Por: Paulo Rideaki. Continuando...
Mas por que na vida é tudo relativo e uns vencem enquanto outros perdem? Acredito na relatividade da vida pela sua própria subjetividade, ninguém pode tocar ou explicar com precisão lógica como se vê e é presente na matemática, mas ninguém pode negar que ela exista. Algumas pessoas são bem sucedidas e outras por mais que sejam esforçadas sempre estão na “merda” literalmente falando. Reforçando a minha teoria de que as vidas de cada pessoa são como folhas em branco onde ela se revela no poder das suas próprias ‘crenças’ que nos motivem e impulsionem a fazermos o que fazemos. Cito como exemplo a irmã de um amigo meu, muito católica insiste em dizer que não somos ninguém perante “deus”, ela se diminui perante este ser que ainda reside no coletivo imaginário, dizendo que ‘não somos ninguém, somos apenas nada’ perante a grandeza do senhor! (segundo ela própria e conforme suas palavras) Particularmente acho desprezível tal pensamento e um pecado, porque no budismo aprendo que somos divinos, pois somos parte deste grandioso universo, basta estudar a ciência e descobrirmos que todos os componentes existentes neste vasto e imensurável universo, são os mesmos que existe dentro de nós e que nos garante a vida tal como nos conhecemos hoje. Então eu considero um sacrilégio, um pecado mortal uma pessoa que diz temente a um ‘deus’ supostamente maravilhoso e que ainda reside no coletivo imaginário, se menosprezar dizendo não ser nada perante a ele. Contradição, pois se deus no fez a sua própria semelhança e imagem como podemos nos menosprezar com palavras tão fortes do desprezo a nossa própria natureza intrínseca sendo a imagem do criador? Mas voltando a irmã do meu amigo, ela uma pessoa muito esforçada, acorda cedinho para vender doces na estação do metro, outro dia eu a vi, eram quatro e meia da manhã, um frio lascado e ela com o carrinho segurando a mão do seu pequeno menino rumando em direção ao metro para ganhar a vida. Esse esforço na tentativa dela mudar a sua vida para o melhor não é a primeira e acredito não ser a ultima, nem estou aqui para desmerecer os seus esforços, mas aqui estou a escrever para refletir sobre a importância das nossas crenças em nossas próprias vidas. A vida é subjetiva e ela acontece dentro da cabeça de cada um de nós e se você se desfaz de si próprio acreditando que não somos nada perante a grandeza desse ser imaginário que aqui todos chamamos de ‘deus’, tudo que você fizer na sua vida, ou toda a sua força empenhada na concretização de quaisquer sonhos será em vão. Simplesmente porque na realização dos sonhos subjetivos das nossas vidas além dos nossos esforços físicos precisamos acreditar em fatos coerentes, pois são tais crenças que nos motivará a alcançar os nossos objetivos que nos farão felizes. O Wall!!! Continua...
INAUGURAÇÃO DO BLOG
05 de JULHO de 2010
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AUTOR DO BLOG
Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
E agora, o que faço da minha vida? - 2ª Parte
Postado por
Unknown
às
12:34
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