INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Impeachment pode deslanchar para uma intervenção militar?

Bom, segundo a Revista Sociedade Militar, na semana passada um importante jornal inglês publicou reportagem de capa com O título “A democracia no Brasil sobreviverá à queda de Dilma Roussef?” A questão corresponde a um dos questionamentos que mais chegam na caixa postal da Revista Sociedade Militar: O Impeachment de DILMA pode ter como conseqüência uma intervenção militar?. Vejam a opinião do The Telegraph. O jornal disse: “O maior escândalo de corrupção na democracia moderna está ameaçando derrubar o governo do Brasil. Ao analisar processo de impeachment de Dilma Rousseff, comentaristas temem que com apenas 28 anos de idade, a democracia brasileira pode não sobreviver ao choque. Para alguns, o Brasil em 2016 se assemelha Brasil em 1964, quando um presidente civil foi deposto e substituído por um regime militar.’ O Telegrafh cita texto do jornal The Observer que, por sua vez, diz que os protestos no Brasil podem crescer até o caos, gerando violência generalizada e intervenção dos militares. Perguntado sobre a questão da intervenção o comandante do Exército reitera seu posicionamento de que não deve ocorrer intromissão e de que a “sociedade não precisa ser tutelada”. Contudo, Villas Bôas declara que em caso de caos generalizado o Exército pode sim intervir. O General disse: “Estamos em crise econômica, política e ética. Se transformar em crise social, pode gerar problemas de segurança pública e o Exército pode ser chamado a intervir.” O general disse ainda: “E aí, nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente” O Comandante Villas Bôas em suas falas, quando menciona segurança pública, deixa claro que na sua opinião a atuação do Exército seria no sentido de retornar o pais à estabilidade. Nunca mencionou um governo militar, ou de transição. O Telegrafh diz que, apesar da crise, o momento atual tem muito mais semelhança com o escândalo COLLOR do que com a crise de 1964. Para o jornal em 1964 havia a questão ideológica, o temor de que o Brasil se tornasse um país comunista, o que não ocorreria no contexto atual. “Um breve olhar sobre o caso do impeachment de Rousseff mostra mais semelhança com as acusações de corrupção contra Collor, em 1992, do que com a oposição ideológica à Goulart em 1964.” Em 1964 ocorreu uma espécie de aliança contra a imposição do socialismo / comunismo. Sociedade e diversas instituições se uniram no intuito de defender as liberdades democráticas, que obviamente seriam perdidas se o país se unisse à Cuba e URSS. A voz foi ouvida pelas Forças Armadas e os resultados todos nós conhecemos. Após colocada a opinião da mídia internacional sobre o assunto, convidamos o leitor a responder o questionário a seguir. Gostaríamos de conhecer seu posicionamento de forma um pouco mais ampla. Sua opinião é importante. Ó Wall!!!

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