paulo Rideaki. Continua...
Pois assim tenho feito por toda a minha existência neste mundo, a gente quase sempre não tem certeza do que realmente queremos em nossas vidas, ou muito pior, quase sempre não temos certeza das coisas que pode nos fazer felizes, mas o importante é tentar e não temer se arriscar. Porque pior do que fazer e cometer erros, é viver a incerteza daqueles que nunca tentaram ser feliz em suas vidas. Da minha parte, sou sincero em dizer, que vivo conforme as minhas próprias crenças, e que a minha felicidade não dependa da desgraça alheia, portanto sou muito colaborativo com as pessoas, fazendo tudo que estiver ao meu alcance para ajudar quem realmente necessitar, mas mesmo assim ouço calunias e difamações a meu respeito. Nem quero parecer soberbo em mencionar tal condição, mas certas pessoas parece sentirem inveja de mim, pelos que elas falam ou mesmo em atitudes agindo com hostilidade e estupidez na minha presença, eu tento ignorar, mas é difícil, pois sou feito ‘carne e osso’ como todo mundo, às vezes eu finjo não estar entendendo nada, mas sangro por dentro por não conseguir ‘digerir’ certos comportamentos alheios. Imaginem sentirem inveja de mim (?), ‘uma pessoa simplória’, que pouco adquiriu em termos de bens ou riquezas materiais, meus pais me ensinaram muito sobre humildade e somadas com o conhecimento budista, hoje compreendo que para sermos verdadeiramente felizes não precisamos muito em termos de valores materiais, precisamos apenas ter sentimentos de gratidão dentro de nossos próprios corações, que o próprio universo conspira a nosso favor. Porque afinal de contas o que está sobrando neste mundo são sentimentos fúteis da ostentação e muita pouca gratidão por quem somos de fato, as pessoas aprendem desde muito cedo e erroneamente que para sermos alguém, temos que ter ‘poses’, ostentar para ser alguém, quando o pensamento correto é inverso da realidade que a humanidade criou convenientemente para si mesmo, aceitando como verdadeiro ‘pensamentos’ que os fazem sofrer. Converso muito com diversas pessoas, assuntos diversos e de natureza de ‘crises existenciais’ do tipo ‘ser ou não ser’, então alguns bons amigos dizem não precisar me consumir com pensamentos e atitudes de hostilidades alheias, pois o mau por si só se corrompem, bastando eu ser eu mesmo, um “capeta” para aqueles que desconhecem o significado da qualidade de ser verdadeiramente humilde neste planeta e mundo! O Wall!! FIM
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
Páginas
Visualizações
AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Eu não sou capeta! - 2ª Parte
Postado por
Unknown
às
21:13
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
CARTAS
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário