INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

domingo, 10 de abril de 2016

Pedaços de foguete lançado no Japão em 2002 são vistos no céu de João Pessoa-PB

Pois é gente, segundo o Portal Correio, pedaços do foguete H-2A, lançado no Japão em 2002, foram vistos passando sobre João Pessoa na noite da quinta feira (7). O registro foi feito pela Estação DCS1/PB da Bramon (Rede Brasileira de Observação de Meteoros). A Bramon, em publicação nas redes sociais, noticiando o ocorrido, explicou que O H-2A é um sistema de lançamento "descartável" da JAXA, a Agência Espacial Japonesa. Todas as partes do foguete vão sendo descartados na medida em que ele ganha altitude, até alcançar a órbita desejada. O H-2A já foi usado para lançar satélites em órbitas geoestacionárias, para pôr um satélite em órbita da lua e para mandar uma sonda espacial para o planeta Vênus. No total, já foram 30 lançamentos entre 2001 e fevereiro deste ano, sempre a partir do Centro Espacial de Tanegashima, no Japão. Os observadores da Bramon ressaltam que todas essas peças descartadas a cada lançamento reentram na atmosfera ou ficam orbitando a Terra, formando uma espécie de nuvem de lixo espacial. No segundo lançamento, em 4 de fevereiro 2002, o H-2A deixou no espaço dois grandes detritos que orbitam a Terra até hoje. Um destes é justamente o que foi flagrado por uma das estações da Bramon na capital paraibana. O detrito, com o número 28243 registrado no Catálogo Norad, que identifica todos os artefatos orbitando a Terra, foi visível na forma de flashes sequenciais com espaçamento e período constantes, o que indica que o objeto está girando em torno de si mesmo. O período entre os flashes, de aproximadamente 8,25 segundos, sugere que o período de rotação dele é em torno de 16,5 segundos. A órbita do objeto bastante alongada é característica de detritos de veículos lançadores de satélites geoestacionários, que precisam alcançar uma órbita mais distante da Terra. Os satélites geoestacionários são aqueles que se encontram aparentemente parados relativamente a um ponto fixo sobre a Terra, geralmente sobre a linha do equador. Todo trabalho de busca e identificação foi feito por Ravi Jagtiani. A estação DCS1/PB é administrada por Damião Carvalho, que também coordena o Planetário do Espaço Cultural, em João Pessoa. Ó Wall!!!

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