INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Duas plantas do Nordeste podem ajudar a combater Aedes aegypti - 4ª Parte

Continuando com o Jornal da Paraíba...
“As pessoas repetem essas receitas naturais como se funcionassem de verdade. A citronela, por exemplo, não tem um alcance de proteção como acham que tem. No corpo, a citronela tem eficiência baixa e uma fixação de apenas 20 minutos”, exemplifica. “Se a pessoa gosta, ela deve usar a receita caseira como um método complementar ao repelente ou inseticida testado em laboratório”, aponta Lima-Camara.
COMBATER O MOSQUITO - Especialistas lembram que a recomendação oficial para combater o mosquito da dengue é eliminar os criadouros, esvaziando e lavando todos os recipientes que acumulem água. Pratos de vasos de plantas, por exemplo, precisam ser preenchidos com areia para evitar que o líquido sirva de criadouro para o inseto — nem mesmo água sanitária é garantia de que o mosquito não se desenvolverá. Os larvicidas são um recurso para possíveis criadouros que não podem ser eliminados e só podem ser usados por agentes de saúde. Os profissionais são capazes de identificar os pontos que precisam desse tipo de tratamento e de escolher o produto apropriado para evitar o desenvolvimento do inseto sem comprometer a qualidade da água para o consumo. “O larvicida tem de ser eficaz, persistente e seguro”, alerta a bióloga Denise Valle, do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz. De acordo com ela, o uso indiscriminado dos larvicidas faz com que se selecionem as populações mais resistentes do Aedes, comprometendo a eficiência dos compostos disponíveis para combater o mosquito. “São necessários muitos anos para o desenvolvimento de um inseticida, e eles se perdem rapidamente. O que se procura é usá-los em esquema de rodízio”, ressalta Valle. “De forma nenhuma, recomendamos que as pessoas comprem o larvicida e usem. Porque essa seria a melhor forma de perdermos as poucas ferramentas que temos contra o Aedes, que já são poucas.” Ó Wall!!! FIM

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