A maçonaria não é religião e cada vez mais está aberta à sociedade. É uma associação que reúne homens livres e de bons costumes, cujo objetivo é aproximar as pessoas do grande Arquiteto do Universo. Nada mais perfeito. Lá se reúnem espíritas, católicos, evangélicos... só não pode estar em seus quadros, aqueles que se intitulam “ateus”.A maçonaria de Itaporanga agora promove dois beteis de suma importância para o preparo psicológico da nossa juventude: Os desmolase e as filhas de Jó. Fico feliz que as minhas garotas adolescentes estejam na segunda organização. É mais um elemento importante para forjar caracteres, nessa nossa sociedade ainda doente e que está contaminada pelo “vírus” do egoísmo e do orgulho. Para solucionar essa problemática visível, só o remédio da conscientização e a maçonaria, consegue produzir bem. É claro que a reação será melhor e maior quanto mais o “organismo” tiver capacidade de absorver, porque tem muita gente que está lá, mas não é. Mas esse é um fenômeno do ser humano e, ainda, se encontra presente em todas das construções sociais. Confesso a vocês que, de início, tive certa resistência para entrar nos seus quadros, pelo desconhecimento. Mas depois descobri que a ignorância é o mal do mundo. Sempre profundamente cauteloso às questões que envolvam rituais, me sentia como um peixe fora d’água. Mas á medida do conhecimento, vamos compreendendo a força do meio, cuja importância é o fim. Descobri que por trás deles há algo muito mais profundo e que os rituais não valem por si, mas são meios para que o homem possa reformar a sua vida, ligando-se a Deus. Negócio trabalhoso de se fazer, mas imprescindível para o ajuste pessoal. Ontem eu não pude estar presente essa festa de confraternização dor irmãos maçons de todo o Vale do Piancó. O encontro é intitulado de “Banquete de Mesa” ou Loja de Mesa ou apenas Banquete. Essa é mais uma sessão ritualística que serve de meio para a confraternização dos maçons. Precisei estar presente a outro banquete, esse espiritual. Eu e o meu irmão JARDEL, que não é maçom, fomos encarregados a dirigir Reunião Espiritual do Centro Espírita Jesus de Nazaré e como a segunda é compromisso inadiável, optamos por ela, mas vibrando para que a primeira ocorresse a contento.
O objetivo maior é realizar a ágape. Ele é uma expressão grega para o AMOR. Seria o macro do amor, que ainda não conseguimos atingir por conta da nossa inferioridade. Ainda somos “feras”, que precisam ser domadas pelos valores perenes da moral e da ética. Mas, mesmo assim, esse amor pode ser praticado por nós, seres humanos, em grau inferior, e isso já é o primeiro passo, como diz o meu amigo espiritual “UM AMIGO POETA”, “da cidade de Catingueira". Ó Wal!!!
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