INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

NARCOLEPSIA

Por: Nathalie Szapiro-Manoukian – Le Figaro
UM SONO IRRESISTÍVEL QUE CHEGA DE REPENTE. É mais um distúrbio a fazer parte do leque das doenças autoimunes. Além dos fatores de suscetibilidade genética, é possível que uma infecção sirva de elemento ativador da narcolepsia. A narcolepsia é uma doença que se caracteriza por uma sonolência diurna excessiva, muitas vezes incontrolável, que provoca episódios de sono súbito. Estes episódios podem ocorrer frequentemente e em situaçoes inapropriadas, por exemplo, quando a pessoa está conversando, falar, comendo ou dirigindo o carro. A crise de narcolepsia geralmente ocorre durante os períodos de inatividade ou de atividade monótona e repetitiva. A moléstia começa a se manifestar geralmente entre os 15 e os 30 anos de idade (embora possa aparecer em qualquer idade) e mantém-se para o resto da vida. Homens e mulheres são afetados de forma semelhante e a narcolepsia atinge cerca de 47 pessoas em cada 100 mil. Nessa síndrome, que os médicos chamam de narcolepsia-cataplexia, a sonolência costuma ser acompanhada de perdas súbitas do tônus muscular. Tudo leva a crer que se trata de doença de fundo emocional. «Ela corresponde à lesão de cerca de 60 mil neurônios próximos ao hipotálamo, que secretam a hipocretina, uma substância que desempenha um papel primordial no circuito do despertar. A origem mais provável desta lesão é autoimune: os próprios anticorpos de uma pessoa se voltam contra seus neurônios alvo para destruí-los. Além dos fatores de suscetibilidade genética, é provável que uma infecção sirva de elemento ativador. Uma das inúmeras vacinas contra a gripe H1N1 também tem sido implicada, afetando cerca de cem pessoas na França », diz o Prof. Yves Dauvilliers (Centro Hospitalar Universitário de Montpellier). Parar a “matança” dos neurônios. Com isto em mente, os pesquisadores estão tentando desenvolver agonistas dos receptores para a hipocretina, para superar o desaparecimento da preciosa molécula. Tais tratamentos específicos poderiam estar disponíveis dentro de cinco a dez anos. Outras pistas ainda têm sido exploradas, como o uso de imunomoduladores para parar «a matança» dos neurônios da hipocretina quando ainda resta uma boa quantidade deles para salvar, mas isso nem sempre é o caso no momento do diagnóstico. «Esta via poderia proporcionar resultados ainda mais rápidos na medida em que estes imunomoduladores já são objeto de uma pesquisa avançada na esclerose múltipla», salienta o Prof. Dauvilliers. Na hipersonia idiopática, «os pesquisadores preferem pensar que o cérebro começa a produzir um sonífero endógeno por motivos ainda desconhecidos. Duas moléculas estão sendo testadas atualmente, para servir de antídoto a essa proteína soporífica », diz a Prof. Isabelle Arnulf (Centro Hospitalar UniversitárioPitié-Salpêtrière, Paris). DF!! Ó Wall!!!

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