INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Mortes de policiais militares exibem fragilidades da profissão - 2ª Parte

Continuando com o Jornal da Paraíba,...
Disparo nas costas tirou a vida do tenente Ulysses - Na foto de capa do Facebook, o tenente Ulysses Costa aparece orgulhoso com a farda da Polícia Militar e arma em punho, pronto para o combate. A foto sugere uma homenagem do tenente à corporação da qual fez parte. Se a intenção realmente foi essa, impossível saber. O tenente perdeu a vida em combate, durante troca de tiros em Mangabeira, no dia 4 de fevereiro deste ano. O tiro nas costas acabou com os sonhos do policial que na semana seguinte faria 32 anos. Foi o segundo policial morto em serviço este ano na Paraíba. A família do tenente não quis conversar com a reportagem, embora tenha sido procurada. Por telefone, um dos primos dele disse: “Não vamos falar, não vai adiantar mais nada. Ulysses está morto”. A reportagem respeitou o momento, não insistiu. O tenente fazia parte do Serviço de Inteligência da Polícia Militar. No dia que foi morto, Ulysses estava à paisana, em busca de suspeitos no conjunto Cidade Verde. Socorrido para o Ortotrauma, não resistiu. Há duas semanas, dois dos quatro suspeitos de envolvimento na morte do tenente foram liberados pela Justiça. O terceiro policial morto este ano na Paraíba foi o cabo João Laurentino, de 48 anos. Ele estava de folga e bebia em um bar no município de Bayeux, quando um homem chegou ao local no intuito de matar a garçonete. O policial tentou intervir e acabou baleado. Ele e a mulher morreram. Mesmo com os baixos salários (o salário inicial de um soldado é de R$ 2.695), homens e mulheres que vestem a farda da polícia saem diariamente de casa para entrar, literalmente, na linha de frente no combate à criminalidade. Em troca aos anos de dedicação, são enterrados com honras militares, o Estado paga o auxílio-funeral. Recebem homenagens póstumas. A PM disse que “em todos os casos honrou seus heróis que tombaram dando a vida pela sociedade”. Mas a polícia quer mais: pede, em vida, uma olhar mais cuidadoso por parte dos gestores da Segurança Pública, segundo destacou Sérgio Rafael, da Associação dos Militares Estaduais da Paraíba (Amep). Ele disse ainda que uma das principais demandas da categoria é a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR). Ó Wall!!! Continua...

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