
A palavra impacta, dá um frio na barriga e provoca reflexões no ser humano. É que somos criados com um mecanismo de defesa natural, estabelecido pela causa, que se chama instinto de defesa, para nos dar sustentação, tanto quanto possível; ou seja, ninguém em seu estado natural quer ou pretende morrer. O Inverso também acontece, quando estamos na “erraticidade”. Os imortais dizem que erraticidade é o período que passamos no mundo espiritual, antes de voltar à Terra, reencarnando. Muitos de nós, antes de vir para cá, se “péla” de medo, com receio de enfrentar os desafios e cumprir as nossas metas ocasionadas pelos méritos e deméritos da experimentação. As ilusões e as más opções potencializam esse estado. É uma espécie de morte ás avessa. Mas algo nos deixa feliz. Algo que sabemos, sem saber: A MORTE NÃO EXISTE. Para aqueles que deram cabo às suas vidas, fugindo do palco do existir, uma decepção, pois mataram o corpo e a vida prossegue, com compromissos maiores. Ninguém foge da vida. Para os outros que acham que “morreu acabou” e que é preciso “aproveitar” o máximo possível os prazeres da ilusão, a decepção é maior. No retorno, o desapontamento, a tristeza, a sensação de “leite derramado” é grande e o choro é frequente. Ainda bem que a vida nos permite sempre outras oportunidades de retorno, muitas vezes com provas maiores. Mas, de uma forma ou de outra , sofrendo ou sorrindo, somos todos imortais. Inteligente é passar pelo caminho sorrindo, que é o resultado da consciência de vida, que poucas doutrinas nos permitem, como a Doutrina Espírita, por exemplo, que é Jesus de Volta. Os imortais afirmam que a vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não á Lei de Deus. É preciso entender os mecanismos do existir para não vivermos apenas como autômatos sociais, passando pela vida e não vivendo. Gastando a energia apenas para buscar o “ouro do tolo”, que está representado na satisfação das posses, que tira a nossa atenção do que é imperioso, principal, permanente, que é interiorizar os valores da alma, como o amor, por exemplo. Aproveitar os detalhes simples da vida, como apreciar a natureza bela, o ar que respiramos, ver o sol se pondo, a chuva que cai, o pássaro que voa, sentir a vida. Nós estamos esquecidos de sentir a vida. Tudo isso faz uma diferença danada, quando volvemos à pátria espiritual, pois temos a sensação de que perdemos tudo, quando fomos à busca do “nada”. Mas agora, olhamos para trás e já não dá para voltar. Saímos do corpo, que é um instrumental, desencarnamos, morremos e as ilusões desceram com o corpo, o prejuízo para espírito é real. Mas, ainda bem que só o corpo morre. Teremos que voltar em outro momento, mas sempre vivos, recomeçando, esquecidos, mas sabendo intimamente, que não há morte em lugar nenhum da vida. Ó Wal!!
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