INAUGURAÇÃO DO BLOG

05 de JULHO de 2010

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Estervalder Freire dos Santos - Ó Wall; sou blogueiro desde 2010. Terminei o Ensino Médio em 1988, não tenho Ensino Superior, Criei o Blog Só Pudia Ser Ó Wal com a ajuda dos amigos: Cristiane Sousa, Ibermon Macena, Jackson Douglas, Junior Cunha e Rodrigo Viany. Sou totalmente eclético só para expor minhas ideologias.... O blog possuí muitos textos, mas nada especifico, acredito que sejam um pouco de tudo e pouco do nada, mas também há outros. Divirta-se.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Duas plantas do Nordeste podem ajudar a combater Aedes aegypti - 2ª Parte

Continuando com o Jornal da Paraíba... As amostras foram coletadas no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco, mas a espécie também pode ser encontrada em Sergipe e no Espírito Santo. O óleo extraído das folhas foi usado para a produção de uma solução a ser colocada diretamente em possíveis criadouros do mosquito. O líquido foi testado em recipientes que continham insetos no fim do estágio larval, logo antes de o Aedes chegar à fase de pupa. Mas a transformação nunca ocorreu para metade das larvas, que morreram intoxicadas. “Esses compostos têm afinidade com substâncias gordurosas. No caso do mosquito, elas atravessam a parede celular das larvas e vão para o intestino. Lá, fazem com que as células morram”, descreve Alexandre.
ÓLEO TEM EFICIÊNCIA DE 50% - Os experimentos mostram que a solução do óleo tem uma eficiência de 50% a partir de 90 partes por milhão, o que significa que apenas uma gota é suficiente para proteger uma caixa d’água. Os estudos também concluíram que a ação de óleos essenciais da Eugenia brejoensis, conhecida com cutia, também tem o potencial inseticida. O composto extraído da árvore, que é da mesma família da pitanga, demonstrou a eficiência de 50%, com uma concentração de 180 partes por milhão. A taxa de sucesso já é considerada suficiente para atestar a utilidade do biopesticida, mas a equipe brasileira acredita que pode obter resultados ainda melhores. O próximo passo da pesquisa é isolar os compostos do óleo vegetal e usá-los para o desenvolvimento de um inseticida mais eficiente. Ao compreender melhor as propriedades, eles também pretendem aumentar o tempo de ação da substância, que atualmente é de dois dias depois de ser adicionada à água. Uma das possibilidades é o uso de micropartículas para liberar o produto gradualmente no criadouro, estendendo a ação larvicida. Ó Wall!!! Continua...

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